Death Note recebe críticas dos fãs do anime


Por Jornalismo Digital

 

A Netflix produziu um filme baseado no mangá Death Note, e lançou em sua plataforma, no dia 25 de agosto, uma live-action (um filme com atores reais). Desde então, os fãs do anime e do mangá Death Note criticam, pela internet, diversos aspectos do filme, mas em contrapartida, quem nunca leu o mangá ou assistiu ao anime achou o filme Death Note uma produção pop de qualidade.

Sinopse

Death Note recebeu versão em filme feita pela Netflix (Foto: Jéssica Marian/Laboratório de Fotografia e Memória)

Light Turner é um estudante do ensino médio, inteligente, que faz os deveres para os alunos populares em troca de dinheiro e, como muitos adolescentes – do velho drama americano – não é notado. A trama começa com o Death Note (o livro da morte, onde o tutor escreve o nome de quem deseja matar e escolhe a forma como a pessoa morre) caindo do céu e Light Turner decide capturá-lo. Quando Light toca no livro, ele se torna o tutor deste e pode ver e conversar com o demônio Ryuk, o verdadeiro dono do livro. Light se apaixona por Mia, uma garota que estuda em sua escola e decide contar sobre o Death Note. Juntos eles se tornam assassinos. Mas Light Turner começa a se preocupar com a investigação policial, pois antes se achava confiante em relação às investigações, porque seu pai, um policial, está envolvido no caso. Assim Light conseguia se desviar das pistas, mas o maior detetive, cujo nenhum crime deixou sem solução, fora chamado para investigar o assassino Kira (o nome que Light Turner escolheu para reivindicar as mortes), e a partir de então L, o famigerado investigador oculto, e Kira, enfrentam-se. L tenta achar provas de que Light é Kira. Já Kira tenta conseguir o nome de L para poder matá-lo, utilizando o Death Note. Assim a trama se estrutura pela perseguição de L a Kira e pelas mortes que Light provoca junto à Mia.

Os fãs criticam o filme, pois acreditam que a Netflix deixou muitos aspectos do anime escaparem. O estudante Matheus Mattos, que assistiu ao anime e ao filme, diz que “um dos maiores erros da Netflix foi não contar direito a história de Death Note”. Ele acredita que “o fato de o filme não se passar no Japão foi o grande erro, pois a história do anime se passa lá”. Na na opinião do estudante, “produzir um filme nos EUA, resultou na perda da essência da história em si”, bem como deixou claro que não gostou das mudanças que ocorreram nas regras do Death Note, em comparação ao anime, assim alega que “foi desnecessário a mudança das regras no Death Note, a Netflix deveria ter focado mais no anime”.

Já o estudante Júnior Silva da Silva, 20 anos, fã do anime, acredita que o estilo hollywoodiana do Death Note não é um erro, mas uma versão diferente de contar a história, ainda mais em um curta. “Resumido, mas é uma adaptação, então não tem que seguir a riscas as características”, defende.

Como se não bastasse, os fãs publicaram suas opiniões sobre o filme, na internet, gerando grande crítica geral, onde acreditam que a Netflix deveria ter focado, como tema central, o Death Note (livro onde são escritos os nomes dos que se deseja matar), as particularidades das personagens Light e Mia, mostrando suas razões para utilizar o Death Note. Além disso, os fãs acreditam que o romance entre Light e Mia não deveria ter sido um dos temas centrais da trama.

As críticas ao filme são muitas, algumas construtivas e outras destrutivas. Mas a repercussão tornou Death Note mundialmente conhecido, e trouxe novos fãs para o universo do anime. Para quem está interessado no filme Death Note, recomenda-se assistir uma crítica comentando os pontos positivos e negativos da trama adaptada do anime Death Note. Para mais informações, acesse o vídeo a seguir do TV Omelete.

Jéssica Marian e Luiz Paulo Favarin

Disciplina Jornalismo Digital 1

Professor: Maurício Dias

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