Prêmio de Jornalismo da UFN: conheça as juradas de Assessoria de Imprensa e Comunicação Comunitária


Por Lavignea Witt

 

Além das principais áreas que o Jornalismo abrange — rádio, televisão, internet — também temos duas importantes que muitas vezes não são lembradas: Assessoria de Imprensa e a Comunicação Comunitária. Ambas são disciplinas obrigatórias no curso e incluem atividades fora da instituição. A Assessoria de Imprensa trabalha no sentido de divulgar uma empresa ou instituição, seja comércio, indústria ou serviços, através dos veículos de comunicação, conquistando mídia espontânea. Na UFN, os acadêmicos, além de aulas teóricas, fazem coberturas de eventos dentro e fora da universidade para aprenderem sobre como se trabalha em uma assessoria.

Já a Comunicação Comunitária é feita na e para a comunidade, e voltada, geralmente, grupos excluídos da mídia convencional. Podem ser feitas através de ações que visem prestar serviço a esse meio, como: informes, avisos, campanhas, iniciativas, etc. Na instituição, os alunos já criaram diversas iniciativas de comunicação comunitária, e algumas podem ser vistas aqui.

Nesta edição do 6º Prêmio de Jornalismo — que ocorre no dia 25 de setembro – essas categorias serão julgadas por duas jornalistas. Confira sobre elas.

Maria Eduarda Toralles, (Duda), assessora de comunicação da Agência Campos de Ideias. Foto: Arquivo Pessoal.

Maria Eduarda Toralles, jurada na modalidade Comunicação Comunitária, é formada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1998. A jornalista estagiou durante os quatro anos de curso junto a Assessoria de Imprensa da reitoria da UFSM, oportunidade que lhe garantiu um bom conhecimento sobre a área, antes de ingressar no mercado de trabalho. Depois de formada trabalhou, com diagramação no jornal Correio do Povo, em Porto Alegre e na assessoria de imprensa da Universidade de Passo Fundo. Em 2000, Eduarda mudou-se para Salvador (BA), onde atuou durante dois anos, como assessora de imprensa do Instituto Social da Bahia (ISBA) e junto à equipe de implantação Faculdade Social da Bahia e do Teatro ISBA. Em 2003, mudou-se para Eunápolis (BA) onde, durante cinco anos, foi repórter da sucursal Extremo Sul do Jornal A Tarde. Em 2008, a jornalista foi convidada a trabalhar na área de Comunicação da multinacional Veracel Celulose, também em Eunápolis também na Bahia. Em 2010, foi efetivada como analista de Comunicação Plena da empresa, onde atuou por quase cinco anos. Nessa empresa teve oportunidade de desenvolver ações de relacionamento junto às comunidades rurais e tradicionais da região, sendo responsável pela implantação do programa Ação e Cidadania. Em 2012 conquistou, junto com à equipe de Comunicação da Veracel, o Prêmio Aberje Norte e Nordeste, com uma série de reportagens publicadas nos jornais das região, em forma de publieditoriais, sobre as atividades sociais e ambientais da empresa e sobre as atividades desenvolvidas pelas comunidades da área de Veracel. Retornou ao RS, à cidade de Rio Grande (sua cidade natal), em 2013, onde trabalhou como repórter no jornal mais antigo da cidade, o jornal Agora, durante dois anos, até decidir retornar à Bahia. Atualmente trabalha na agência Campos de Ideias, sendo responsável pela área de assessoria de Comunicação. “Participar da comissão de jurados do prêmio de Jornalismo da Universidade Franciscana está representando um retorno a minha época de faculdade, relembrando conteúdos e tendo a oportunidade de aprender coisas novas”, destacou a jornalista.

Alexandra Zanela, trabalha na Padrinho Produção de Conteúdo. Foto: arquivo pessoal.

Alexandra Zanela, jurada na modalidade de Assessoria de Imprensa e Plano de Comunicação, é jornalista por formação, executiva por opção, empreendedora por paixão. É inquieta e extremamente curiosa, não pode ver uma novidade tecnológica que vira a noite descobrindo as funcionalidades, engata facilmente papos que duram horas e adora uma boa discussão – de preferência com café. Mudou de cidade e de emprego algumas vezes, sempre que sentiu que o seu prazo de validade estava próximo. Mas nunca deixou o entusiasmo do ‘começar de novo’ para trás. Soube se reinventar em meio a um cenário de incertezas da profissão e que não te prazo para se encerrar. De ‘riso frouxo’, detesta trabalho mal feito, mas adora um bom papo sobre ele. Já foi repórter de rua, passou pelas redações do Diário de Santa Maria, pelo online do Diário Catarinense e ClicRBS SC (editora online) e pelo Terra (editora-executiva) antes de criar a Padrinho junto com um amigo de longa data, o jornalista Carlos Guilherme Ferreira.

 

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