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Santa Maria, RS, Brazil

Jornalismo esportivo é debatido em workshop

 

   

Edgar Vaz, correspondente da rádio Guaíba em Caxias do Sul, ministrou hoje, dia 5, o workshop “Cobertura do jornalismo esportivo”.

 

No primeiro momento do worshop, o palestrante falou de sua trajetória profissional, que teve início em Santa Maria. Comentou, também, sobre a evolução das técnicas do jornalismo nas rádios caxienses e sobre como ele fez parte desse desenvolvimento, introduzindo as chamadas em seus programas esportivos.  Sobre as rádios de Santa Maria, o radialista concluiu que são uma escola e exportam talentos.  

O palestrante falou ainda sobre suas coberturas esportivas fora do Brasil. Na Bolívia, cobriu a copa América em 1997 e, na França, a Copa do Mundo de 1998. Ele avalia que esse tipo de oportunidade é muito importante, pois ao mesmo tempo em que o jornalista trabalha, tem chances de conhecer novas culturas e aprende como lidar com a concorrência. O palestrante comentou que no Brasil o jornalista é muito mal valorizado, ao passo que no exterior existe muito respeito com os elementos da imprensa.

O radialista falou sobre a vaidade no meio jornalístico e como ela pode atrapalhar o desempenho de um profissional da comunicação: “Esqueçam a vaidade, a pior coisa que tem é se achar melhor que alguém”, ponderou Vaz. Segundo ele, os jornalistas não são personalidades, mas profissionais que devem levar a informação para que o povo saiba o que é certo e o que é errado.

No final do workshop, Edgar levou os estudantes para o laboratório de produção radiofônica, onde ouviram algumas narrações veiculadas pelas rádios. Todas as narrações mostradas apresentavam erros técnicos do narrador. A proposta de Vaz, além de proporcionar um momento de descontração, era mostrar que todos estão sujeitos a cometer erros.

Foto: Núcleo de Fotografia e Memória – UNIFRA

 

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Edgar Vaz, correspondente da rádio Guaíba em Caxias do Sul, ministrou hoje, dia 5, o workshop “Cobertura do jornalismo esportivo”.

 

No primeiro momento do worshop, o palestrante falou de sua trajetória profissional, que teve início em Santa Maria. Comentou, também, sobre a evolução das técnicas do jornalismo nas rádios caxienses e sobre como ele fez parte desse desenvolvimento, introduzindo as chamadas em seus programas esportivos.  Sobre as rádios de Santa Maria, o radialista concluiu que são uma escola e exportam talentos.  

O palestrante falou ainda sobre suas coberturas esportivas fora do Brasil. Na Bolívia, cobriu a copa América em 1997 e, na França, a Copa do Mundo de 1998. Ele avalia que esse tipo de oportunidade é muito importante, pois ao mesmo tempo em que o jornalista trabalha, tem chances de conhecer novas culturas e aprende como lidar com a concorrência. O palestrante comentou que no Brasil o jornalista é muito mal valorizado, ao passo que no exterior existe muito respeito com os elementos da imprensa.

O radialista falou sobre a vaidade no meio jornalístico e como ela pode atrapalhar o desempenho de um profissional da comunicação: “Esqueçam a vaidade, a pior coisa que tem é se achar melhor que alguém”, ponderou Vaz. Segundo ele, os jornalistas não são personalidades, mas profissionais que devem levar a informação para que o povo saiba o que é certo e o que é errado.

No final do workshop, Edgar levou os estudantes para o laboratório de produção radiofônica, onde ouviram algumas narrações veiculadas pelas rádios. Todas as narrações mostradas apresentavam erros técnicos do narrador. A proposta de Vaz, além de proporcionar um momento de descontração, era mostrar que todos estão sujeitos a cometer erros.

Foto: Núcleo de Fotografia e Memória – UNIFRA