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Santa Maria, RS, Brazil

Troca de livros na Casa de Cultura

Casa de Cultura de Santa Maria é sede de projeto de incentivo à leitura desde 2003.

Em 2001, nos domingos de passe livre, uma banca de “troca-troca” permanecia em frente à Biblioteca Publica Municipal na Praça Saldanha Marinho. “Foi uma idéia do Orlando Fonseca, quando ele foi Secretário da Cultura, fazer a troca livros. Eu tinha uma idéia de fazer um trabalho de literatura nas praças”, lembra o funcionário da Secretaria de Cultura, Carlos Alberto Flores da Cunha, conhecido como Kalu. Ele morava no Rio de Janeiro e quando voltou para Santa Maria, levou até a Secretaria de Cultura a proposta de realizar atividades literárias nas praças da cidade. Nascia, então, o projeto Troca-Troca.

A participação do público, nos dias de passe livre, já crescia O reconhecimento das pessoas aumentou quando, na 29ª Edição da Feira do Livro de Santa Maria, foram trocados cerca de 3.000 livros. Em 2002, o sucesso foi ainda maior: a banca do troca-troca realizou mais de 4.500 permutas na 30ª edição da Feira. A organização do projeto não achou outra saída a não ser procurar um lugar fixo para atividade. Foi então que, em 2003, a Casa de Cultura tornou-se o ponto de trocar livros em Santa Maria.

Kalu constata que nos tempos em que a iniciativa acontecia em frente à Biblioteca Pública, muitas pessoas imaginavam que podia ser realizada a troca de qualquer objeto por um livro. Assim, para deixar o projeto mais específico, o Troca-Troca passou a chamar-se Troca-Livros, como até hoje é conhecido.

Público fiel e diversificado recorre ao acervo do Troca-livros 
 Vários estagiários e voluntários já cuidaram do projeto. Agora, quem trabalha no espaço, na Casa de Cultura, é Magner Massoriol. Há cerca de sete meses, o estagiário organiza as doações e as trocas. Ele afirma: “os mais procurados são os livros literários”. Outros materiais que são, também, muito solicitados por um grupo fiel são os livros de bolso – romances.

Massoriol conta que durante o início do ano letivo, pais e alunos levam listas de livros, mas são raras as vezes que encontram o desejado “porque querem a edição do ano”. Durante outros meses, acadêmicos de cursos de ensino superior também vasculham as prateleiras do troca-livros, mas nem sempre encontram o esperado, já que os exemplares muitas vezes estão desatualizados.

Além dos assíduos, há também a freqüente visita de turmas de escolas e professores. O troca-livros tem parceria com escolas municipais e estaduais. Massoriol comenta que sempre tem professores que voltam para verificar o acervo.

Doações
Como as doações são bem–vindas, livros de diversos temas chegam até o acervo. Para quem quiser fazer doações ou conhecer o Troca-livros, é só ligar 3221 87 00 ou comparecer na Casa de Cultura, na Praça Saldanha Marinho. O projeto funciona de segunda a sexta-feira, das 13h30min às 17h30min.                

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Casa de Cultura de Santa Maria é sede de projeto de incentivo à leitura desde 2003.

Em 2001, nos domingos de passe livre, uma banca de “troca-troca” permanecia em frente à Biblioteca Publica Municipal na Praça Saldanha Marinho. “Foi uma idéia do Orlando Fonseca, quando ele foi Secretário da Cultura, fazer a troca livros. Eu tinha uma idéia de fazer um trabalho de literatura nas praças”, lembra o funcionário da Secretaria de Cultura, Carlos Alberto Flores da Cunha, conhecido como Kalu. Ele morava no Rio de Janeiro e quando voltou para Santa Maria, levou até a Secretaria de Cultura a proposta de realizar atividades literárias nas praças da cidade. Nascia, então, o projeto Troca-Troca.

A participação do público, nos dias de passe livre, já crescia O reconhecimento das pessoas aumentou quando, na 29ª Edição da Feira do Livro de Santa Maria, foram trocados cerca de 3.000 livros. Em 2002, o sucesso foi ainda maior: a banca do troca-troca realizou mais de 4.500 permutas na 30ª edição da Feira. A organização do projeto não achou outra saída a não ser procurar um lugar fixo para atividade. Foi então que, em 2003, a Casa de Cultura tornou-se o ponto de trocar livros em Santa Maria.

Kalu constata que nos tempos em que a iniciativa acontecia em frente à Biblioteca Pública, muitas pessoas imaginavam que podia ser realizada a troca de qualquer objeto por um livro. Assim, para deixar o projeto mais específico, o Troca-Troca passou a chamar-se Troca-Livros, como até hoje é conhecido.

Público fiel e diversificado recorre ao acervo do Troca-livros 
 Vários estagiários e voluntários já cuidaram do projeto. Agora, quem trabalha no espaço, na Casa de Cultura, é Magner Massoriol. Há cerca de sete meses, o estagiário organiza as doações e as trocas. Ele afirma: “os mais procurados são os livros literários”. Outros materiais que são, também, muito solicitados por um grupo fiel são os livros de bolso – romances.

Massoriol conta que durante o início do ano letivo, pais e alunos levam listas de livros, mas são raras as vezes que encontram o desejado “porque querem a edição do ano”. Durante outros meses, acadêmicos de cursos de ensino superior também vasculham as prateleiras do troca-livros, mas nem sempre encontram o esperado, já que os exemplares muitas vezes estão desatualizados.

Além dos assíduos, há também a freqüente visita de turmas de escolas e professores. O troca-livros tem parceria com escolas municipais e estaduais. Massoriol comenta que sempre tem professores que voltam para verificar o acervo.

Doações
Como as doações são bem–vindas, livros de diversos temas chegam até o acervo. Para quem quiser fazer doações ou conhecer o Troca-livros, é só ligar 3221 87 00 ou comparecer na Casa de Cultura, na Praça Saldanha Marinho. O projeto funciona de segunda a sexta-feira, das 13h30min às 17h30min.