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Balanço da última prova

    O último dia de provas foi uma manhã tranqüila para os vestibulandos e também para quem trabalhou no vestibular. De acordo com o coordenador da COPERVES (Comissão Permanente do Vestibular), Jovelino Pozzera, tudo transcorreu bem e o número de abstenção aumentou de ontem para hoje, ficando entre 7 %.

 Há diferenças entre o vestibular de inverno e o de verão. Conforme Pozzera, no verão ocorrem  mais atendimentos de urgência devido ao clima, variando de 8 a 10 por dia, já na manhã de hoje, não ocorreu nenhum. 

Outra diferença é que no processo seletivo do verão são ocupados os dois campus, com mais salas para as provas, o que acaba ocasionando também mais transtornos, como mais pessoas perdidas e atrasadas.  

No concurso, é necessário permanecer, no mínimo, uma hora na sala e, segundo o coordenador, esse período é adotado por uma questão de segurança e é também "um tempo necessário para a imprensa fazer a cobertura e para tirar as fotos das salas", exemplifica. Essa hora inicial é também  fundamental para a organização, como por exemplo,  para o recolhimento de provas que sobraram. "O vestibular cumpriu as expectativas porque foi bem planejado. Em termos de organização, os vestibulares de inverno e verão são iguais, só aumenta o número de salas e provas", conclui ele.

A avaliação dos professores

 Os professores de cursinho chegaram ao fim da manhã para corrigir as provas de hoje. O professor de geografia, Robson Rigão, 24 anos,  elogiou a boa distribuição de questões e comentou que apenas uma que utilizava um gráfico gerou dúvidas, mas considerou muito boa a abordagem de temas da atualidade e questões regionais.

 Já Felipe Machado, 25, professor de literatura, considerou a prova bem acessível e de rápida resolução, com questões curtas que não ocupavam muito tempo dos candidatos. Além disso, avaliou também que os temas foram bem distribuídos.

Vitor Venquiaturi, 25, professor de história, disse que a prova exigia estudo,  que estava acessível, porém não fácil. Nesse caso, quem se preparou e distribuiu o tempo para conseguir ler as questões com calma e responder, deve ter obtido bons resultados.

 Fotos: Núcleo de Fotografia e Memória (Douglas Menezes)

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    O último dia de provas foi uma manhã tranqüila para os vestibulandos e também para quem trabalhou no vestibular. De acordo com o coordenador da COPERVES (Comissão Permanente do Vestibular), Jovelino Pozzera, tudo transcorreu bem e o número de abstenção aumentou de ontem para hoje, ficando entre 7 %.

 Há diferenças entre o vestibular de inverno e o de verão. Conforme Pozzera, no verão ocorrem  mais atendimentos de urgência devido ao clima, variando de 8 a 10 por dia, já na manhã de hoje, não ocorreu nenhum. 

Outra diferença é que no processo seletivo do verão são ocupados os dois campus, com mais salas para as provas, o que acaba ocasionando também mais transtornos, como mais pessoas perdidas e atrasadas.  

No concurso, é necessário permanecer, no mínimo, uma hora na sala e, segundo o coordenador, esse período é adotado por uma questão de segurança e é também "um tempo necessário para a imprensa fazer a cobertura e para tirar as fotos das salas", exemplifica. Essa hora inicial é também  fundamental para a organização, como por exemplo,  para o recolhimento de provas que sobraram. "O vestibular cumpriu as expectativas porque foi bem planejado. Em termos de organização, os vestibulares de inverno e verão são iguais, só aumenta o número de salas e provas", conclui ele.

A avaliação dos professores

 Os professores de cursinho chegaram ao fim da manhã para corrigir as provas de hoje. O professor de geografia, Robson Rigão, 24 anos,  elogiou a boa distribuição de questões e comentou que apenas uma que utilizava um gráfico gerou dúvidas, mas considerou muito boa a abordagem de temas da atualidade e questões regionais.

 Já Felipe Machado, 25, professor de literatura, considerou a prova bem acessível e de rápida resolução, com questões curtas que não ocupavam muito tempo dos candidatos. Além disso, avaliou também que os temas foram bem distribuídos.

Vitor Venquiaturi, 25, professor de história, disse que a prova exigia estudo,  que estava acessível, porém não fácil. Nesse caso, quem se preparou e distribuiu o tempo para conseguir ler as questões com calma e responder, deve ter obtido bons resultados.

 Fotos: Núcleo de Fotografia e Memória (Douglas Menezes)