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Santa Maria, RS, Brazil

Continua a campanha de bloqueio à rubéola

 Na intenção de erradicar os surtos de rubéola, ocorreu a campanha de vacinação contra a doença do dia primeiro à cinco de outubro  nas escolas e Universidades onde existem profissionalização na área de saúde. Os próprios alunos foram instruídos pela vigilância epidemiológica para a imunização dos estudantes. Somente foram vacinados aqueles acadêmicos que não tomaram as duas doses da vacina que devem ser feitas na infância. A campanha vai ter continuidade e irá, em breve, imunizar os alunos da Unifra. Os acadêmicos do curso de Enfermagem da instituição  serão preparados nesta próxima quinta-feira para iniciar o bloqueio no Centro Universitário Franciscano. Ainda não há uma previsão para os dias de vacinação.

O objetivo do bloqueio epidêmico é atingir o público adulto, ou seja, mulheres com até 49 anos e homens com até 39,  enfocando a prevenção de pessoas que tenham contato com gestantes evitando assim crianças portadoras  da doença. A vacinação é  gratuita e feita em  postos improvisados e pretende atingir  principalmente o público de universitários, mas qualquer pessoa nessa faixa etária pode se beneficiar da vacina.

No Rio Grande do Sul,  a doença atingiu de maio até setembro de 2007 cerca de 371 pessoas, sendo que um caso foi notificado em Santa Maria.  A Secretaria de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul focalizou a campanha nas cidades onde foram diagnosticados pacientes que contraíram a doença, evitando um surto epidêmico.

Segundo  a responsável pela vigilância epidemiológica, Lourdes Farinha, da 4° Coordenadoria de Saúde, Santa Maria nunca apresentou um surto de rubéola. Assim,  a intensificação é dedicada a  prevenção da doença, principalmente nas Universidades, onde existe um número maior de pessoas que estão em idade de risco. 

 A doença atinge principalmente as crianças e pessoas com a imunidade baixa. No caso de mulheres contraminadas durante a gravidez os problemas se agravam podendo  causar aborto, parto prematuro e deformações congênitas. Os recém nascidos infectados podem contaminar através da urina e secreções, mesmo não apresentando os sintomas. 

 O hospedeiro da rubéola é o ser humano, onde normalmente só existe um contágio durante toda a vida. Ela é transmitida através de secreções (tosse , espirro), mesmo no período onde não aparecem sintomas da enfermidade. Os principais indícios são febre baixa (até 38°), aumento dos gânglios linfáticos do pescoço e manchas rosas, que aparecem principalmente no rosto e pés. Eles normalmente desaparecem em 5 dias.

Fotos: divulgação.

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 Na intenção de erradicar os surtos de rubéola, ocorreu a campanha de vacinação contra a doença do dia primeiro à cinco de outubro  nas escolas e Universidades onde existem profissionalização na área de saúde. Os próprios alunos foram instruídos pela vigilância epidemiológica para a imunização dos estudantes. Somente foram vacinados aqueles acadêmicos que não tomaram as duas doses da vacina que devem ser feitas na infância. A campanha vai ter continuidade e irá, em breve, imunizar os alunos da Unifra. Os acadêmicos do curso de Enfermagem da instituição  serão preparados nesta próxima quinta-feira para iniciar o bloqueio no Centro Universitário Franciscano. Ainda não há uma previsão para os dias de vacinação.

O objetivo do bloqueio epidêmico é atingir o público adulto, ou seja, mulheres com até 49 anos e homens com até 39,  enfocando a prevenção de pessoas que tenham contato com gestantes evitando assim crianças portadoras  da doença. A vacinação é  gratuita e feita em  postos improvisados e pretende atingir  principalmente o público de universitários, mas qualquer pessoa nessa faixa etária pode se beneficiar da vacina.

No Rio Grande do Sul,  a doença atingiu de maio até setembro de 2007 cerca de 371 pessoas, sendo que um caso foi notificado em Santa Maria.  A Secretaria de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul focalizou a campanha nas cidades onde foram diagnosticados pacientes que contraíram a doença, evitando um surto epidêmico.

Segundo  a responsável pela vigilância epidemiológica, Lourdes Farinha, da 4° Coordenadoria de Saúde, Santa Maria nunca apresentou um surto de rubéola. Assim,  a intensificação é dedicada a  prevenção da doença, principalmente nas Universidades, onde existe um número maior de pessoas que estão em idade de risco. 

 A doença atinge principalmente as crianças e pessoas com a imunidade baixa. No caso de mulheres contraminadas durante a gravidez os problemas se agravam podendo  causar aborto, parto prematuro e deformações congênitas. Os recém nascidos infectados podem contaminar através da urina e secreções, mesmo não apresentando os sintomas. 

 O hospedeiro da rubéola é o ser humano, onde normalmente só existe um contágio durante toda a vida. Ela é transmitida através de secreções (tosse , espirro), mesmo no período onde não aparecem sintomas da enfermidade. Os principais indícios são febre baixa (até 38°), aumento dos gânglios linfáticos do pescoço e manchas rosas, que aparecem principalmente no rosto e pés. Eles normalmente desaparecem em 5 dias.

Fotos: divulgação.