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Profissão com poder de formar opiniões

 Ser curioso, observador, gostar de ler e escrever são características dos jornalistas. A rotina de quem escolhe essa carreira é envolvida de dinamismo e correria. Além disso,  o gosto pela comunicação é imprescindível. Os profissionais dessa área possuem uma séria responsabilidade social. Isso porque são formadores de opinião pública. Estar nesse meio exige muita seriedade e ética. Quanto ao trabalho em equipe, esse é fundamental na carreira. Uma pessoa não trabalha sozinha, precisa de fotógrafo e cinegrafista, por exemplo.

 As novas tecnologias que surgem transformam o campo e as funções do jornalista. A cada vez mais se exigem nas redações profissionais multimídia, ou seja, que saibam adaptar seus textos para os diversos veículos, como rádio, televisão, impresso e on-line.

Inserido na Comunicação Social, esse curso possui várias campos a serem seguidos, além do rádio, televisão e jornal. Na Unifra, o curso de Jornalismo tem duração de quatro anos. Os núcleos experimentais e os laboratórios permitem aos acadêmicos aliarem a teoria à prática O profissional dessa área pode atuar em assessoria de comunicação, rádio, televisão, jornal e na Internet, Além de ser editor, fotojornalista e professor universitário. Essas são apenas algumas das possibilidades que o campo oferece.

A coordenadora do curso de Jornalismo da Unifra, Rosana Cabral Zucolo, 47, complementa que o terceiro setor, como organizações não-governamentais (ONGs) e os movimentos sociais, procuram esses profissionais para levar seus empreendimentos adiante. Quanto à questão das redações, ela comenta o fato da saturação de profissionais, com exceção dos grandes centros. Porém, ressalta que há campo de trabalho, basta as pessoas perceberem  as oportunidades. Segundo Rosana, quem quer atuar nessa profissão precisa ser atento, inovador,  gostar de ler e escrever, mesmo atuando em veículos como rádio, televisão e na fotografia.

O rádio foi o meio de comunicação que atraiu o acadêmico de Jornalismo da Unifra, Nicholas Fonseca, 21, para o curso. Segundo ele, sua escolha se deve pela  afinidade com esse meio e por uma influência positiva dos pais. Ao ingressar na instituição começou a gostar de várias áreas. “Quando eu comecei acabei gostando dos variados segmentos que o Jornalismo pode ter. Gosto tanto da área das imagens, audiovisual, quanto do rádio. Estou aprimorando a escrita.”, comenta Nicholas. Ele considera estar em um processo de realização profissional.

 Já no mercado de trabalho, o jornalista do jornal “A Razão”, Roberto Miranda do Espírito Santo, 41, se sente satisfeito com sua profissão. Ele gosta de trabalhar nesse meio e sente a valorização da profissão de jornalista, pelo fato da informação ser muito importante para todas as pessoas hoje.

A professora de Fotografia na Unifra, Laura Fabrício, 32, também  se diz realizada com a profissão que escolheu. Para ela, o fato de ensinar fotografia jornalística e publicitária e o contato com os jovens é prazeroso. Ela se diz muito satisfeita em ensinar os alunos e dessa forma também praticar o fotojornalismo, mesmo que  no âmbito acadêmico. Quanto à escolha da profissão, Laura deixa um recado: “Há aqueles que escolhem achando que realmente  é uma escolha. Frequentam alguns semestres e se dão conta que não é. Então que sejam muito atentos a esses sinais de que é sim aquilo que seguiram, ou não é bem aquilo que querem. Que tenham coragem portanto para mudar se não querem isso, e que tenham coragem para continuar e ter força, com paixão por aquilo que escolheram.”

Fotos: Douglas Menezes e Ana Paula Kasper (Núcleo de Fotografia e Memória)

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 Ser curioso, observador, gostar de ler e escrever são características dos jornalistas. A rotina de quem escolhe essa carreira é envolvida de dinamismo e correria. Além disso,  o gosto pela comunicação é imprescindível. Os profissionais dessa área possuem uma séria responsabilidade social. Isso porque são formadores de opinião pública. Estar nesse meio exige muita seriedade e ética. Quanto ao trabalho em equipe, esse é fundamental na carreira. Uma pessoa não trabalha sozinha, precisa de fotógrafo e cinegrafista, por exemplo.

 As novas tecnologias que surgem transformam o campo e as funções do jornalista. A cada vez mais se exigem nas redações profissionais multimídia, ou seja, que saibam adaptar seus textos para os diversos veículos, como rádio, televisão, impresso e on-line.

Inserido na Comunicação Social, esse curso possui várias campos a serem seguidos, além do rádio, televisão e jornal. Na Unifra, o curso de Jornalismo tem duração de quatro anos. Os núcleos experimentais e os laboratórios permitem aos acadêmicos aliarem a teoria à prática O profissional dessa área pode atuar em assessoria de comunicação, rádio, televisão, jornal e na Internet, Além de ser editor, fotojornalista e professor universitário. Essas são apenas algumas das possibilidades que o campo oferece.

A coordenadora do curso de Jornalismo da Unifra, Rosana Cabral Zucolo, 47, complementa que o terceiro setor, como organizações não-governamentais (ONGs) e os movimentos sociais, procuram esses profissionais para levar seus empreendimentos adiante. Quanto à questão das redações, ela comenta o fato da saturação de profissionais, com exceção dos grandes centros. Porém, ressalta que há campo de trabalho, basta as pessoas perceberem  as oportunidades. Segundo Rosana, quem quer atuar nessa profissão precisa ser atento, inovador,  gostar de ler e escrever, mesmo atuando em veículos como rádio, televisão e na fotografia.

O rádio foi o meio de comunicação que atraiu o acadêmico de Jornalismo da Unifra, Nicholas Fonseca, 21, para o curso. Segundo ele, sua escolha se deve pela  afinidade com esse meio e por uma influência positiva dos pais. Ao ingressar na instituição começou a gostar de várias áreas. “Quando eu comecei acabei gostando dos variados segmentos que o Jornalismo pode ter. Gosto tanto da área das imagens, audiovisual, quanto do rádio. Estou aprimorando a escrita.”, comenta Nicholas. Ele considera estar em um processo de realização profissional.

 Já no mercado de trabalho, o jornalista do jornal “A Razão”, Roberto Miranda do Espírito Santo, 41, se sente satisfeito com sua profissão. Ele gosta de trabalhar nesse meio e sente a valorização da profissão de jornalista, pelo fato da informação ser muito importante para todas as pessoas hoje.

A professora de Fotografia na Unifra, Laura Fabrício, 32, também  se diz realizada com a profissão que escolheu. Para ela, o fato de ensinar fotografia jornalística e publicitária e o contato com os jovens é prazeroso. Ela se diz muito satisfeita em ensinar os alunos e dessa forma também praticar o fotojornalismo, mesmo que  no âmbito acadêmico. Quanto à escolha da profissão, Laura deixa um recado: “Há aqueles que escolhem achando que realmente  é uma escolha. Frequentam alguns semestres e se dão conta que não é. Então que sejam muito atentos a esses sinais de que é sim aquilo que seguiram, ou não é bem aquilo que querem. Que tenham coragem portanto para mudar se não querem isso, e que tenham coragem para continuar e ter força, com paixão por aquilo que escolheram.”

Fotos: Douglas Menezes e Ana Paula Kasper (Núcleo de Fotografia e Memória)