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Profissão que busca praticidade e beleza

 O gosto e habilidade para o desenho são fundamentais para quem deseja atuar no Design. O profissional dessa área deve, como uma das atribuições, criar novos produtos, desde móveis até jóias. Junto a essa função há busca pelo equilíbrio entre praticidade, conforto e beleza. 

Como um dos campos do Desenho Industrial, o curso de Design – Projeto de Produto, exige dos profissionais criatividade e observação. Isso porque, é deles a função de conceber móveis, jóias, utensílios domésticos, acessórios, brinquedos e embalagens, por exemplo. No Centro Universitário Franciscano (Unifra), o curso de Design está inserido na área de Artes, Letras e Comunicação. A duração é de oito semestres e o turno das aulas é a tarde. Na instituição, com o enfoque para Projeto de Produto, a graduação possui ênfase em jóias e imobiliário.

 Segundo a coordenadora do curso de Design da Unifra, Círia Moro, 41, a criatividade, curiosidade e vontade de inovar precisam ser características de quem é um designer. “Ele deve estar sempre atento ao mercado, ao que está precisando e também inovar o que já tem no mercado e criar outros produtos”, comenta.

A área de móveis ou equipamentos é o que pretende seguir a acadêmica de 6° semestre de Design da Unifra, Tatiana Saldanha Dalvite, 19. Segundo ela, o gosto de fazer novos produtos e vê-los no mercado, fez com que escolhesse esse caminho profissional.

A informação também é muito necessária para um designer. É isso que acredita o professor de Design da Unifra, Jorge Barcelos, 44. Para ele, uma boa atuação no mercado depende do conhecimento de assuntos de várias áreas. Além disso, o professor comenta da necessidade do acadêmico ter conhecimento sobre softwares e gostar de desenhar.

Quanto ao mercado de trabalho, Barcelos salienta a falta de reconhecimento e valorização por parte da sociedade. O fato de profissionais de outras áreas atuarem em funções destinadas aos designers também foi salientada pelo professor. Para ele, o empresariado do Brasil considera a profissão como superficial e não vêem o projeto como um todo. Porém, mesmo assim, se diz satisfeito com sua escolha.

Continue conferindo as matérias sobre profissões publicadas aqui na Agência Central Sul todas as sextas e segundas-feiras.

Foto: divulgação.

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 O gosto e habilidade para o desenho são fundamentais para quem deseja atuar no Design. O profissional dessa área deve, como uma das atribuições, criar novos produtos, desde móveis até jóias. Junto a essa função há busca pelo equilíbrio entre praticidade, conforto e beleza. 

Como um dos campos do Desenho Industrial, o curso de Design – Projeto de Produto, exige dos profissionais criatividade e observação. Isso porque, é deles a função de conceber móveis, jóias, utensílios domésticos, acessórios, brinquedos e embalagens, por exemplo. No Centro Universitário Franciscano (Unifra), o curso de Design está inserido na área de Artes, Letras e Comunicação. A duração é de oito semestres e o turno das aulas é a tarde. Na instituição, com o enfoque para Projeto de Produto, a graduação possui ênfase em jóias e imobiliário.

 Segundo a coordenadora do curso de Design da Unifra, Círia Moro, 41, a criatividade, curiosidade e vontade de inovar precisam ser características de quem é um designer. “Ele deve estar sempre atento ao mercado, ao que está precisando e também inovar o que já tem no mercado e criar outros produtos”, comenta.

A área de móveis ou equipamentos é o que pretende seguir a acadêmica de 6° semestre de Design da Unifra, Tatiana Saldanha Dalvite, 19. Segundo ela, o gosto de fazer novos produtos e vê-los no mercado, fez com que escolhesse esse caminho profissional.

A informação também é muito necessária para um designer. É isso que acredita o professor de Design da Unifra, Jorge Barcelos, 44. Para ele, uma boa atuação no mercado depende do conhecimento de assuntos de várias áreas. Além disso, o professor comenta da necessidade do acadêmico ter conhecimento sobre softwares e gostar de desenhar.

Quanto ao mercado de trabalho, Barcelos salienta a falta de reconhecimento e valorização por parte da sociedade. O fato de profissionais de outras áreas atuarem em funções destinadas aos designers também foi salientada pelo professor. Para ele, o empresariado do Brasil considera a profissão como superficial e não vêem o projeto como um todo. Porém, mesmo assim, se diz satisfeito com sua escolha.

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Foto: divulgação.