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Profissão que exige sensibilidade

 O profissional de Publicidade e Propaganda trabalha com atividades de planejamento, criação, veiculação, produção de peças publicitárias, entre outras. Também cabe a função de educador, quando questiona os clientes e anunciantes nas decisões e leva soluções aos problemas. Além disso, caracteriza-se pela facilidade de relacionamento interpessoal, interagindo com pessoas de diferentes idades e de classes sociais. Também atua na observação e análise de objetos, cores e o comportamento das pessoas. O publicitário tem que se interessar por temas da atualidade, ser ousado, ter percepção e um espírito inovador.  

No início do curso a teoria é reiterada para abranger e diferenciar o que é publicidade de propaganda e qual a relação disso no campo da comunicação e administração, sobretudo do marketing. Por meio de oficinas os alunos exercitam a capacidade criativa.

O coordenador de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Franciscano, Luciano Mattana, 28 anos, relata que os professores tendem a preparar os alunos para um mercado mais competitivo. O conteúdo é selecionado de acordo com a demanda. Mattana conversa com profissionais da área, agências publicitárias, com acadêmicos que fazem estágios e que encontram dificuldades. O contato direto com o mercado possibilita maior facilidade de ensino na academia.

A acadêmica de publicidade e propaganda da Unifra, Isadora Spezia Melo, 33 anos, escolheu o curso pelo fato de gostar de imagens, pelas possibilidades de contatos com vários públicos e por participar de eventos. Isadora é formada em biologia e, como trabalhava em laboratório, sentia a necessidade de comunicar-se e de relacionar-se.

O mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que preocupa, traz novas perspectivas, pois cada vez mais crescem as escolas de comunicação e, consequentemente, mais acadêmicos se formam e ingressam no mercado. Além disso, o avanço e o barateamento das tecnologias proporcionam um crescimento neste meio. Muitos publicitários não formados estão inseridos neste campo, no que prejudica a qualidade do trabalho, a perda de credibilidade na empresa e, ainda, a poluição estética que chega aos consumidores.

 O diretor de Criação da Tríade, Marcelo Fortes, 40 anos, comenta que o mercado de trabalho é um desafio constante. “Se você pensar que está satisfeito não vai atrás de mais nada”. Ele salienta que há um amadurecimento por parte dos clientes e até uma evolução das estratégias trabalhadas em longo prazo.

Aos novos publicitários, Fortes orienta que é necessário aprender o básico de como se faz uma propaganda, como se compõe uma campanha e qual o foco de cada cliente. Além disso, a quem é dirigido, a que público deve atingir, de que forma e quais os meios a publicar.  

Foto: Elenice Ballejos e arquivo (Núcleo de Fotografia e Memória)
 

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 O profissional de Publicidade e Propaganda trabalha com atividades de planejamento, criação, veiculação, produção de peças publicitárias, entre outras. Também cabe a função de educador, quando questiona os clientes e anunciantes nas decisões e leva soluções aos problemas. Além disso, caracteriza-se pela facilidade de relacionamento interpessoal, interagindo com pessoas de diferentes idades e de classes sociais. Também atua na observação e análise de objetos, cores e o comportamento das pessoas. O publicitário tem que se interessar por temas da atualidade, ser ousado, ter percepção e um espírito inovador.  

No início do curso a teoria é reiterada para abranger e diferenciar o que é publicidade de propaganda e qual a relação disso no campo da comunicação e administração, sobretudo do marketing. Por meio de oficinas os alunos exercitam a capacidade criativa.

O coordenador de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Franciscano, Luciano Mattana, 28 anos, relata que os professores tendem a preparar os alunos para um mercado mais competitivo. O conteúdo é selecionado de acordo com a demanda. Mattana conversa com profissionais da área, agências publicitárias, com acadêmicos que fazem estágios e que encontram dificuldades. O contato direto com o mercado possibilita maior facilidade de ensino na academia.

A acadêmica de publicidade e propaganda da Unifra, Isadora Spezia Melo, 33 anos, escolheu o curso pelo fato de gostar de imagens, pelas possibilidades de contatos com vários públicos e por participar de eventos. Isadora é formada em biologia e, como trabalhava em laboratório, sentia a necessidade de comunicar-se e de relacionar-se.

O mercado de trabalho, ao mesmo tempo em que preocupa, traz novas perspectivas, pois cada vez mais crescem as escolas de comunicação e, consequentemente, mais acadêmicos se formam e ingressam no mercado. Além disso, o avanço e o barateamento das tecnologias proporcionam um crescimento neste meio. Muitos publicitários não formados estão inseridos neste campo, no que prejudica a qualidade do trabalho, a perda de credibilidade na empresa e, ainda, a poluição estética que chega aos consumidores.

 O diretor de Criação da Tríade, Marcelo Fortes, 40 anos, comenta que o mercado de trabalho é um desafio constante. “Se você pensar que está satisfeito não vai atrás de mais nada”. Ele salienta que há um amadurecimento por parte dos clientes e até uma evolução das estratégias trabalhadas em longo prazo.

Aos novos publicitários, Fortes orienta que é necessário aprender o básico de como se faz uma propaganda, como se compõe uma campanha e qual o foco de cada cliente. Além disso, a quem é dirigido, a que público deve atingir, de que forma e quais os meios a publicar.  

Foto: Elenice Ballejos e arquivo (Núcleo de Fotografia e Memória)