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Santa Maria, RS, Brazil

Um olhar sobre Intercâmbio Estudantil

 Se você é estudante, gosta de viajar e, além do orçamento apertado, tem que conviver com a falta de tempo, a opção mais acertada para conhecer outros lugares é o intercâmbio. Dividir o tempo entre estudos e conhecer pontos turísticos é algo certamente agradável. Os lugares mais escolhidos atualmente estão na Europa, onde  a diversidade cultural é grande. Para fazer a sua pesquisa sobre intercâmbio e começar a planejar a viagem, a ACS traz a matéria a seguir para orientá-lo. Confira.

     A primeira atitude a tomar é escolher o tempo de duração do curso para então optar por um local de destino. Para a Europa, cursos com duração menor que 3 meses não necessitam de visto.  Na América, é preciso dar entrada em um pedido de visto e agendar uma entrevista a ser feita em média 3 meses depois. Além dessas exigências, o custo da documentação é maior.”, diz a bacharel em Turismo Niara Meus, da UNIFRA Turismo – Agência Escola.


      Depois dos atentados de 11 de Setembro a entrada nos EUA tornou-se muito difícil. Então, a Inglaterra assumiu o posto de queridinha dos amantes da língua inglesa, afinal, é a terra-mãe do idioma e, além da gramática, pode-se estudar a cultura literária do país, que tem grandes autores como Shakespeare e J.R.R. Tolkien. Outro país muito procurado é o Canadá, segundo maior país em extensão territorial e ex-colônia inglesa, de onde herdou o inglês, uma de suas duas línguas oficiais. Ainda para estudar a língua anglo-saxônica, existe Malta, um arquipélago localizado no Mar Mediterrâneo, ao sul da Sicília.

      Também existem os lugares menos comuns na rota dos intercambistas, desde países clássicos como Itália e França até os mais exóticos como Rússia e China. Devido à popularização da língua espanhola e da cultura latina, Espanha e Argentina também têm sido destinos bastante escolhidos ultimamente.

     Para fazer um intercâmbio estudantil, é preciso estar cursando o Ensino Médio, Ensino Superior ou Pós-Graduação. Além do intercâmbio, existem outras maneiras de estudar no exterior, como cursos de línguas e cursos profissionalizantes; além dos “Work and Travel”, onde a pessoa que está inscrita no programa trabalha em algum estabelecimento no país que a recebe.

     Normalmente quem faz intercâmbio fica em uma casa de família no país anfitrião, pois assim tem chances maiores de conviver com a língua que está sendo aprendida, além de melhor assimilar os costumes locais e nacionais. Com a convivência em ambiente familiar, o intercambista também sente-se melhor acolhido. Porém, há quem prefira ficar em alojamentos que são habitados por estudantes dos mais variados lugares. Nesses locais chance de repartir o quarto com algum intercambista de outro país e expandir ainda mais o horizonte cultural.  

    Depois de acertados o destino e onde ficar, uma questão pertinente aos intercambistas é quanto ao trabalho remunerado. É possível um intercambista trabalhar? Sim! Em destinos como Reino Unido, o intercambista que ficará por mais de 6 meses tem direito a 20 horas semanais de emprego remunerado. Já em países como os EUA, a melhor pedida é sair do Brasil em um programa que assegure a vaga de trabalho, por questões burocráticas do tipo de visto a ser retirado.

     Os tipos de intercâmbio oferecidos pela Agência Escola do curso de Turismo da UNIFRA são cursos de inglês com possibilidade de estágio, cuja duração mínima é de 6 meses. “São pacotes que vêm prontos para a agência e tem preço médio de US$5 mil.”, completa Niara. 

     Para fazer um intercâmbio o estudante de graduação deve procurar a Pró-Reitoria de Relações Internacionais ou o Núcleo de Turismo da instituição onde estuda. Escolas de inglês e agências de intercâmbio são opções para quem não está vinculado a uma universidade.
     

     Uma empresa bastante conhecida é a Education First, há 40 anos no ramo de intercâmbios estudantis. Originada na Estônia, hoje em dia atua em mais de 65 países no mundo inteiro e atende 3 milhões de alunos. Além das modalidades de intercâmbio mais conhecidas, oferece programas diferenciados como o Au Pair, no qual jovens estudam uma língua estrangeira e trabalham como babá em casas de família. 
    

     Outra agência tradicional é a STB – Student Travel Bureau. Com escritórios em todas as regiões do Brasil, oferece os mais variados tipos de intercâmbio estudantil e oportunidades de trabalho remunerado no exterior.

     Agora é escolher a melhor opção e ir atrás do seu sonho. Boa viagem! 

Fotos: Divulgação.

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 Se você é estudante, gosta de viajar e, além do orçamento apertado, tem que conviver com a falta de tempo, a opção mais acertada para conhecer outros lugares é o intercâmbio. Dividir o tempo entre estudos e conhecer pontos turísticos é algo certamente agradável. Os lugares mais escolhidos atualmente estão na Europa, onde  a diversidade cultural é grande. Para fazer a sua pesquisa sobre intercâmbio e começar a planejar a viagem, a ACS traz a matéria a seguir para orientá-lo. Confira.

     A primeira atitude a tomar é escolher o tempo de duração do curso para então optar por um local de destino. Para a Europa, cursos com duração menor que 3 meses não necessitam de visto.  Na América, é preciso dar entrada em um pedido de visto e agendar uma entrevista a ser feita em média 3 meses depois. Além dessas exigências, o custo da documentação é maior.”, diz a bacharel em Turismo Niara Meus, da UNIFRA Turismo – Agência Escola.


      Depois dos atentados de 11 de Setembro a entrada nos EUA tornou-se muito difícil. Então, a Inglaterra assumiu o posto de queridinha dos amantes da língua inglesa, afinal, é a terra-mãe do idioma e, além da gramática, pode-se estudar a cultura literária do país, que tem grandes autores como Shakespeare e J.R.R. Tolkien. Outro país muito procurado é o Canadá, segundo maior país em extensão territorial e ex-colônia inglesa, de onde herdou o inglês, uma de suas duas línguas oficiais. Ainda para estudar a língua anglo-saxônica, existe Malta, um arquipélago localizado no Mar Mediterrâneo, ao sul da Sicília.

      Também existem os lugares menos comuns na rota dos intercambistas, desde países clássicos como Itália e França até os mais exóticos como Rússia e China. Devido à popularização da língua espanhola e da cultura latina, Espanha e Argentina também têm sido destinos bastante escolhidos ultimamente.

     Para fazer um intercâmbio estudantil, é preciso estar cursando o Ensino Médio, Ensino Superior ou Pós-Graduação. Além do intercâmbio, existem outras maneiras de estudar no exterior, como cursos de línguas e cursos profissionalizantes; além dos “Work and Travel”, onde a pessoa que está inscrita no programa trabalha em algum estabelecimento no país que a recebe.

     Normalmente quem faz intercâmbio fica em uma casa de família no país anfitrião, pois assim tem chances maiores de conviver com a língua que está sendo aprendida, além de melhor assimilar os costumes locais e nacionais. Com a convivência em ambiente familiar, o intercambista também sente-se melhor acolhido. Porém, há quem prefira ficar em alojamentos que são habitados por estudantes dos mais variados lugares. Nesses locais chance de repartir o quarto com algum intercambista de outro país e expandir ainda mais o horizonte cultural.  

    Depois de acertados o destino e onde ficar, uma questão pertinente aos intercambistas é quanto ao trabalho remunerado. É possível um intercambista trabalhar? Sim! Em destinos como Reino Unido, o intercambista que ficará por mais de 6 meses tem direito a 20 horas semanais de emprego remunerado. Já em países como os EUA, a melhor pedida é sair do Brasil em um programa que assegure a vaga de trabalho, por questões burocráticas do tipo de visto a ser retirado.

     Os tipos de intercâmbio oferecidos pela Agência Escola do curso de Turismo da UNIFRA são cursos de inglês com possibilidade de estágio, cuja duração mínima é de 6 meses. “São pacotes que vêm prontos para a agência e tem preço médio de US$5 mil.”, completa Niara. 

     Para fazer um intercâmbio o estudante de graduação deve procurar a Pró-Reitoria de Relações Internacionais ou o Núcleo de Turismo da instituição onde estuda. Escolas de inglês e agências de intercâmbio são opções para quem não está vinculado a uma universidade.
     

     Uma empresa bastante conhecida é a Education First, há 40 anos no ramo de intercâmbios estudantis. Originada na Estônia, hoje em dia atua em mais de 65 países no mundo inteiro e atende 3 milhões de alunos. Além das modalidades de intercâmbio mais conhecidas, oferece programas diferenciados como o Au Pair, no qual jovens estudam uma língua estrangeira e trabalham como babá em casas de família. 
    

     Outra agência tradicional é a STB – Student Travel Bureau. Com escritórios em todas as regiões do Brasil, oferece os mais variados tipos de intercâmbio estudantil e oportunidades de trabalho remunerado no exterior.

     Agora é escolher a melhor opção e ir atrás do seu sonho. Boa viagem! 

Fotos: Divulgação.