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8ª Mostra Sócio-Cultural de Santa Maria

A 8ª Mostra sócio-cultural é uma exposição de projetos e produtos das Organizações Sociais de Santa Maria. É uma parceria do colégio Marista Santa Maria e a ONG Parceiros Voluntários para ajudar a divulgar os trabalhos e ajudar financeiramente as organizações.

Desde que foi criada, em 2001, a mostra era realizada no mês de setembro, durante a Semana Farroupilha. Com a realização do 2º Fórum de Responsabilidade Social, da Ajesm, a data foi alterada para ser paralela ao Fórum, explica o coordenador do colégio e da mostra Edemir João Dal Bem.

Para a coordenadora da unidade Parceiros Voluntários, Eliane Anchieta, a relação dos voluntários com as organizações melhorou. A procura pelo voluntariado, na cidade, aumentou nesses últimos oito anos: “Cada um fazendo sua parte podemos viver melhor”, conta.

A exposição conta com 27 instituições: “O objetivo é divulgar o trabalho deles para poder vender e buscar subsídios para as organizações”, afirma Dal Bem.

Entre os grupos estão:

A Associação dos Amigos do Hospital Universitário de Santa Maria, AAHUSM, criada há quatro anos por pessoas da comunidade preocupadas em manter o hospital e com qualidade. Hoje os Amigos atendem as necessidades do HUSM, como explica Ana Lúcia Pires, com alimentos, enxovais, macas, medicamentos, “auxílio quando é necessário permanecer na cidade e até passagens interurbanas”, complementa Jocelen Dalcin. A AAHUSM se mantêm através de doações, mensalidades e brechós. A equipe é formada por voluntários. Loiva Lima afirma que precisam de mais voluntários. Quem quiser ajudar pode ir no andar térreo do Hospital, das 14h às 17h todos os dias.

 A Escola Antônio Francisco Lisbôa oferece quatro oficinas, três grupos de convivência e dois grupos alternativos aos alunos com necessidades especiais. A professora Celina Nunes ressalta que são oficinas de pintura em caixas e vidros, reciclagem de papel e de caixas de papelão, bordados, colagem e embalagens de presente. A professora Vanusa Zimmerman esclarece que os grupos alternativos são de terapia ocupacional e socialização.

 

 A Associação Leon Denis atende pessoas que fazem tratamento de câncer, HIV e outras patologias no Hospital Universitário. A presidente da casa conta que atendem em média 400 pessoas por mês com a finalidade de acolher, alimentar e dar apoio religioso. O trabalho é voluntário e depende de doações e da venda de roupas do brechó.

O Instituto Salmo 23 de Apoio Social trata pessoas com dependência química, de 12 até 60 anos.  A diretora Neida de Ávila conta que possuem 30 ‘pacientes’ internos. Eles trabalham com artesanato, marcenaria, horta e oficina de construção. O Instituto age sobre a tríade oração, trabalho e disciplina.

  O Centro de Apoio à Criança com Câncer (CACC) – funciona junto ao Hospital Universitário de Santa Maria. A voluntária Cleusa Ardais  diz que “É uma causa nobre que vale a pena”. No Centro, trabalham funcionários e voluntários. As crianças e acompanhantes de fora da cidade têm apoio psicológico e material e recebem assistência social – hospedagem e alimentação. Para descontrair e tornar o ambiente menos tenso os acompanhantes podem fazer oficinas de artesanato.

 

 

 A Sociedade Lar de Joaquina é uma escola que oferece aulas de 1ª a 4ª série, pela manhã; e aulas de reforço e oficinas, à tarde. A coordenadora Neusa Pereira cita aulas de música e dança, e as oficinas de costura, bordado, artesanato e pintura: “Tudo que é produzido é revertido para a escola, já que as crianças passam o dia lá”. São 20 voluntários que trabalham com as crianças, mais 10 que fazem a triagem das doações para separar o que vai para o brechó.

 

 A OCA é uma organização cultural e ambientalista que  oferece atividades a estudantes carentes em horário oposto ao de aula. A secretária Gláucia Josende conta que são aulas de dança, artes plásticas, teatro musical e informática, na maioria das vezes nas escolas. Poucos vão à sede. O projeto nasceu há cinco anos, em Porto Alegre ,e está há três anos na cidade.

 

 

 A Associação de Pais e Amigos dos ExcepcionaisAPAE – trabalha com oficinas e grupos distribuídos conforme as condições de cada portador de necessidades especiais. A diretora pedagógica da escola, Mara Piveta, conta que alguns alunos têm alfabetização, outros fazem oficias de artesanato, marcenaria, informática e padaria. Lá também preparam os alunos para o mercado de trabalho: “25 dos nossos alunos já estão empregados”, conta Mara. O lucro das produções é revertido a cada oficina.

 

A 8ª Mostra sócio-cultural pode ser conferida até as 18h, no Colégio Marista Santa Maria. À partir das 19h30min, a presidente da Parceiros Voluntários do Rio Grande do Sul, Maria Elena Johannpeter, faz palestra para encerrar o Fórum de Responsabilidade Social.

 

 

 

 

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A 8ª Mostra sócio-cultural é uma exposição de projetos e produtos das Organizações Sociais de Santa Maria. É uma parceria do colégio Marista Santa Maria e a ONG Parceiros Voluntários para ajudar a divulgar os trabalhos e ajudar financeiramente as organizações.

Desde que foi criada, em 2001, a mostra era realizada no mês de setembro, durante a Semana Farroupilha. Com a realização do 2º Fórum de Responsabilidade Social, da Ajesm, a data foi alterada para ser paralela ao Fórum, explica o coordenador do colégio e da mostra Edemir João Dal Bem.

Para a coordenadora da unidade Parceiros Voluntários, Eliane Anchieta, a relação dos voluntários com as organizações melhorou. A procura pelo voluntariado, na cidade, aumentou nesses últimos oito anos: “Cada um fazendo sua parte podemos viver melhor”, conta.

A exposição conta com 27 instituições: “O objetivo é divulgar o trabalho deles para poder vender e buscar subsídios para as organizações”, afirma Dal Bem.

Entre os grupos estão:

A Associação dos Amigos do Hospital Universitário de Santa Maria, AAHUSM, criada há quatro anos por pessoas da comunidade preocupadas em manter o hospital e com qualidade. Hoje os Amigos atendem as necessidades do HUSM, como explica Ana Lúcia Pires, com alimentos, enxovais, macas, medicamentos, “auxílio quando é necessário permanecer na cidade e até passagens interurbanas”, complementa Jocelen Dalcin. A AAHUSM se mantêm através de doações, mensalidades e brechós. A equipe é formada por voluntários. Loiva Lima afirma que precisam de mais voluntários. Quem quiser ajudar pode ir no andar térreo do Hospital, das 14h às 17h todos os dias.

 A Escola Antônio Francisco Lisbôa oferece quatro oficinas, três grupos de convivência e dois grupos alternativos aos alunos com necessidades especiais. A professora Celina Nunes ressalta que são oficinas de pintura em caixas e vidros, reciclagem de papel e de caixas de papelão, bordados, colagem e embalagens de presente. A professora Vanusa Zimmerman esclarece que os grupos alternativos são de terapia ocupacional e socialização.

 

 A Associação Leon Denis atende pessoas que fazem tratamento de câncer, HIV e outras patologias no Hospital Universitário. A presidente da casa conta que atendem em média 400 pessoas por mês com a finalidade de acolher, alimentar e dar apoio religioso. O trabalho é voluntário e depende de doações e da venda de roupas do brechó.

O Instituto Salmo 23 de Apoio Social trata pessoas com dependência química, de 12 até 60 anos.  A diretora Neida de Ávila conta que possuem 30 ‘pacientes’ internos. Eles trabalham com artesanato, marcenaria, horta e oficina de construção. O Instituto age sobre a tríade oração, trabalho e disciplina.

  O Centro de Apoio à Criança com Câncer (CACC) – funciona junto ao Hospital Universitário de Santa Maria. A voluntária Cleusa Ardais  diz que “É uma causa nobre que vale a pena”. No Centro, trabalham funcionários e voluntários. As crianças e acompanhantes de fora da cidade têm apoio psicológico e material e recebem assistência social – hospedagem e alimentação. Para descontrair e tornar o ambiente menos tenso os acompanhantes podem fazer oficinas de artesanato.

 

 

 A Sociedade Lar de Joaquina é uma escola que oferece aulas de 1ª a 4ª série, pela manhã; e aulas de reforço e oficinas, à tarde. A coordenadora Neusa Pereira cita aulas de música e dança, e as oficinas de costura, bordado, artesanato e pintura: “Tudo que é produzido é revertido para a escola, já que as crianças passam o dia lá”. São 20 voluntários que trabalham com as crianças, mais 10 que fazem a triagem das doações para separar o que vai para o brechó.

 

 A OCA é uma organização cultural e ambientalista que  oferece atividades a estudantes carentes em horário oposto ao de aula. A secretária Gláucia Josende conta que são aulas de dança, artes plásticas, teatro musical e informática, na maioria das vezes nas escolas. Poucos vão à sede. O projeto nasceu há cinco anos, em Porto Alegre ,e está há três anos na cidade.

 

 

 A Associação de Pais e Amigos dos ExcepcionaisAPAE – trabalha com oficinas e grupos distribuídos conforme as condições de cada portador de necessidades especiais. A diretora pedagógica da escola, Mara Piveta, conta que alguns alunos têm alfabetização, outros fazem oficias de artesanato, marcenaria, informática e padaria. Lá também preparam os alunos para o mercado de trabalho: “25 dos nossos alunos já estão empregados”, conta Mara. O lucro das produções é revertido a cada oficina.

 

A 8ª Mostra sócio-cultural pode ser conferida até as 18h, no Colégio Marista Santa Maria. À partir das 19h30min, a presidente da Parceiros Voluntários do Rio Grande do Sul, Maria Elena Johannpeter, faz palestra para encerrar o Fórum de Responsabilidade Social.