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Santa Maria, RS, Brazil

A rota da exploração sexual em SM

O ano de 2008 encerra e dá lugar à esperança, sempre renovada, de mudanças. Entre as mais necessárias está a de  proteger a infância e a adolescência. Neste 31, último dia do ano, a equipe da ACS  publica o site com a reportagem especial sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes na cidade de Santa Maria, RS.

Entre 2007 e 2008, uma equipe de repórteres-aprendizes percorreu as ruas e estradas que delimitam a cidade. Descobriram onde, como e quem integra a rede de exploração sexual comercial, que não distingue crianças e adolescentes de adultos. Souberam também que a mulher que hoje se prostitui, foi prostituída na infância ou na adolescência  por adultos, em geral, próximos, e que o ciclo  não se fecha no simples querer. Constataram, ainda, que as meninas entrevistadas são absolutamente vulneráveis e vivem sem nenhuma perspectiva de futuro. Apuraram que a rede de proteção é falha, seja pela desatenção dos responsáveis pelo gerenciamento das políticas públicas, seja pelo despreparo da sociedade para lidar com dados de uma realidade que ela mesma constrói. Vivenciaram a sensação da impotência que decorre deste tipo de trabalho investigativo e a esperança due a matéria-denúncia traz.

O site fica no ar. Com ele o convite à navegação e a esperança de que a administração pública dê a atenção devida ao problema.

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O ano de 2008 encerra e dá lugar à esperança, sempre renovada, de mudanças. Entre as mais necessárias está a de  proteger a infância e a adolescência. Neste 31, último dia do ano, a equipe da ACS  publica o site com a reportagem especial sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes na cidade de Santa Maria, RS.

Entre 2007 e 2008, uma equipe de repórteres-aprendizes percorreu as ruas e estradas que delimitam a cidade. Descobriram onde, como e quem integra a rede de exploração sexual comercial, que não distingue crianças e adolescentes de adultos. Souberam também que a mulher que hoje se prostitui, foi prostituída na infância ou na adolescência  por adultos, em geral, próximos, e que o ciclo  não se fecha no simples querer. Constataram, ainda, que as meninas entrevistadas são absolutamente vulneráveis e vivem sem nenhuma perspectiva de futuro. Apuraram que a rede de proteção é falha, seja pela desatenção dos responsáveis pelo gerenciamento das políticas públicas, seja pelo despreparo da sociedade para lidar com dados de uma realidade que ela mesma constrói. Vivenciaram a sensação da impotência que decorre deste tipo de trabalho investigativo e a esperança due a matéria-denúncia traz.

O site fica no ar. Com ele o convite à navegação e a esperança de que a administração pública dê a atenção devida ao problema.