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Cruzamento conturbado pode ter semáforo

 Trânsito confuso, problemas para atravessar a rua e veículos parados em cima da faixa de segurança. Estas são algumas das conseqüências da falta de sinalização em Santa Maria. Dentre os cruzamentos da cidade, a ACS foi em busca de um caso específico, que ocorre na intersecção entre as ruas Silva Jardim e Duque de Caxias, bem perto da Unifra. A boa notícia é que um projeto da prefeitura propõe a instalação de um semáforo no local.

Fica difícil para o pedestre atravessar a Duque de Caxias em horários de pico, quando o tráfego de veículos é intenso. As placas não são suficientes para organizar a passagem de quem anda a pé ou de carro e a confluência com a rua do Rosário se soma ao transtorno.

Para confirmar a situação, o mototaxista Rodrigo Duarte argumenta que o tráfego na travessa é bastante complicado, por ser de mão dupla: "A hora em que as crianças saem da escola, tudo congestiona. É um caos, a fiscalização é precária e não há preocupação com a segurança". Duarte diz que já presenciou vários acidentes envolvendo desde motocicletas até caminhões. Para ele, a colocação de uma sinaleira, o reforço das demarcações e a permissão para estacionar apenas de um lado da Silva Jardim amenizariam as dificuldades.

  

 
Aos descontentes que passam pelo ponto todos os dias, uma boa notícia: a Prefeitura Municipal possui um projeto concreto, por meio do ProMob (Projeto de Mobilidade Urbana), que propõe a instalação de um semáforo no local. De acordo com o diretor da secretaria de Trânsito,Transporte e Mobilidade Urbana, Renato Ferreira, e com o coordenador da equipe de semáforo, Clauber Camargo, o prazo para as colocações ainda não está definido porque depende do governo Federal, mas contam que o levantamento de custo do equipamento para a aquisição do material já foi feito.

Ferreira e Camargo afirmam que ainda há todo um processo que deverá ser concluído a cerca das permissões e das avaliações das ruas e do tempo para a sinaleira de acordo com o fluxo, além de critérios que levam em conta o número de colisões já ocorridas no lugar e os dados sobre a movimentação. Eles ainda revelam que um dos critérios impostos não é levado em consideração por ser absurdo. Nele, está estipulado que para a instalação do semáforo deveria haver cinco vítimas fatais no local.

Para o diretor, a demanda maior no caso da rua Silva Jardim, parece ser dos pedestres, pois acredita que a maioria dos motoristas tem a consciência de que devem diminuir a velocidade em horários de grande movimento, em função da universidade e das escolas que se situam aos arredores. Conforme ele, o maior número de solicitações para a instalação de uma sinaleira é no cruzamento das ruas Duque de Caxias com João Baptista.

Foto: Vinicius Freitas (Núcleo de Fotografia e Memória) 

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 Trânsito confuso, problemas para atravessar a rua e veículos parados em cima da faixa de segurança. Estas são algumas das conseqüências da falta de sinalização em Santa Maria. Dentre os cruzamentos da cidade, a ACS foi em busca de um caso específico, que ocorre na intersecção entre as ruas Silva Jardim e Duque de Caxias, bem perto da Unifra. A boa notícia é que um projeto da prefeitura propõe a instalação de um semáforo no local.

Fica difícil para o pedestre atravessar a Duque de Caxias em horários de pico, quando o tráfego de veículos é intenso. As placas não são suficientes para organizar a passagem de quem anda a pé ou de carro e a confluência com a rua do Rosário se soma ao transtorno.

Para confirmar a situação, o mototaxista Rodrigo Duarte argumenta que o tráfego na travessa é bastante complicado, por ser de mão dupla: "A hora em que as crianças saem da escola, tudo congestiona. É um caos, a fiscalização é precária e não há preocupação com a segurança". Duarte diz que já presenciou vários acidentes envolvendo desde motocicletas até caminhões. Para ele, a colocação de uma sinaleira, o reforço das demarcações e a permissão para estacionar apenas de um lado da Silva Jardim amenizariam as dificuldades.

  

 
Aos descontentes que passam pelo ponto todos os dias, uma boa notícia: a Prefeitura Municipal possui um projeto concreto, por meio do ProMob (Projeto de Mobilidade Urbana), que propõe a instalação de um semáforo no local. De acordo com o diretor da secretaria de Trânsito,Transporte e Mobilidade Urbana, Renato Ferreira, e com o coordenador da equipe de semáforo, Clauber Camargo, o prazo para as colocações ainda não está definido porque depende do governo Federal, mas contam que o levantamento de custo do equipamento para a aquisição do material já foi feito.

Ferreira e Camargo afirmam que ainda há todo um processo que deverá ser concluído a cerca das permissões e das avaliações das ruas e do tempo para a sinaleira de acordo com o fluxo, além de critérios que levam em conta o número de colisões já ocorridas no lugar e os dados sobre a movimentação. Eles ainda revelam que um dos critérios impostos não é levado em consideração por ser absurdo. Nele, está estipulado que para a instalação do semáforo deveria haver cinco vítimas fatais no local.

Para o diretor, a demanda maior no caso da rua Silva Jardim, parece ser dos pedestres, pois acredita que a maioria dos motoristas tem a consciência de que devem diminuir a velocidade em horários de grande movimento, em função da universidade e das escolas que se situam aos arredores. Conforme ele, o maior número de solicitações para a instalação de uma sinaleira é no cruzamento das ruas Duque de Caxias com João Baptista.

Foto: Vinicius Freitas (Núcleo de Fotografia e Memória)