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Decisão sobre greve dos Correios pode sair amanhã

O Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos da Região Central continua o apoio à greve nacional da categoria. A decisão foi tomada em assembléia dos funcionários hoje, sexta-feira, às 16h, na sede dos Correios na Rua Venâncio Aires.

“O que foi oferecido é bom, só que tínhamos um termo de compromisso com a empresa e a federação que infelizmente não foi cumprido”, afirma João Renato dos Santos Freitas, 51 anos, secretário geral do Sindicato dos Correios da Região Central.

O acordo mencionado por Freitas foi firmado em novembro de 2007 pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, e pelo presidente dos Correios, Carlos Henrique Custódio, que previa a oficialização do pagamento da periculosidade, adicional noturno, no valor de 30% do salário base aos carteiros. Na época, a reivindicação foi colocada na forma de abono emergencial para que os funcionários voltassem às atividades e viria  a ser regular a partir de março deste ano, o que não aconteceu.

 Entre as exigências dos funcionários estão o esclarecimento sobre o modo como é distribuída a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e sobre contratação de pessoal, além de melhores condições de trabalho.   

A tensão dos funcionários para a votação é pela desconfiança que o governo descumpra o acordo novamente. Caso isso aconteça, uma nova paralisação está prevista para junho. A decisão final quanto à continuação da greve será tomada amanhã, em nova assembléia no mesmo local, às 10h.

Fotos: Francine Boijnk (Núcleo de Fotografia e Memória) 

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O Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos da Região Central continua o apoio à greve nacional da categoria. A decisão foi tomada em assembléia dos funcionários hoje, sexta-feira, às 16h, na sede dos Correios na Rua Venâncio Aires.

“O que foi oferecido é bom, só que tínhamos um termo de compromisso com a empresa e a federação que infelizmente não foi cumprido”, afirma João Renato dos Santos Freitas, 51 anos, secretário geral do Sindicato dos Correios da Região Central.

O acordo mencionado por Freitas foi firmado em novembro de 2007 pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, e pelo presidente dos Correios, Carlos Henrique Custódio, que previa a oficialização do pagamento da periculosidade, adicional noturno, no valor de 30% do salário base aos carteiros. Na época, a reivindicação foi colocada na forma de abono emergencial para que os funcionários voltassem às atividades e viria  a ser regular a partir de março deste ano, o que não aconteceu.

 Entre as exigências dos funcionários estão o esclarecimento sobre o modo como é distribuída a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e sobre contratação de pessoal, além de melhores condições de trabalho.   

A tensão dos funcionários para a votação é pela desconfiança que o governo descumpra o acordo novamente. Caso isso aconteça, uma nova paralisação está prevista para junho. A decisão final quanto à continuação da greve será tomada amanhã, em nova assembléia no mesmo local, às 10h.

Fotos: Francine Boijnk (Núcleo de Fotografia e Memória)