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A Confraria chega à maturidade

 A maturidade chega para todos, inclusive para as páginas poéticas escritas pela Casa do Poeta de Santa Maria, onde a única exigência para fazer parte é gostar de poesia. Simples assim.
 
Uma janela que protege emoções que viram poesia. Essa foi a metáfora usada pela poeta Denise Reis para definir a capa do livro Confraria (in)verso VII, lançado na última quinta-feira, dia 30, pela Casa do Poeta de Santa Maria (CAPOSM). A obra, que já é um clássico da feira, esse ano teve novidades.
 
“A Casa está mais madura.Tivemos um maior cuidado com a seleção dos poemas. Tentamos ser mais apurados, pois queremos, antes de tudo, oferecer poesia de qualidade ao público”, conta Haydée Hostin Lima, que está na Casa do Poeta desde a sua fundação, em 2002.

Com um grupo de poetas que vai, nas palavras da própria Haydée, dos 9 aos 90 anos, a entidade diz estar feliz com as vendas deste ano. “As vendas estão boas, dentro da média, se levarmos em conta que estamos no fim do mês. Os autores locais sempre vendem bastante, principalmente os infantis”, afirma Bira Anchieta, integrante da Casa e participante do Confraria desde sua primeira edição.

 

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 A maturidade chega para todos, inclusive para as páginas poéticas escritas pela Casa do Poeta de Santa Maria, onde a única exigência para fazer parte é gostar de poesia. Simples assim.
 
Uma janela que protege emoções que viram poesia. Essa foi a metáfora usada pela poeta Denise Reis para definir a capa do livro Confraria (in)verso VII, lançado na última quinta-feira, dia 30, pela Casa do Poeta de Santa Maria (CAPOSM). A obra, que já é um clássico da feira, esse ano teve novidades.
 
“A Casa está mais madura.Tivemos um maior cuidado com a seleção dos poemas. Tentamos ser mais apurados, pois queremos, antes de tudo, oferecer poesia de qualidade ao público”, conta Haydée Hostin Lima, que está na Casa do Poeta desde a sua fundação, em 2002.

Com um grupo de poetas que vai, nas palavras da própria Haydée, dos 9 aos 90 anos, a entidade diz estar feliz com as vendas deste ano. “As vendas estão boas, dentro da média, se levarmos em conta que estamos no fim do mês. Os autores locais sempre vendem bastante, principalmente os infantis”, afirma Bira Anchieta, integrante da Casa e participante do Confraria desde sua primeira edição.