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Santa Maria, RS, Brazil

Profissionais e estudantes expõem sua indignação

Confira aqui as diversas manifestações recebidas pela Agência CentralSul sobre a decisão do STF que derrubou a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista:
 
O movimento Jornalistas por Formação RS condena a decisão do Supremo Tribunal Federal, que julgou dispensável a exigência do diploma de jornalista para exercício da profissão. Por oito votos a um, o STF derrubou a regulamentação do jornalismo, porém o movimento estudantil pró-diploma se articula em todo o Estado para mostrar aos ministros a indignação e inquietação frente às decisões que afetam os pilares da sociedade brasileira.
A luta de classe e estudantil é essencial para a organização e manutenção dos direitos trabalhistas e sociais no Brasil. O papel de comunicador é base para a construção de uma sociedade livre, plural e democrática, pois é através das informações que evoluímos e exercemos a cidadania.
Sociedade: Exija um jornalista com diploma, garanta seu direito a informações verazes, sérias e de qualidade!

Jornalista diplomado, cidadão de fato!

Movimento Jornalistas por Formação RS

 
 
Esses senhores ministros do STF são visível e lamentavelmente despreparados para julgar o que julgam acerca de nossa capacitação e compromisso profissional. Acham-se no direito expor nossa formação e esforço como inválidos e conseguiram, afinal, colocar por terra 40 anos de uma conquista histórica para a classe. Ocorre que nem mesmo a sua profissão eles conseguem honrar – e nem estou falando de ser ministro, falo de uma das caraterísticas básicas de um bom advogado mesmo: o uso de argumentos consistentes. Do alto de sua ignorância em relação à atuação jornalística, no comodismo de suas cadeiras ministeriais, derrubam nosso diploma igualando-nos absurdamente a cozinheiros amadores e a artistas (que por sua vez têm outra gama de conhecimentos necessários para atuar). Claro, pode haver jornalistas que também sejam cozinheiros, atores e/ou poetas, mas destaque-se que cada um desses ofícios impõe, sim, um lastro de competências necessárias a qualquer profissional que os queira representar.
 
Claro, há que se destacar a falta de consciência de uma classe em que, nos últimos tempos, salientam-se os egos inflados por uma ilusão de glamour ou mesmo por uma arrogância e ilusão de auto-suficiência incompatíveis com a força necessária à militância que a profissão merece nesse momento. Chegamos aonde nos fizeram chegar justamente pela falta de noção de campo, de grupo, de (auto)valorização. Mostremos que nossa longa formação contempla sim a amplitude de competências fundamentais ao jornalismo, incluídos todos os pontos citados pelos desinformados ministros, como a formação teórica, ética e técnica. Mostremos que nossa militância e paixão pela profissão não se foi com o fim da ditadura. Mostremos que todos aqueles que morreram no digno exercício do jornalismo não se foram em vão. Tenhamos a hombridade de fazer valer um diploma sem o qual nos tornaríamos potenciais assassinos da verdadeira democracia, de reputações e de almas, assim como o médico sem diploma seria um assassino de corpos.
 
Carla Torres
Jornalista e professora de Jornalismo

 

 
 
Só temos a lamentar pela sociedade, pois é por ela que trabalhamos. É por acreditar na importância da qualidade de informação que passamos anos estudando e entendendo como funciona uma notícia. Sim, porque a notícia não é um produto qualquer, ela é o que alimenta a vida em sociedade. Você faria uma cirurgia com um médico que não é formado e que pode acabar com a sua vida? Pois saibam, meus amigos, que um jornalismo mal feito, praticado por pessoas incapazes, também destrói vidas.

Diploma não é garantia de perfeição, como sugeriu o Excelentíssimo Ministro Gilmar Mendes e nada trará a perfeição, nem um diploma de advogado, de médico, de engenheiro. Mas a academia trará sim, segurança, direitos e obrigações do profissional com a sociedade.

Uma pena, mais uma perda. Quem ainda quer ver esse país crescer e acredita que educação não é o caminho, desvie por favor, pra lá, pra bem longe do desenvolvimento. STF: mais uma de nossas vergonhas.

Laura Flain Píffero
Jornalista por formação

 

A partir de hoje sou jornalista, formada pelo STF. Não exigir diploma é um retrocesso. Se ele não fosse importante, professor não precisaria cursar Letras ou Pedagodia, qualquer um poderia alfabetizar as crianças nas escolas. As instituições de ensino superior, principalmente as privadas, deveriam se unir e recorrer da decisão.

Alice Dutra Balbé 

estudante de Jornalismo

 

Viver no Brasil é cair na contradição e perder referências. Políticos socialistas que viram neoliberais, justiça que liberta jovens por matar os pais quando a lei pede punição, ou auxílios financeiros para resolver problemas a curto prazo enquanto a regra pede soluções para todos e eternas enquanto dure. A mais nova contradição se deu nesta última quarta-feira. Um país cujos governantes liberam milhões de reais para investir na educação e estar entre as dez maiores potências do mundo na educação, desregulamenta uma profissão que é um dos pilares que rege a sociedade brasileira. Contraditório, não? Mas se achas que eu me contradigo, quem pode me culpar? Estou protegida pela falecida lei de imprensa e agora tenho autoridade para falar…

Flávia Alli

estudante de Jornalismo

 

Esse argumento de que a obrigatoriedade do diploma é um obstáculo à liberdade de expressão é lamentável. Por acaso alguém era proibido de escrever/falar em jornal caso não fosse jornalista? A diferença é que o público podia saber claramente o que era opinião ou livre expressão. Outro argumento é que o diploma n
ão garante a ética. Então se tira o diploma e isso vai garantir o compromisso com a informação? Não seria melhor instituir um exame como o da OAB, por exemplo? Pela lógica dos ministros, os advogados que precisam de diploma e exame e, ainda assim, passam a perna nos clientes, não precisam mais nem de curso superior. Assim como outros profissionais cujos ofícios não têm “nenhum risco que decorra do desconhecimento de alguma verdade científica”, como defendeu o ministro Cezar Peluso. Será que esse tipo de decisão tem algo a ver com o fato dos jornalistas descobrirem e divulgarem muitas coisas que os poderosos preferiam que ficassem escondidas? Se não, vamos esperar pela desregulamentação de muitas profissões!

 

Emilia Maria

jornalista egressa da 1ª turma de Jornalismo da Unifra

 

Realmente, o sentimento é de incredulidade. Saber que apenas um dos 9 ministros presentes na votação defende a permanência do diploma é, no mínimo, revoltante para nós que estudamos e nos preparamos para ser jornalistas (de canudo na mão). Mas mais revoltante ainda são as justificativas de que o direito à informação está restrito. Me pergunto agora o por quê da criação das faculdades de comunicação. Deve ser por que em certa época houve a necessidade desta base teórica e prática. O que acontece agora, então? Estamos retrocedendo? A academia só acrescenta e contribui na formação de profissionais conscientes do compromisso que terão com o público, colaborando com bases essenciais para a informação de qualidade. E é assim que vai continuar, sendo por meio de jornais, revistas, blogs, sites, portais, rádios, TVs e outras mídias que ainda possam surgir.

 

Maitê Vallejos

estudante de Jornalismo

 

Eu tinha 5 anos e queria entender o mundo, conversar com as pessoas e descobrir suas histórias. Mais ainda: contar essas histórias pra que elas sirvam de exemplo, toquem as pessoas e nos façam acordar a cada manhã com coragem para colocar em prática o que até ontem parecia impossível.

Eu tinha 17 anos e não tive medo de ir lá e escolher, quero fazer jornalismo. Fazer a inscrição no vestibular foi como assinar um documento dizendo que eu estava disposta a passar quatro anos aprendendo a escrever, editar, informar, discutindo com os colegas e professores qual a melhor maneira de chegar até o leitor e fazê-lo pensar sobre determinado assunto.

Eu tenho 22 anos e estou prestes a me formar em jornalismo.  Daí vem o STF, me pega pela mão e diz “minha filha, não precisa mais. Esquece esse teu TFG e vai tentar uma vaga num jornal”. Apesar da educação que minha família me deu, tenho que ser indelicada. Querido STF, muito obrigada pelo conselho mas eu não quero ser mais um picareta para a coleção do meu país. Jornalista de verdade, tem diploma. Os outros, depois de alguns artigos de péssima categoria, são eleitos e vão trabalhar em Brasília.

 
Bianca Zasso
formanda de Jornalismo
 

Numa realidade social em que se tenta a todo custo – ou pelo menos se deveria tentar- investir em educação nos diversos níveis do ensino, incluindo aí o ensino superior, os ministros aprovam por maioria a desnecessidade de formação profissional para o exercício do jornalismo. Dos 11 ministros, 8 votaram a favor, um votou contra e dois não participaram do julgamento. Nas palavras do ministro Carlos Ayres Britto “Ela – atividade jornalística- se disponibiliza para os vocacionados, para os que têm intimidade com a palavra”. Qual profissão não se disponibiliza aos vocacionados? Toda e qualquer atividade profissional requer vocação de quem a exerce. Abaixo o diploma! Fechem as universidades! Vocação é o que importa, não o conhecimento. Sustento as palavras do ministro Marco Aurélio Mello – único a votar contra o fim do diploma – quando diz que são necessários conhecimentos técnicos para o exercício da profissão. Não sou jornalista e como cidadã sinto-me aflita pelas futuras notícias que terei conhecimento – isso se continuar comprando jornal, ouvindo rádio, assistindo TV.  

Laura Hartmann (Relações Públicas/Conrerp 2890 RS/SC)

 

 

 



 

 Leia mais opiniões sobre a decisão do TSF e a indignação da sociedade:

– artigo de Leandro Fortes

Agência Brasil

 

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Confira aqui as diversas manifestações recebidas pela Agência CentralSul sobre a decisão do STF que derrubou a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista:
 
O movimento Jornalistas por Formação RS condena a decisão do Supremo Tribunal Federal, que julgou dispensável a exigência do diploma de jornalista para exercício da profissão. Por oito votos a um, o STF derrubou a regulamentação do jornalismo, porém o movimento estudantil pró-diploma se articula em todo o Estado para mostrar aos ministros a indignação e inquietação frente às decisões que afetam os pilares da sociedade brasileira.
A luta de classe e estudantil é essencial para a organização e manutenção dos direitos trabalhistas e sociais no Brasil. O papel de comunicador é base para a construção de uma sociedade livre, plural e democrática, pois é através das informações que evoluímos e exercemos a cidadania.
Sociedade: Exija um jornalista com diploma, garanta seu direito a informações verazes, sérias e de qualidade!

Jornalista diplomado, cidadão de fato!

Movimento Jornalistas por Formação RS

 
 
Esses senhores ministros do STF são visível e lamentavelmente despreparados para julgar o que julgam acerca de nossa capacitação e compromisso profissional. Acham-se no direito expor nossa formação e esforço como inválidos e conseguiram, afinal, colocar por terra 40 anos de uma conquista histórica para a classe. Ocorre que nem mesmo a sua profissão eles conseguem honrar – e nem estou falando de ser ministro, falo de uma das caraterísticas básicas de um bom advogado mesmo: o uso de argumentos consistentes. Do alto de sua ignorância em relação à atuação jornalística, no comodismo de suas cadeiras ministeriais, derrubam nosso diploma igualando-nos absurdamente a cozinheiros amadores e a artistas (que por sua vez têm outra gama de conhecimentos necessários para atuar). Claro, pode haver jornalistas que também sejam cozinheiros, atores e/ou poetas, mas destaque-se que cada um desses ofícios impõe, sim, um lastro de competências necessárias a qualquer profissional que os queira representar.
 
Claro, há que se destacar a falta de consciência de uma classe em que, nos últimos tempos, salientam-se os egos inflados por uma ilusão de glamour ou mesmo por uma arrogância e ilusão de auto-suficiência incompatíveis com a força necessária à militância que a profissão merece nesse momento. Chegamos aonde nos fizeram chegar justamente pela falta de noção de campo, de grupo, de (auto)valorização. Mostremos que nossa longa formação contempla sim a amplitude de competências fundamentais ao jornalismo, incluídos todos os pontos citados pelos desinformados ministros, como a formação teórica, ética e técnica. Mostremos que nossa militância e paixão pela profissão não se foi com o fim da ditadura. Mostremos que todos aqueles que morreram no digno exercício do jornalismo não se foram em vão. Tenhamos a hombridade de fazer valer um diploma sem o qual nos tornaríamos potenciais assassinos da verdadeira democracia, de reputações e de almas, assim como o médico sem diploma seria um assassino de corpos.
 
Carla Torres
Jornalista e professora de Jornalismo

 

 
 
Só temos a lamentar pela sociedade, pois é por ela que trabalhamos. É por acreditar na importância da qualidade de informação que passamos anos estudando e entendendo como funciona uma notícia. Sim, porque a notícia não é um produto qualquer, ela é o que alimenta a vida em sociedade. Você faria uma cirurgia com um médico que não é formado e que pode acabar com a sua vida? Pois saibam, meus amigos, que um jornalismo mal feito, praticado por pessoas incapazes, também destrói vidas.

Diploma não é garantia de perfeição, como sugeriu o Excelentíssimo Ministro Gilmar Mendes e nada trará a perfeição, nem um diploma de advogado, de médico, de engenheiro. Mas a academia trará sim, segurança, direitos e obrigações do profissional com a sociedade.

Uma pena, mais uma perda. Quem ainda quer ver esse país crescer e acredita que educação não é o caminho, desvie por favor, pra lá, pra bem longe do desenvolvimento. STF: mais uma de nossas vergonhas.

Laura Flain Píffero
Jornalista por formação

 

A partir de hoje sou jornalista, formada pelo STF. Não exigir diploma é um retrocesso. Se ele não fosse importante, professor não precisaria cursar Letras ou Pedagodia, qualquer um poderia alfabetizar as crianças nas escolas. As instituições de ensino superior, principalmente as privadas, deveriam se unir e recorrer da decisão.

Alice Dutra Balbé 

estudante de Jornalismo

 

Viver no Brasil é cair na contradição e perder referências. Políticos socialistas que viram neoliberais, justiça que liberta jovens por matar os pais quando a lei pede punição, ou auxílios financeiros para resolver problemas a curto prazo enquanto a regra pede soluções para todos e eternas enquanto dure. A mais nova contradição se deu nesta última quarta-feira. Um país cujos governantes liberam milhões de reais para investir na educação e estar entre as dez maiores potências do mundo na educação, desregulamenta uma profissão que é um dos pilares que rege a sociedade brasileira. Contraditório, não? Mas se achas que eu me contradigo, quem pode me culpar? Estou protegida pela falecida lei de imprensa e agora tenho autoridade para falar…

Flávia Alli

estudante de Jornalismo

 

Esse argumento de que a obrigatoriedade do diploma é um obstáculo à liberdade de expressão é lamentável. Por acaso alguém era proibido de escrever/falar em jornal caso não fosse jornalista? A diferença é que o público podia saber claramente o que era opinião ou livre expressão. Outro argumento é que o diploma n
ão garante a ética. Então se tira o diploma e isso vai garantir o compromisso com a informação? Não seria melhor instituir um exame como o da OAB, por exemplo? Pela lógica dos ministros, os advogados que precisam de diploma e exame e, ainda assim, passam a perna nos clientes, não precisam mais nem de curso superior. Assim como outros profissionais cujos ofícios não têm “nenhum risco que decorra do desconhecimento de alguma verdade científica”, como defendeu o ministro Cezar Peluso. Será que esse tipo de decisão tem algo a ver com o fato dos jornalistas descobrirem e divulgarem muitas coisas que os poderosos preferiam que ficassem escondidas? Se não, vamos esperar pela desregulamentação de muitas profissões!

 

Emilia Maria

jornalista egressa da 1ª turma de Jornalismo da Unifra

 

Realmente, o sentimento é de incredulidade. Saber que apenas um dos 9 ministros presentes na votação defende a permanência do diploma é, no mínimo, revoltante para nós que estudamos e nos preparamos para ser jornalistas (de canudo na mão). Mas mais revoltante ainda são as justificativas de que o direito à informação está restrito. Me pergunto agora o por quê da criação das faculdades de comunicação. Deve ser por que em certa época houve a necessidade desta base teórica e prática. O que acontece agora, então? Estamos retrocedendo? A academia só acrescenta e contribui na formação de profissionais conscientes do compromisso que terão com o público, colaborando com bases essenciais para a informação de qualidade. E é assim que vai continuar, sendo por meio de jornais, revistas, blogs, sites, portais, rádios, TVs e outras mídias que ainda possam surgir.

 

Maitê Vallejos

estudante de Jornalismo

 

Eu tinha 5 anos e queria entender o mundo, conversar com as pessoas e descobrir suas histórias. Mais ainda: contar essas histórias pra que elas sirvam de exemplo, toquem as pessoas e nos façam acordar a cada manhã com coragem para colocar em prática o que até ontem parecia impossível.

Eu tinha 17 anos e não tive medo de ir lá e escolher, quero fazer jornalismo. Fazer a inscrição no vestibular foi como assinar um documento dizendo que eu estava disposta a passar quatro anos aprendendo a escrever, editar, informar, discutindo com os colegas e professores qual a melhor maneira de chegar até o leitor e fazê-lo pensar sobre determinado assunto.

Eu tenho 22 anos e estou prestes a me formar em jornalismo.  Daí vem o STF, me pega pela mão e diz “minha filha, não precisa mais. Esquece esse teu TFG e vai tentar uma vaga num jornal”. Apesar da educação que minha família me deu, tenho que ser indelicada. Querido STF, muito obrigada pelo conselho mas eu não quero ser mais um picareta para a coleção do meu país. Jornalista de verdade, tem diploma. Os outros, depois de alguns artigos de péssima categoria, são eleitos e vão trabalhar em Brasília.

 
Bianca Zasso
formanda de Jornalismo
 

Numa realidade social em que se tenta a todo custo – ou pelo menos se deveria tentar- investir em educação nos diversos níveis do ensino, incluindo aí o ensino superior, os ministros aprovam por maioria a desnecessidade de formação profissional para o exercício do jornalismo. Dos 11 ministros, 8 votaram a favor, um votou contra e dois não participaram do julgamento. Nas palavras do ministro Carlos Ayres Britto “Ela – atividade jornalística- se disponibiliza para os vocacionados, para os que têm intimidade com a palavra”. Qual profissão não se disponibiliza aos vocacionados? Toda e qualquer atividade profissional requer vocação de quem a exerce. Abaixo o diploma! Fechem as universidades! Vocação é o que importa, não o conhecimento. Sustento as palavras do ministro Marco Aurélio Mello – único a votar contra o fim do diploma – quando diz que são necessários conhecimentos técnicos para o exercício da profissão. Não sou jornalista e como cidadã sinto-me aflita pelas futuras notícias que terei conhecimento – isso se continuar comprando jornal, ouvindo rádio, assistindo TV.  

Laura Hartmann (Relações Públicas/Conrerp 2890 RS/SC)

 

 

 



 

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– artigo de Leandro Fortes

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