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Quando a diversão vira profissão

 Não é raro encontrar uma criança que goste de desenhar. Antes mesmo de aprender a ler e escrever, os pequenos já ensaiam alguns rabiscos para representar o dia-a-dia, a família, as brincadeiras e tudo mais que a imaginação permitir. Já na escola, disciplinas como a Educação Artística procuram estimular a criatividade e a capacidade de expressão dos alunos. Porém, existem aqueles que, depois de adultos, escolhem transformar lápis, canetas, tintas e papéis em materiais de trabalho. São os desenhistas, cujo dia internacional se comemora em 15 de abril.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A estudante de Design, Luiza Arigoni, conhece bem esta história. Ela conta que herdou da mãe o gosto pelas artes e desde muito cedo começou a praticar. Mas foi na faculdade que a acadêmica do 5º semestre da Unifra pode lapidar esta habilidade e transformá-la em profissão. “Desde novinha sempre gostei de desenhar, de pintar, de Educação Artística. No colégio eu fui melhorando as técnicas e até fazia alguns trabalhos para as minhas colegas que não gostavam de desenhar”, diz.
 
 
 Mais do que talento para desenhar, um bom designer precisa dedicar algumas horas do dia para praticar técnicas que vão dar uma boa expressão gráfica aos trabalhos. É o que explica o também estudante de Design, Remolo Simon. “Na verdade o desenho não é tanto habilidade quanto técnica, mas convém ter certa habilidade porque é bem útil”. 
 
 
 Esta impressão é confirmada pelo professor do curso, Alexandre Ferreira. “Existem aqueles que já sabem desenhar e aqueles que ainda não sabem. Porém aqueles que têm muita vontade de aprender conseguem, com um pouco de estímulo, algumas dicas e técnicas”.
 
A opinião dos três é unânime em uma questão: todo o designer tem um pouco de desenhista.
 
 
 
Ilustração:  www.imgnation.com.br
Fotos: Gabriela Perufo (Laboratório de Fotografia e Memória)

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 Não é raro encontrar uma criança que goste de desenhar. Antes mesmo de aprender a ler e escrever, os pequenos já ensaiam alguns rabiscos para representar o dia-a-dia, a família, as brincadeiras e tudo mais que a imaginação permitir. Já na escola, disciplinas como a Educação Artística procuram estimular a criatividade e a capacidade de expressão dos alunos. Porém, existem aqueles que, depois de adultos, escolhem transformar lápis, canetas, tintas e papéis em materiais de trabalho. São os desenhistas, cujo dia internacional se comemora em 15 de abril.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A estudante de Design, Luiza Arigoni, conhece bem esta história. Ela conta que herdou da mãe o gosto pelas artes e desde muito cedo começou a praticar. Mas foi na faculdade que a acadêmica do 5º semestre da Unifra pode lapidar esta habilidade e transformá-la em profissão. “Desde novinha sempre gostei de desenhar, de pintar, de Educação Artística. No colégio eu fui melhorando as técnicas e até fazia alguns trabalhos para as minhas colegas que não gostavam de desenhar”, diz.
 
 
 Mais do que talento para desenhar, um bom designer precisa dedicar algumas horas do dia para praticar técnicas que vão dar uma boa expressão gráfica aos trabalhos. É o que explica o também estudante de Design, Remolo Simon. “Na verdade o desenho não é tanto habilidade quanto técnica, mas convém ter certa habilidade porque é bem útil”. 
 
 
 Esta impressão é confirmada pelo professor do curso, Alexandre Ferreira. “Existem aqueles que já sabem desenhar e aqueles que ainda não sabem. Porém aqueles que têm muita vontade de aprender conseguem, com um pouco de estímulo, algumas dicas e técnicas”.
 
A opinião dos três é unânime em uma questão: todo o designer tem um pouco de desenhista.
 
 
 
Ilustração:  www.imgnation.com.br
Fotos: Gabriela Perufo (Laboratório de Fotografia e Memória)