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Uma torcida coruja

Esperar e torcer. Assim foi a manhã de parentes e amigos dos candidatos às 720 vagas disponibilizadas no Vestibular de Inverno da Unifra. As provas começaram nessa terça-feira, às 8h30min, no Conjunto I. Alguns dos vestibulandos foram acompanhados por familiares. Enquanto os inscritos realizavam os testes, muitos familiares aguardavam ansiosos no local.

No primeiro dia do concurso os acompanhantes trocaram o chimarrão e o tricô por guarda-chuvas e um café quente. Sentados no bar ou na entrada dos prédios onde eram realizadas as provas, a opinião de todos era a mesma: o momento era de expectativa.

 As mães eram a maioria entre os que aguardavam. A confeiteira Antoninha Simonetti Rossato, 50 anos, acompanhou a filha mais velha. A jovem disputa uma vaga no curso de Fisioterapia. “Estou ansiosa para que ela consiga passar. O sonho dela é fazer Fisioterapia”, afirma a doceira.  Antoninha acredita que sua presença serve de apoio para a primogênita.

 A professora de Física, Elisabeth Afonso Carlos, 50 anos, foi outra mãe que resolveu acompanhar a filha. Ela conta que a vestibulanda cursa enfermagem em Santa Cruz, mas resolveu prestar seu segundo vestibular para poder estudar em Santa Maria. 

Se a mãe não pode vir, nada melhor que a avó para acompanhar a neta no primeiro vestibular. A aposentada Eloísa Margarida Nêne da Silva, 60 anos, veio de São Gabriel com a “neta do coração”, que realiza seu  primeiro vestibular.  Mesmo não sendo a avó biológica, a idosa se considera uma segunda mãe para a concorrente a uma vaga de Enfermagem. Acompanhada da amiga da estudante, a acadêmica de Odontologia, Michele Felix, 22 anos, ela aproveitava para conversar e se distrair.

 As mães e avós não são as únicas a aguardarem os vestibulandos. A agricultora Fabiane Machado, 27 anos, enfrentou a chuva e uma viagem de Restinga Seca até Santa Maria para estar perto do marido. Segundo Fabiane, o esposo, que também é agricultor, resolveu disputar uma vaga em Direito. “Estou torcendo mesmo”, comenta.

 

 
Fotos: Gabriela Perufo (Laboratório de Fotografia e Memória)

 

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Esperar e torcer. Assim foi a manhã de parentes e amigos dos candidatos às 720 vagas disponibilizadas no Vestibular de Inverno da Unifra. As provas começaram nessa terça-feira, às 8h30min, no Conjunto I. Alguns dos vestibulandos foram acompanhados por familiares. Enquanto os inscritos realizavam os testes, muitos familiares aguardavam ansiosos no local.

No primeiro dia do concurso os acompanhantes trocaram o chimarrão e o tricô por guarda-chuvas e um café quente. Sentados no bar ou na entrada dos prédios onde eram realizadas as provas, a opinião de todos era a mesma: o momento era de expectativa.

 As mães eram a maioria entre os que aguardavam. A confeiteira Antoninha Simonetti Rossato, 50 anos, acompanhou a filha mais velha. A jovem disputa uma vaga no curso de Fisioterapia. “Estou ansiosa para que ela consiga passar. O sonho dela é fazer Fisioterapia”, afirma a doceira.  Antoninha acredita que sua presença serve de apoio para a primogênita.

 A professora de Física, Elisabeth Afonso Carlos, 50 anos, foi outra mãe que resolveu acompanhar a filha. Ela conta que a vestibulanda cursa enfermagem em Santa Cruz, mas resolveu prestar seu segundo vestibular para poder estudar em Santa Maria. 

Se a mãe não pode vir, nada melhor que a avó para acompanhar a neta no primeiro vestibular. A aposentada Eloísa Margarida Nêne da Silva, 60 anos, veio de São Gabriel com a “neta do coração”, que realiza seu  primeiro vestibular.  Mesmo não sendo a avó biológica, a idosa se considera uma segunda mãe para a concorrente a uma vaga de Enfermagem. Acompanhada da amiga da estudante, a acadêmica de Odontologia, Michele Felix, 22 anos, ela aproveitava para conversar e se distrair.

 As mães e avós não são as únicas a aguardarem os vestibulandos. A agricultora Fabiane Machado, 27 anos, enfrentou a chuva e uma viagem de Restinga Seca até Santa Maria para estar perto do marido. Segundo Fabiane, o esposo, que também é agricultor, resolveu disputar uma vaga em Direito. “Estou torcendo mesmo”, comenta.

 

 
Fotos: Gabriela Perufo (Laboratório de Fotografia e Memória)