Santa Maria, RS (ver mais >>)

Santa Maria, RS, Brazil

Para técnico da Seleção, planejamento é palavra-chave

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Quem esteve em Santa
Maria para conferir o Campeonato Brasileiro Sub 17 de Basquete foi o técnico da
Seleção Masculina principal, Rubén Magnano.  Entre as principais
conquistas de Magnano estão: a Medalha
de ouro nos Jogos Olímpicos de Atenas em 2004 pela seleção Argentina, o
Vice-campeonato Mundial Adulto em Indianápolis, Estados Unidos, em 2002 e uma
carreira de sucesso nas Ligas Argentinas.

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O Basquete brasileiro passa por uma
reestruturação, tanto estrutural como funcional. Magnano acredita que há um
envolvimento importante para avançar o país em um nível superior. O projeto tem
como exemplo uma estrutura competitiva, com torneios e escolas de treinadores.
Da
mesma forma como há em outros esportes, outra etapa importante do processo é a
criação da Seleção Sub 19 permanente, que terá o intuito de desenvolver os
biotipos, os talentos encontrados, para serem incorporados futuramente à  Seleção. A consolidação da Liga Nacional de
Basquete também, segundo o treinador, é fator importante para trilhar o novo
rumo.

"Aqui é necessário fazer um
bom trabalho, baseado no tempo, do dia para a noite não se pode fazer milagres.
O que aconteceu na Argentina foi  uma
quantidade de variáveis. A criação da Liga Nacional, a possibilidade de
muitos jogadores dessa Liga nacional irem jogar na melhor Liga do Mundo", diz Rubén.

Outro fator importante é a
exportação de jogadores: "Tem que verificar aonde
vão, não é porque saem do país que vão fazer uma coisa melhor, tem que ver que
possibilidades tem. Eu quando falo de que os jogadores foram jogar no exterior,
a maioria foi em equipes de primeiro nível.

Questionado sobre a
aceitação do público quanto ao fato de um estrangeiro dirigir a Seleção, ele
afirma que é compreensível, casos em que possam não concordar. Entre diferenças
e opiniões, não há como negar a trajetória de sucesso do técnico. Ele salienta
as diferenças entre Brasil e Argentina: "A história da Liga
nacional em um país enorme, o Brasil agora tem uma liga nacional nova que está
evoluindo ano a ano de maneira importante, a quantidade percentual de milhões
de habitantes com jogadores de basquete, falo dos oito anos até a idade adulta.
Acredito que há uma plataforma muito ampla de jogadores produzida sobretudo
por clubes".

Em relação à Liga ele ainda
diz que o Basquete não se solidifica por si só com um torneio apenas. Deve
haver fundamentalmente um projeto e alimentar o basquete diariamente. O
trabalho deve ser feito visando o futuro, com muito planejamento.

Enquanto os jogadores da Seleção principal atuam, Rubén
procura observar os jogos que disputam e sempre que possível, visitá-los, como
foi realizado na temporada passada, acompanhando os jogos das mais diversas
ligas.

Perguntado sobre a
possibilidade de modificação na equipe, o técnico é taxativo: "Sempre há possibilidade de
modificação, mas temos que ver se os jogadores que  vem estão à altura. Por hoje estamos
trabalhando visando o futuro!"

 


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como exemplo uma estrutura competitiva, com torneios e escolas de treinadores.
Da
mesma forma como há em outros esportes, outra etapa importante do processo é a
criação da Seleção Sub 19 permanente, que terá o intuito de desenvolver os
biotipos, os talentos encontrados, para serem incorporados futuramente à  Seleção. A consolidação da Liga Nacional de
Basquete também, segundo o treinador, é fator importante para trilhar o novo
rumo.

"Aqui é necessário fazer um
bom trabalho, baseado no tempo, do dia para a noite não se pode fazer milagres.
O que aconteceu na Argentina foi  uma
quantidade de variáveis. A criação da Liga Nacional, a possibilidade de
muitos jogadores dessa Liga nacional irem jogar na melhor Liga do Mundo", diz Rubén.

Outro fator importante é a
exportação de jogadores: "Tem que verificar aonde
vão, não é porque saem do país que vão fazer uma coisa melhor, tem que ver que
possibilidades tem. Eu quando falo de que os jogadores foram jogar no exterior,
a maioria foi em equipes de primeiro nível.

Questionado sobre a
aceitação do público quanto ao fato de um estrangeiro dirigir a Seleção, ele
afirma que é compreensível, casos em que possam não concordar. Entre diferenças
e opiniões, não há como negar a trajetória de sucesso do técnico. Ele salienta
as diferenças entre Brasil e Argentina: "A história da Liga
nacional em um país enorme, o Brasil agora tem uma liga nacional nova que está
evoluindo ano a ano de maneira importante, a quantidade percentual de milhões
de habitantes com jogadores de basquete, falo dos oito anos até a idade adulta.
Acredito que há uma plataforma muito ampla de jogadores produzida sobretudo
por clubes".

Em relação à Liga ele ainda
diz que o Basquete não se solidifica por si só com um torneio apenas. Deve
haver fundamentalmente um projeto e alimentar o basquete diariamente. O
trabalho deve ser feito visando o futuro, com muito planejamento.

Enquanto os jogadores da Seleção principal atuam, Rubén
procura observar os jogos que disputam e sempre que possível, visitá-los, como
foi realizado na temporada passada, acompanhando os jogos das mais diversas
ligas.

Perguntado sobre a
possibilidade de modificação na equipe, o técnico é taxativo: "Sempre há possibilidade de
modificação, mas temos que ver se os jogadores que  vem estão à altura. Por hoje estamos
trabalhando visando o futuro!"