Santa Maria, RS (ver mais >>)

Santa Maria, RS, Brazil

África e Brasil unidos pela história e literatura

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lit_afric_danca_fernanda.jpgNo mês
da cultura negra, o curso de Letras da Unifra realizou na noite de
segunda-feira (21/11) um seminário para finalizar as atividades da disciplina
de Literaturas Africanas de Língua Portuguesa. O evento buscou mostrar as ligações
que os países africanos de língua portuguesa possuem com o Brasil, entre as
quais literatura, música, pratos típicos e a lei que implementa o ensino da
literatura africana de língua portuguesa nas escolas brasileiras.

 

 

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lit_afric_louise_fernanda.jpgNa primeira parte, duas
acadêmicas explanaram sobre a Lei 10.693/03 de maneiras distintas. A acadêmica
Louise da Silveira apresentou o contexto geral da cultura literária africana e
comentou sobre resultados positivos e negativos da sua experiência ministrando
aulas para o segundo ano do ensino médio na escola Érico Veríssimo, em torno do
autor José Eduardo Agualusa. lit_afric_isabelle_fernanda.jpg

Isabele Correa discorreu sobre as diretrizes da lei,
trazendo exemplos histórico-culturais no ensino brasileiro que prejudicaram o
ensino dessa população no Brasil.

 
lit_afric_3_fernanda.jpgA segunda parte do evento teve declamação
de poemas de autores africanos de língua portuguesa, todos escolhidos pelos
alunos.

Autores como Mia Couto, José Craveirinha, Ana Paula Tavares tiveram
seus versos declamados pelos lit_afric_4_fernanda.jpgacadêmicos, além do poema intitulado Luanda, de
autoria do acadêmico Eduardo.

 

Após as declamações o tema foi a
música, com explanação das características alegres de um povo com suas danças e
batucadas, todas cumprindo ritos sociais e religiosos.  O ritmo africano trouxe elementos para outros
estilos musicais, como blues, jazz, salsa e o frevo. O frevo, ritmo muito
conhecido no Recife, também teve uma apresentação mostrando toda a alegria da
dança, alegrando a sala de aula.

lit_afric_comidas_fernanda.jpgA exposição dos elementos dos
países africanos com língua portuguesa terminou com a degustação de comidas
típicas, com ingredientes como o amendoim, a batata-doce frita, a mandioca transformada em bolo com abacaxi e o feijão, transformado em bolinho. Comidas de Cabo-Verde e Moçambique foram degustados pelos acadêmicos
para confraternização.

 lit_afric_silvia2_fernanda.jpg

A coordenadora da atividade, professora
Silvia Niederauer, ressalta a importância do seminário e integração dos alunos
diante do tema. “Esse seminário mobilizou todos da turma pela pesquisa profunda
que fizeram, pois isso é uma novidade ainda no Brasil. É importante que eles
conheçam a influência dos africanos no Brasil. Muitas coisas nós fazemos e não
sabemos a origem. Esse seminário propiciou isso, integração entre África e
Brasil, e eles estudando a história e a literatura desses países”, comenta
Silvia.

Para a acadêmica Louise Silveira,
a disciplina deveria ser obrigatória na grade curricular do curso de Letras. “Hoje
ela é optativa, mas deveria ser obrigatória pela sua importância, não apenas
pela lei, mas por tudo que a história e a literatura envolvem nesse assunto.
Além de que é uma disciplina que pouco se encontra nas outras universidades”,
relata a acadêmica.

 

Fotos: Fernanda Ramos (Laboratório de Fotografia e Memória)

 

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aulas para o segundo ano do ensino médio na escola Érico Veríssimo, em torno do
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trazendo exemplos histórico-culturais no ensino brasileiro que prejudicaram o
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de poemas de autores africanos de língua portuguesa, todos escolhidos pelos
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seus versos declamados pelos lit_afric_4_fernanda.jpgacadêmicos, além do poema intitulado Luanda, de
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Após as declamações o tema foi a
música, com explanação das características alegres de um povo com suas danças e
batucadas, todas cumprindo ritos sociais e religiosos.  O ritmo africano trouxe elementos para outros
estilos musicais, como blues, jazz, salsa e o frevo. O frevo, ritmo muito
conhecido no Recife, também teve uma apresentação mostrando toda a alegria da
dança, alegrando a sala de aula.

lit_afric_comidas_fernanda.jpgA exposição dos elementos dos
países africanos com língua portuguesa terminou com a degustação de comidas
típicas, com ingredientes como o amendoim, a batata-doce frita, a mandioca transformada em bolo com abacaxi e o feijão, transformado em bolinho. Comidas de Cabo-Verde e Moçambique foram degustados pelos acadêmicos
para confraternização.

 lit_afric_silvia2_fernanda.jpg

A coordenadora da atividade, professora
Silvia Niederauer, ressalta a importância do seminário e integração dos alunos
diante do tema. “Esse seminário mobilizou todos da turma pela pesquisa profunda
que fizeram, pois isso é uma novidade ainda no Brasil. É importante que eles
conheçam a influência dos africanos no Brasil. Muitas coisas nós fazemos e não
sabemos a origem. Esse seminário propiciou isso, integração entre África e
Brasil, e eles estudando a história e a literatura desses países”, comenta
Silvia.

Para a acadêmica Louise Silveira,
a disciplina deveria ser obrigatória na grade curricular do curso de Letras. “Hoje
ela é optativa, mas deveria ser obrigatória pela sua importância, não apenas
pela lei, mas por tudo que a história e a literatura envolvem nesse assunto.
Além de que é uma disciplina que pouco se encontra nas outras universidades”,
relata a acadêmica.

 

Fotos: Fernanda Ramos (Laboratório de Fotografia e Memória)