Santa Maria, RS (ver mais >>)

Santa Maria, RS, Brazil

Estabelecimentos aguardam a lei antifumo

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bares e restaurantes de Santa Maria estão se adaptando à lei antifumo, prevista
para entrar em vigor a partir do dia 18 deste mês na cidade.

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De
autoria da vereadora Maria de Lourdes Castro, já promulgada pelo prefeito
municipal César Schirmer, a lei proíbe o consumo de cigarros, cigarrilhas,
charutos ou qualquer outro produto assemelhado, em recintos de uso coletivo. A
normatização antifumo para estabelecimentos comerciais atinge, principalmente,
bares, restaurantes e casas noturnas da nossa cidade, e os donos de tais
estabelecimentos reclamam da falta de divulgação da nova lei.

O presidente
da Associação de Hotéis, Restaurantes e Agências de Turismo de Santa Maria
(AAHTUR), João Provenzi, diz que a maior parte dos bares e restaurantes já não
permite o fumo dentro de seus ambientes. “Como a maioria cumpre a lei sem ela
nem mesmo existir, a adequação vai ser fácil”, afirma. Provenzi lembra, ainda,
que a associação conseguiu com a Câmara de
Vereadores a inclusão de duas emendas de lei ao projeto original,
possibilitando aos estabelecimentos criar um ambiente hermeticamente fechado,
com circulação de ar, o chamado “fumódromo”.

Elisandro
Sbohr, proprietário da boate Kiss, diz que seu estabelecimento se adaptará às
novas exigências, mas que as autoridades deveriam divulgar mais a lei, com
campanhas de conscientização para a população em geral e também com os donos dos estabelecimentos. “Eles poderiam realizar
reuniões com a gente para esclarecerem melhor esta lei. Falta informação. Eu
até sou favorável, pois vai melhorar o nosso ambiente sem os fumantes”,
salienta Sbohr.

Carlos da
Silva, proprietário do restaurante Garfo’s, é contra a lei. Segundo ele, a
iniciativa vai contra os donos de bares e restaurantes, causando-lhes
prejuízos. “Além de não termos mais a receita da venda de cigarros, a lei vai
espantar os clientes fumantes que vão preferir ficar em casa fumando”, avalia
Silva.

Para André
Ramos, dono do Mariachis Bar, a lei vai trazer benefícios para a saúde da
população e a medida não deve causar prejuízos financeiros ou diminuir o número
de clientes no seu estabelecimento.

A vereadora
Maria de Lourdes Castro diz que uma das motivações para a criação da lei foi a
preocupação com os trabalhadores dos estabelecimentos, que não têm a opção de
não frequentar um local onde se fuma, justamente porque eles trabalham lá.
Outra questão levantada pela legisladora são os gastos em saúde decorrentes das
doenças causadas pelo fumo. É uma questão de saúde pública, segundo ela. “Nos
três primeiros meses as pessoas devem sentir, reclamar, mas depois elas vão
gostar. “O ambiente vai ficar mais saudável”, afirma.

Os
estabelecimentos comerciais que não cumprirem a lei sofrerão multa de R$ 1.000,00 a R$ 5.000,00.
Em caso de reincidência, o lugar pode perder o alvará de funcionamento.   

 

Matéria produzida na disciplina de Redação Jornalística II do curso de Jornalismo da Unifra

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normatização antifumo para estabelecimentos comerciais atinge, principalmente,
bares, restaurantes e casas noturnas da nossa cidade, e os donos de tais
estabelecimentos reclamam da falta de divulgação da nova lei.

O presidente
da Associação de Hotéis, Restaurantes e Agências de Turismo de Santa Maria
(AAHTUR), João Provenzi, diz que a maior parte dos bares e restaurantes já não
permite o fumo dentro de seus ambientes. “Como a maioria cumpre a lei sem ela
nem mesmo existir, a adequação vai ser fácil”, afirma. Provenzi lembra, ainda,
que a associação conseguiu com a Câmara de
Vereadores a inclusão de duas emendas de lei ao projeto original,
possibilitando aos estabelecimentos criar um ambiente hermeticamente fechado,
com circulação de ar, o chamado “fumódromo”.

Elisandro
Sbohr, proprietário da boate Kiss, diz que seu estabelecimento se adaptará às
novas exigências, mas que as autoridades deveriam divulgar mais a lei, com
campanhas de conscientização para a população em geral e também com os donos dos estabelecimentos. “Eles poderiam realizar
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salienta Sbohr.

Carlos da
Silva, proprietário do restaurante Garfo’s, é contra a lei. Segundo ele, a
iniciativa vai contra os donos de bares e restaurantes, causando-lhes
prejuízos. “Além de não termos mais a receita da venda de cigarros, a lei vai
espantar os clientes fumantes que vão preferir ficar em casa fumando”, avalia
Silva.

Para André
Ramos, dono do Mariachis Bar, a lei vai trazer benefícios para a saúde da
população e a medida não deve causar prejuízos financeiros ou diminuir o número
de clientes no seu estabelecimento.

A vereadora
Maria de Lourdes Castro diz que uma das motivações para a criação da lei foi a
preocupação com os trabalhadores dos estabelecimentos, que não têm a opção de
não frequentar um local onde se fuma, justamente porque eles trabalham lá.
Outra questão levantada pela legisladora são os gastos em saúde decorrentes das
doenças causadas pelo fumo. É uma questão de saúde pública, segundo ela. “Nos
três primeiros meses as pessoas devem sentir, reclamar, mas depois elas vão
gostar. “O ambiente vai ficar mais saudável”, afirma.

Os
estabelecimentos comerciais que não cumprirem a lei sofrerão multa de R$ 1.000,00 a R$ 5.000,00.
Em caso de reincidência, o lugar pode perder o alvará de funcionamento.   

 

Matéria produzida na disciplina de Redação Jornalística II do curso de Jornalismo da Unifra