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Santa Maria, RS, Brazil

Expresso só se for profissional

feisma2011_cafe_anelise.jpgO cheiro inconfundível
se espalhou pelos corredores. Doce, amargo, forte, fraco, quente ou gelado. O
café trouxe sabores ao auditório da Multifeira, na tarde de terça-feira.

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Tema do teatro
itinerante da Feisma 2011, o cenário cultural dos sultões é o berço do café.
Motivador de lendas como Kali, a bebida teria sua origem nos territórios da
Etiópia. Historicamente
conhecido por seus anos cafeeiros, o Brasil só recebeu as primeira mudas da
planta em 1727. O palestrante de Barismo, Marcus Vieira, compara o café a outro
símbolo de hospitalidade – o chimarrão, bebida típica gaúcha.

Ao
abordar o percurso do café, Vieira se refere a mais de 50 qualidades do
produto. Segundo ele, cada etapa de preparação do café tem seu segredo e sua
peculiaridade, mas Vieira revela que “é preciso saber misturar os grãos”, para
se ter o café ideal.

O termo café, que
contraria pensamentos lógicos, representa sua procedência na região de Kaffa e tem
por linhagem a palavra árabe qahwa, que
significa "vinho". De acordo com Vieira, a comparação surge em
virtude da longa trajetória pela qual o café passa, desde o plantio até as
prateleiras de mercado.

O café é
um trabalho misto de ciência e arte. Uma nova profissão, o Barismo é o mediador
entre o consumidor e o trabalho. Responsável por bem apresentar o produto final
e desenvolver o Latte Art, a arte com
o leite.

Anderson
Moreira é especialista no serviço e explica a complexidade do trabalho que faz.
Segundo Moreira, detalhes técnicos podem alterar o sabor. Ao se tratar da arte
final, ele explica que “o leite ao ser vaporizado quebra suas molecas de
gordura e se torna cremoso”. 

Larissa
Schafer é barservice da Royal
Caribbean Internacional e desde que começou a trabalhar no serviço de café
do navio passou a aprimorar seu conhecimento. Para Larissa, além de apreciar um
bom café, a tarde teve seus acréscimos: “sempre há uma técnica nova, algo a
mais nessas experiências onde todo mundo tem um pouco a ensinar”.

 

A xícara
perfeita, feita nas máquinas de café expresso:

– 10g de pó
de café

– temperatura
da água 90º

– pressão de
9 atm

– tempo de
extração 25 a 30 seg.

Resultado:

– creme denso
e espesso

– aroma
intenso e muito sabor

Foto: Anelise Fenalti (acadêmica de Jornalismo / Laboratório de Fotografia e Memória – Unifra)

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feisma2011_cafe_anelise.jpgO cheiro inconfundível
se espalhou pelos corredores. Doce, amargo, forte, fraco, quente ou gelado. O
café trouxe sabores ao auditório da Multifeira, na tarde de terça-feira.

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itinerante da Feisma 2011, o cenário cultural dos sultões é o berço do café.
Motivador de lendas como Kali, a bebida teria sua origem nos territórios da
Etiópia. Historicamente
conhecido por seus anos cafeeiros, o Brasil só recebeu as primeira mudas da
planta em 1727. O palestrante de Barismo, Marcus Vieira, compara o café a outro
símbolo de hospitalidade – o chimarrão, bebida típica gaúcha.

Ao
abordar o percurso do café, Vieira se refere a mais de 50 qualidades do
produto. Segundo ele, cada etapa de preparação do café tem seu segredo e sua
peculiaridade, mas Vieira revela que “é preciso saber misturar os grãos”, para
se ter o café ideal.

O termo café, que
contraria pensamentos lógicos, representa sua procedência na região de Kaffa e tem
por linhagem a palavra árabe qahwa, que
significa "vinho". De acordo com Vieira, a comparação surge em
virtude da longa trajetória pela qual o café passa, desde o plantio até as
prateleiras de mercado.

O café é
um trabalho misto de ciência e arte. Uma nova profissão, o Barismo é o mediador
entre o consumidor e o trabalho. Responsável por bem apresentar o produto final
e desenvolver o Latte Art, a arte com
o leite.

Anderson
Moreira é especialista no serviço e explica a complexidade do trabalho que faz.
Segundo Moreira, detalhes técnicos podem alterar o sabor. Ao se tratar da arte
final, ele explica que “o leite ao ser vaporizado quebra suas molecas de
gordura e se torna cremoso”. 

Larissa
Schafer é barservice da Royal
Caribbean Internacional e desde que começou a trabalhar no serviço de café
do navio passou a aprimorar seu conhecimento. Para Larissa, além de apreciar um
bom café, a tarde teve seus acréscimos: “sempre há uma técnica nova, algo a
mais nessas experiências onde todo mundo tem um pouco a ensinar”.

 

A xícara
perfeita, feita nas máquinas de café expresso:

– 10g de pó
de café

– temperatura
da água 90º

– pressão de
9 atm

– tempo de
extração 25 a 30 seg.

Resultado:

– creme denso
e espesso

– aroma
intenso e muito sabor

Foto: Anelise Fenalti (acadêmica de Jornalismo / Laboratório de Fotografia e Memória – Unifra)