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Santa Maria, RS, Brazil

Relação professor-aluno em debate no Congresso de Educação Popular

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cong_educ_pop_larri2_anacarolina.jpg“O principal vínculo entre aluno
e professor é a linguagem. Ela precisa ser vista e analisada, mas respeitada.
Quem normatiza a língua culta é a linguagem falada”, enfatiza o professor e jornalista
Larri Wisniewski, no terceiro dia do XI Congresso Internacional de Educação
Popular e XX Seminário Internacional de Educação Popular
. O tema da palestra
foi a Relação professor-aluno: na
construção de conhecimento
.

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Na tarde de terça-feira, dia 31 de
maio, o público que acompanhou o Eixo I: O Educador e o Compromisso com a Vida
e a Ética Planetária – pode fazer parte do debate proposto por Larri Wisniewski,
da Universidade Regional Noroeste (Unijuí).

Wisniewski analisou o caso de
repercussão nacional sobre a proibição da distribuição do kit anti-homofobia.
Segundo o professor a mídia se utilizou do discurso de apenas cinco ou seis
pessoas que intitularam o kit como “kit gay”. Para o jornalista e educador, a
finalidade era promover um debate e isso não aconteceu.

Para o palestrante, o discurso do
deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), por exemplo, foi preconceituoso e muito
antecipado, pois o kit nem havia sido distribuído ou visualizado pela
sociedade. O deputado ganhou espaço na mídia para polemizar e criticar negativamente
o material que seria distribuído nas escolas públicas, enfatizou o palestrante.

Por determinação da presidente
Dilma Rousseff, foram suspensas, no dia 24 de maio, a produção e distribuição
do kit anti-homofobia.  A presidente
também determinou que todo material do governo que se refira a costumes passe
por uma consulta aos setores interessados da sociedade antes de serem
publicados ou divulgados.

cong_educ_pop_larri_anacarolina.jpg“Esse kit nem chegou nas mãos da sociedade.  Não se sabe o que motivou Dilma a proibir a
distribuição e a mídia adotou o discurso de alguns políticos. Neste caldeirão
de desconhecimento, tivemos uma obscuridade dos fatos”, critica Wisniewski. Para
ele, a sociedade se diz informada e não investiga a origem das informações que
recebe.

Outro caso citado por Wisniewski
foi a polêmica em torno do livro Por uma Vida Melhor, autorizado pelo
Ministério da Educação (MEC) e distribuído para turmas de educação de jovens e
adultos (EJA). O livro didático incluiu frases com erro de concordância em uma
lição que apresentava a diferença da norma culta e da falada.

“Quem normatiza a língua culta é
a linguagem falada”, diz o jornalista que trabalha também em sala de aula com
alunos do ensino médio na região Noroeste do Estado. Para ele, é preciso
mostrar aos alunos as diferenças entre norma culta e linguagem coloquial.
Ensinar e propiciar a leitura e o debate em aula. Sem promover um
preconceito linguístico.

Durante toda a semana o evento ocorre
no Clube Recreativo Dores.

 

Fotos: Ana Carolina Grützmann da Silva (Laboratório de Fotografia e Memória)

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maio, o público que acompanhou o Eixo I: O Educador e o Compromisso com a Vida
e a Ética Planetária – pode fazer parte do debate proposto por Larri Wisniewski,
da Universidade Regional Noroeste (Unijuí).

Wisniewski analisou o caso de
repercussão nacional sobre a proibição da distribuição do kit anti-homofobia.
Segundo o professor a mídia se utilizou do discurso de apenas cinco ou seis
pessoas que intitularam o kit como “kit gay”. Para o jornalista e educador, a
finalidade era promover um debate e isso não aconteceu.

Para o palestrante, o discurso do
deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), por exemplo, foi preconceituoso e muito
antecipado, pois o kit nem havia sido distribuído ou visualizado pela
sociedade. O deputado ganhou espaço na mídia para polemizar e criticar negativamente
o material que seria distribuído nas escolas públicas, enfatizou o palestrante.

Por determinação da presidente
Dilma Rousseff, foram suspensas, no dia 24 de maio, a produção e distribuição
do kit anti-homofobia.  A presidente
também determinou que todo material do governo que se refira a costumes passe
por uma consulta aos setores interessados da sociedade antes de serem
publicados ou divulgados.

cong_educ_pop_larri_anacarolina.jpg“Esse kit nem chegou nas mãos da sociedade.  Não se sabe o que motivou Dilma a proibir a
distribuição e a mídia adotou o discurso de alguns políticos. Neste caldeirão
de desconhecimento, tivemos uma obscuridade dos fatos”, critica Wisniewski. Para
ele, a sociedade se diz informada e não investiga a origem das informações que
recebe.

Outro caso citado por Wisniewski
foi a polêmica em torno do livro Por uma Vida Melhor, autorizado pelo
Ministério da Educação (MEC) e distribuído para turmas de educação de jovens e
adultos (EJA). O livro didático incluiu frases com erro de concordância em uma
lição que apresentava a diferença da norma culta e da falada.

“Quem normatiza a língua culta é
a linguagem falada”, diz o jornalista que trabalha também em sala de aula com
alunos do ensino médio na região Noroeste do Estado. Para ele, é preciso
mostrar aos alunos as diferenças entre norma culta e linguagem coloquial.
Ensinar e propiciar a leitura e o debate em aula. Sem promover um
preconceito linguístico.

Durante toda a semana o evento ocorre
no Clube Recreativo Dores.

 

Fotos: Ana Carolina Grützmann da Silva (Laboratório de Fotografia e Memória)