Santa Maria, RS (ver mais >>)

Santa Maria, RS, Brazil

Tarde de autógrafos na Livraria do Frade

livro_cinema_autores_ana_carolina.jpg
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Livraria do Frade foi
palco para o lançamento do livro O olhar Feminino no Cinema, organizado pela
professora da Unifra Maria Cristina Tonetto. A obra é composta por 14 artigos e
apresenta, em análises, o olhar dos autores sobre as personagens. Os autores
são os professores Alexandre Maccari, Miriam Rossini, Liliane Brignol, Antônio
Fausto Neto, Silvia Niederauer, Paula Bolzan, Rosana Zucolo, Vera Prola, Sibila
Rocha, Marcos Pippi de Medeiros, Cássio Tomaim, Daniela Hinerasky e Rondon de
Castro. 
 

Normal
0

21

false
false
false

PT-BR
X-NONE
X-NONE

MicrosoftInternetExplorer4

/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-priority:99;
mso-style-qformat:yes;
mso-style-parent:””;
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:11.0pt;
font-family:”Calibri”,”sans-serif”;
mso-ascii-font-family:Calibri;
mso-ascii-theme-font:minor-latin;
mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;
mso-fareast-theme-font:minor-fareast;
mso-hansi-font-family:Calibri;
mso-hansi-theme-font:minor-latin;
mso-bidi-font-family:”Times New Roman”;
mso-bidi-theme-font:minor-bidi;}

livro_cinema_vitor_ana_carolina.jpgO professor Vitor Biasoli,
da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), escreveu o prefácio da obra. “É
uma ideia excelente, eu gosto muito de cinema, acho que o cinema rende muita
conversa, tanto informais quanto acadêmicas. Esse livro é um meio termo entre uma
abordagem ensaística, acadêmica e uma coisa mais informal de critica, de
apreciação e principalmente de quem gosta de cinema. E fiquei muito orgulhoso
por me convidarem para participar.

 

Durante a tarde de
autógrafos a professora Kytta e demais autores falaram sobre o livro.

 

livro_cinema_kytta_ana_carolina.jpgQuestionada sobre o que a
motivou a organizar o livro e escrever um dos capítulos a professora Kytta
afirma: “é porque já tem um bom tempo que eu venho trabalhando o feminino e
como o cinema é o que trabalho e pesquiso, então eu resolvi juntar as duas
coisas. Eu trabalho com essa questão do gênero feminino e com o cinema que é a
minha área de pesquisa. Como eu não tinha tempo e também queria dividir isso
com outros colegas, eu convidei treze autores para participar dessa obra e
colocar o seu olhar sobre esse personagens que marcaram eles de uma maneira ou
de outra”. Segundo Kytta, ela pretende escrever outros livros e já está pensando
no próximo que também irá tratar do feminino.

 

livro_cinema_marcos_ana_carolina.jpg“No final de 2010 a
professora Kytta apresentou a ideia do livro e fez o convite. Ele veio ao
encontro em um momento em que eu estava fazendo uma aproximação com o cinema. A
escolha por esse filme em particular acabou vindo muito imediatamente porque eu
li um texto sobre ele há muito tempo. É um filme que me convocou muito desde a
primeira vez que o assisti. Eu achei muito bonito, escrevi sobre o “Casa de Areia”. A partir daí eu resolvi
fazer esse escrito sobre o livro. A cidade tem um potencial muito grande,
primeiro pelo festival de cinema que tem muitos anos, ou seja, existe uma
cultura cinematográfica crescente. E também a capacidade de pessoas formadas
para escutar o cinema e até fazer criticas”, afirma o professor Marcos Pippi de
Medeiros, do curso de Psicologia.

 

livro_cinema_vera_ana_carolina.jpg“Esse livro culminou nesses
artigos, que eu entendo que vão contribuir não só para o estudo do cinema como
para a literatura e também para a área das ciências humanas. Mostra
especialmente todo esse capital intelectual que a Unifra tem e contribui para o
seu crescimento. É um momento muito importante para a instituição porque
passamos a mostrar uma produção que vem se consolidando ao longo do tempo. Meu
artigo é sobre um filme brasileiro, “O
homem do ano
”, baseado no livro da escritora Patrícia Melo. Essa narrativa
é muito contemporânea porque ela fala da violência que é um paradigma evidente
na nossa sociedade, mas em todos os subprodutos sociais que a constituem, num
âmbito maior. Apesar de ser apresentada por um protagonista/narrador o tempo
inteiro a narrativa tem em duas mulheres os pilares que fazem com que nós
possamos olhar além da violência todas as constituintes culturais do país e
termos uma visão do Brasil contemporâneo”, explica a professora Vera Prola.

 

livro_cinema_paula_ana_carolina.jpgA professora Paula Bolzan
comenta sobre seu artigo: “Eu recebi com muita alegria esse convite apesar de
não ser uma especialista em cinema e de imediato eu pensei no filme “As horas” para fazer uma abordagem
histórica. O livro fala sobre mulheres em cinema e eu estava concluindo uma
disciplina chamada História das Mulheres. Foi muito prazeroso escrever sobre
esse tema que é recorrente na minha vida”.

 

livro_cinema_lili_ana_carolina.jpg“Meu artigo analisa o filme “Maria cheia de graça”, uma produção
americana em co-produção com a Colômbia. Ele fala sobre a realidade latinoamericana
em relação aos Estados Unidos e também de uma mulher que decide viajar para os
EUA mas numa situação bem desconfortável, que é viajando como mula,
transportando drogas. É uma maneira de sair de uma situação de pobreza e a  falta de expectativas que ela vivia na
Colômbia. Tudo isso em busca de aventura e também de um certo sentido de
mudança. Então o que eu analiso é a trajetória da mulher latinoamericana a
partir dessa personagem mulher, que decide sair do seu país de origem em busca
de diferentes modos de vida”, afirma Liliane Brignol.

 

livro_cinema_sibila_ana_carolina.jpg“O meu artigo trata sobre as
representações da mulher no filme “Olga”.
Ele é baseado em um livro do jornalista Fernando de Moraes, ele é um
contador de histórias e trabalho com diversas personalidades. E o diretor
Monjardim adaptou a narrativa para a linguagem cinematográfica, ele é conhecido
por essa sensibilidade, cotidianidade em seus personagens. Os escolhidos para
viverem os personagens principais dessa trama foram Camila Morgado e Caco
Ciocler. Eu peguei essa estrutura narrativa e separei em três cenários, busquei
essa mulher quando ela era guerrilheira incumbida de cuidar de Luis Carlos
Prestes; como mãe, constrói uma família com ele; e depois essa mulher que luta
para sobreviver e defender sua filha no campo de concentração. Só que o contexto
político, social e cultural foi mais forte e em todos os momentos ela demonstra
dignidade, fé, altivez. Ela era uma mulher muito forte”, comenta a profª Sibila
Rocha.

 

livro_cinema_rosana_ana_carolina.jpg“Quando a Kytta nos chamou
pra escrever o artigo foi uma oportunidade de a gente se divertir um pouco além
dessa questão técnica que nós trabalhamos na comunicação. E eu escolhi “Antônia”
porque é um filme que eu me identifico muito pela sua história, pela sua
natureza, por uma questão solidária que transparece do início ao fim”, explica
Rosana Zucolo.

 

 Mais fotos do lançamento:

livro_cinema_macari_ana_carolina.jpg

 

 

 

 

Prof. Alexandre Macari

 

 

 

  livro_cinema_silvia_ana_carolina.jpgProfª Sílvia Niederauer

 

 

 

 

 

 

Fotos: Ana Carolina Grützmann da Silva (Laboratório de Fotografia e Memória) 

 

                                        

LEIA TAMBÉM

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

livro_cinema_autores_ana_carolina.jpg
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Livraria do Frade foi
palco para o lançamento do livro O olhar Feminino no Cinema, organizado pela
professora da Unifra Maria Cristina Tonetto. A obra é composta por 14 artigos e
apresenta, em análises, o olhar dos autores sobre as personagens. Os autores
são os professores Alexandre Maccari, Miriam Rossini, Liliane Brignol, Antônio
Fausto Neto, Silvia Niederauer, Paula Bolzan, Rosana Zucolo, Vera Prola, Sibila
Rocha, Marcos Pippi de Medeiros, Cássio Tomaim, Daniela Hinerasky e Rondon de
Castro. 
 

Normal
0

21

false
false
false

PT-BR
X-NONE
X-NONE

MicrosoftInternetExplorer4

/* Style Definitions */
table.MsoNormalTable
{mso-style-name:”Tabela normal”;
mso-tstyle-rowband-size:0;
mso-tstyle-colband-size:0;
mso-style-noshow:yes;
mso-style-priority:99;
mso-style-qformat:yes;
mso-style-parent:””;
mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;
mso-para-margin:0cm;
mso-para-margin-bottom:.0001pt;
mso-pagination:widow-orphan;
font-size:11.0pt;
font-family:”Calibri”,”sans-serif”;
mso-ascii-font-family:Calibri;
mso-ascii-theme-font:minor-latin;
mso-fareast-font-family:”Times New Roman”;
mso-fareast-theme-font:minor-fareast;
mso-hansi-font-family:Calibri;
mso-hansi-theme-font:minor-latin;
mso-bidi-font-family:”Times New Roman”;
mso-bidi-theme-font:minor-bidi;}

livro_cinema_vitor_ana_carolina.jpgO professor Vitor Biasoli,
da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), escreveu o prefácio da obra. “É
uma ideia excelente, eu gosto muito de cinema, acho que o cinema rende muita
conversa, tanto informais quanto acadêmicas. Esse livro é um meio termo entre uma
abordagem ensaística, acadêmica e uma coisa mais informal de critica, de
apreciação e principalmente de quem gosta de cinema. E fiquei muito orgulhoso
por me convidarem para participar.

 

Durante a tarde de
autógrafos a professora Kytta e demais autores falaram sobre o livro.

 

livro_cinema_kytta_ana_carolina.jpgQuestionada sobre o que a
motivou a organizar o livro e escrever um dos capítulos a professora Kytta
afirma: “é porque já tem um bom tempo que eu venho trabalhando o feminino e
como o cinema é o que trabalho e pesquiso, então eu resolvi juntar as duas
coisas. Eu trabalho com essa questão do gênero feminino e com o cinema que é a
minha área de pesquisa. Como eu não tinha tempo e também queria dividir isso
com outros colegas, eu convidei treze autores para participar dessa obra e
colocar o seu olhar sobre esse personagens que marcaram eles de uma maneira ou
de outra”. Segundo Kytta, ela pretende escrever outros livros e já está pensando
no próximo que também irá tratar do feminino.

 

livro_cinema_marcos_ana_carolina.jpg“No final de 2010 a
professora Kytta apresentou a ideia do livro e fez o convite. Ele veio ao
encontro em um momento em que eu estava fazendo uma aproximação com o cinema. A
escolha por esse filme em particular acabou vindo muito imediatamente porque eu
li um texto sobre ele há muito tempo. É um filme que me convocou muito desde a
primeira vez que o assisti. Eu achei muito bonito, escrevi sobre o “Casa de Areia”. A partir daí eu resolvi
fazer esse escrito sobre o livro. A cidade tem um potencial muito grande,
primeiro pelo festival de cinema que tem muitos anos, ou seja, existe uma
cultura cinematográfica crescente. E também a capacidade de pessoas formadas
para escutar o cinema e até fazer criticas”, afirma o professor Marcos Pippi de
Medeiros, do curso de Psicologia.

 

livro_cinema_vera_ana_carolina.jpg“Esse livro culminou nesses
artigos, que eu entendo que vão contribuir não só para o estudo do cinema como
para a literatura e também para a área das ciências humanas. Mostra
especialmente todo esse capital intelectual que a Unifra tem e contribui para o
seu crescimento. É um momento muito importante para a instituição porque
passamos a mostrar uma produção que vem se consolidando ao longo do tempo. Meu
artigo é sobre um filme brasileiro, “O
homem do ano
”, baseado no livro da escritora Patrícia Melo. Essa narrativa
é muito contemporânea porque ela fala da violência que é um paradigma evidente
na nossa sociedade, mas em todos os subprodutos sociais que a constituem, num
âmbito maior. Apesar de ser apresentada por um protagonista/narrador o tempo
inteiro a narrativa tem em duas mulheres os pilares que fazem com que nós
possamos olhar além da violência todas as constituintes culturais do país e
termos uma visão do Brasil contemporâneo”, explica a professora Vera Prola.

 

livro_cinema_paula_ana_carolina.jpgA professora Paula Bolzan
comenta sobre seu artigo: “Eu recebi com muita alegria esse convite apesar de
não ser uma especialista em cinema e de imediato eu pensei no filme “As horas” para fazer uma abordagem
histórica. O livro fala sobre mulheres em cinema e eu estava concluindo uma
disciplina chamada História das Mulheres. Foi muito prazeroso escrever sobre
esse tema que é recorrente na minha vida”.

 

livro_cinema_lili_ana_carolina.jpg“Meu artigo analisa o filme “Maria cheia de graça”, uma produção
americana em co-produção com a Colômbia. Ele fala sobre a realidade latinoamericana
em relação aos Estados Unidos e também de uma mulher que decide viajar para os
EUA mas numa situação bem desconfortável, que é viajando como mula,
transportando drogas. É uma maneira de sair de uma situação de pobreza e a  falta de expectativas que ela vivia na
Colômbia. Tudo isso em busca de aventura e também de um certo sentido de
mudança. Então o que eu analiso é a trajetória da mulher latinoamericana a
partir dessa personagem mulher, que decide sair do seu país de origem em busca
de diferentes modos de vida”, afirma Liliane Brignol.

 

livro_cinema_sibila_ana_carolina.jpg“O meu artigo trata sobre as
representações da mulher no filme “Olga”.
Ele é baseado em um livro do jornalista Fernando de Moraes, ele é um
contador de histórias e trabalho com diversas personalidades. E o diretor
Monjardim adaptou a narrativa para a linguagem cinematográfica, ele é conhecido
por essa sensibilidade, cotidianidade em seus personagens. Os escolhidos para
viverem os personagens principais dessa trama foram Camila Morgado e Caco
Ciocler. Eu peguei essa estrutura narrativa e separei em três cenários, busquei
essa mulher quando ela era guerrilheira incumbida de cuidar de Luis Carlos
Prestes; como mãe, constrói uma família com ele; e depois essa mulher que luta
para sobreviver e defender sua filha no campo de concentração. Só que o contexto
político, social e cultural foi mais forte e em todos os momentos ela demonstra
dignidade, fé, altivez. Ela era uma mulher muito forte”, comenta a profª Sibila
Rocha.

 

livro_cinema_rosana_ana_carolina.jpg“Quando a Kytta nos chamou
pra escrever o artigo foi uma oportunidade de a gente se divertir um pouco além
dessa questão técnica que nós trabalhamos na comunicação. E eu escolhi “Antônia”
porque é um filme que eu me identifico muito pela sua história, pela sua
natureza, por uma questão solidária que transparece do início ao fim”, explica
Rosana Zucolo.

 

 Mais fotos do lançamento:

livro_cinema_macari_ana_carolina.jpg

 

 

 

 

Prof. Alexandre Macari

 

 

 

  livro_cinema_silvia_ana_carolina.jpgProfª Sílvia Niederauer

 

 

 

 

 

 

Fotos: Ana Carolina Grützmann da Silva (Laboratório de Fotografia e Memória)