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A Unifra e o uso das novas tecnologias como veículo de práticas discursivas

A Unifra foi a instituição escolhida como objeto de estudo para se compreender as aplicações da tecnologia da comunicação e sua relação com o público. A inicativa é da acadêmica do curso de Publicidade e Propaganda da Unifra, Edilaine de Avila que desenvolve um estudo junto ao Laboratório de Pesquisa em Comunicação (LAPEC) na Unifra.

As práticas organizacionais elencadas pela pesquisadora foram a Tv Unifra, a Rádio Web Unifra e o site da instituição. Dentro da área online, Edilaine ainda examina o Facebook, Twitter e canal no YouTube do Centro Universitário Franciscano. Com isso, ela pode observar de  que forma a Unifra promove sua imagem e ideologias através do uso de atualidades tecnológicas. O trabalho também tem por iniciativa compreender os novos hábitos de relacionamento e formas de comunicação como, por exemplo, o “feedback” dos receptores através de redes sociais na internet.

O trabalho  apresentado no Salão de Iniciação Científica objetiva estudar conceitos de discurso, práticas discursivas e visibilidade organizacional. Além disso, busca analisar as práticas discursivas que se estabelecem ao redor de uma instituição.

Como resultado da pesquisa, a acadêmica considera que a Unifra apresenta práticas discursivas comuns nos veículos analisados e , segundo ela, isto acontece para criar uma identidade em suas formas de comunicação. Edilaine também aponta que a Unifra está investindo em novas propostas, como recentemente o novo layout do site institucional e da Rádio Web, remodelando práticas já existentes e afirmando uma imagem de centro de ensino inovador.

Edilaine Avila comentou que decidiu seguir na área de pesquisa acadêmica quando entrou na graduação de Publicidade e Propaganda, pois foi nesta especialidade que mais se identificou. “Com o tempo e a prática, como dois anos de bolsista fui gostando e acabei produzindo várias coisas. Tem que se dedicar um pouquinho, mas é legal, eu gosto”, confirmou a estudante. Ela ainda ressalta que essa experiência vai acrescentar na sua formação. “Eu pretendo seguir os estudos e a pesquisa de iniciação científica é a porta para isso. Acabamos publicando vários artigos, o que colabora muito para seleções de pós-graduação”, diz.

Rômulo D’Avila – Jornalismo Especializado II

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A Unifra foi a instituição escolhida como objeto de estudo para se compreender as aplicações da tecnologia da comunicação e sua relação com o público. A inicativa é da acadêmica do curso de Publicidade e Propaganda da Unifra, Edilaine de Avila que desenvolve um estudo junto ao Laboratório de Pesquisa em Comunicação (LAPEC) na Unifra.

As práticas organizacionais elencadas pela pesquisadora foram a Tv Unifra, a Rádio Web Unifra e o site da instituição. Dentro da área online, Edilaine ainda examina o Facebook, Twitter e canal no YouTube do Centro Universitário Franciscano. Com isso, ela pode observar de  que forma a Unifra promove sua imagem e ideologias através do uso de atualidades tecnológicas. O trabalho também tem por iniciativa compreender os novos hábitos de relacionamento e formas de comunicação como, por exemplo, o “feedback” dos receptores através de redes sociais na internet.

O trabalho  apresentado no Salão de Iniciação Científica objetiva estudar conceitos de discurso, práticas discursivas e visibilidade organizacional. Além disso, busca analisar as práticas discursivas que se estabelecem ao redor de uma instituição.

Como resultado da pesquisa, a acadêmica considera que a Unifra apresenta práticas discursivas comuns nos veículos analisados e , segundo ela, isto acontece para criar uma identidade em suas formas de comunicação. Edilaine também aponta que a Unifra está investindo em novas propostas, como recentemente o novo layout do site institucional e da Rádio Web, remodelando práticas já existentes e afirmando uma imagem de centro de ensino inovador.

Edilaine Avila comentou que decidiu seguir na área de pesquisa acadêmica quando entrou na graduação de Publicidade e Propaganda, pois foi nesta especialidade que mais se identificou. “Com o tempo e a prática, como dois anos de bolsista fui gostando e acabei produzindo várias coisas. Tem que se dedicar um pouquinho, mas é legal, eu gosto”, confirmou a estudante. Ela ainda ressalta que essa experiência vai acrescentar na sua formação. “Eu pretendo seguir os estudos e a pesquisa de iniciação científica é a porta para isso. Acabamos publicando vários artigos, o que colabora muito para seleções de pós-graduação”, diz.

Rômulo D’Avila – Jornalismo Especializado II