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Bibiane Moreira e a oportunidade de aprender

 Eles passaram pelo curso de Jornalismo da Unifra.  Hoje estão no mercado de trabalho. São jornalistas, assessores, professores, pesquisadores, consultores, empreendedores. Atuam com a comunicação em diferentes partes do país e do mundo, e agora retornam em depoimentos sobre os 10 anos do curso.
Todos muito bem-vindos!

 

Dias atrás, assisti a mais uma formatura da Comunicação. Impossível não lembrar o momento da minha, e de todos os aprendizados que o período de faculdade me trouxe. Do primeiro dia de aula, ao último, procurei sorver cada gota de conhecimento que os livros e os professores forneciam. Participei do que pude nos laboratórios e, afinal, os primeiros contatos que tive com o jornalismo diário foram lá.

As primeiras correções dos erros grotescos, a dificuldade de achar pautas em alguns dias, e a alegria de cada nova entrevista conquistada. Sim, conquistada, porque era um universo novo em pleno descobrimento. Cada frase escrita da forma correta era praticamente um prêmio.

E ainda havia a timidez que precisava ser vencida, a rapidez para escrever os textos e o dinamismo que a profissão exige, que precisavam ser trabalhados, e, ainda bem, para isso tínhamos os estágios internos no curso – a Agência, os laboratórios… Bem, posso dizer que muito aprendi, não só no profissional, mas para minha vida.

Os estágios contribuem de uma forma maravilhosa para nossa formação que a maioria dos calouros não imagina. É lá que vamos nos direcionando, descobrindo cada pequeno rumo que poderemos tomar em nossas carreiras. Assim, é fundamental inserir-se, ainda que o tempo entre os trabalhos e provas seja curto – principalmente para quem trabalha -, nos diversos núcleos ou laboratórios que o curso oferece.

Pode participar também do Laboratório de Fotografia de Memória, que trabalha em conjunto com a Agência e com demais eventos da própria UNIFRA. Entre saber fotografar nos ângulos corretos, com a luz certa, sem que os entrevistados saíssem com expressões estranhas e cuidar para que nada acontecesse com os equipamentos, fui me encantando por uma outra forma de escrita – o escrever com a luz, ou melhor, a fotografia.

No laboratório de fotografia, chegavam os colegas de curso conforme havíamos marcado o horário e dia das pautas. Era aquela tal de alegria repentina, que surge sabe-se lá de onde, só pelo fato de poder fotografar. Havia dias em que as pautas eram tantas, que passávamos o turno todo correndo. Noutros dias, entretanto, tínhamos tempo para conversar, trocar ideias, aprender a tratar digitalmente as imagens…

Acho mesmo que o mais belo do jornalismo é o contato que temos com várias pessoas diferentes, de idades diferentes, funções, vidas, sonhos, histórias, tanto… É algo que contribui muito, e que um dia começou, nesse estágio interno, na Agência, do Laboratório de Fotografia, de Rádio, de Televisão…

Penso que muitos dos meus colegas também encontraram o viés da profissão de que tanto gostam já nesses pequenos ensaios de ser. Nos laboratórios, em que podíamos ser criativos e errar, sem que, no entanto, corrêssemos o risco de consequências maiores – pois lá estavam os nossos tutores, mestres, professores, para nos alertar e ensinar. Tínhamos a divina oportunidade de aprender.

Assim, agradeço, nessas poucas linhas, ao curso, aos professores, aos técnicos e funcionários, pela experiência de vida que pude ter, que me fizeram crescer como profissional e como pessoa, e me preparar para os primeiros passos de minha caminhada no universo do trabalho. A ética, a perseverança e toda a base que tenho hoje são, também, fruto do esforço desses profissionais que trabalham noite e dia na formação de seus alunos. Parabéns ao Jornalismo pelos seus 10 anos de existência.

Bibiane Lieberknecht Moreira, egressa do curso de Jornalismo da Unifra, jornalista (MTB – 14975)

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 Eles passaram pelo curso de Jornalismo da Unifra.  Hoje estão no mercado de trabalho. São jornalistas, assessores, professores, pesquisadores, consultores, empreendedores. Atuam com a comunicação em diferentes partes do país e do mundo, e agora retornam em depoimentos sobre os 10 anos do curso.
Todos muito bem-vindos!

 

Dias atrás, assisti a mais uma formatura da Comunicação. Impossível não lembrar o momento da minha, e de todos os aprendizados que o período de faculdade me trouxe. Do primeiro dia de aula, ao último, procurei sorver cada gota de conhecimento que os livros e os professores forneciam. Participei do que pude nos laboratórios e, afinal, os primeiros contatos que tive com o jornalismo diário foram lá.

As primeiras correções dos erros grotescos, a dificuldade de achar pautas em alguns dias, e a alegria de cada nova entrevista conquistada. Sim, conquistada, porque era um universo novo em pleno descobrimento. Cada frase escrita da forma correta era praticamente um prêmio.

E ainda havia a timidez que precisava ser vencida, a rapidez para escrever os textos e o dinamismo que a profissão exige, que precisavam ser trabalhados, e, ainda bem, para isso tínhamos os estágios internos no curso – a Agência, os laboratórios… Bem, posso dizer que muito aprendi, não só no profissional, mas para minha vida.

Os estágios contribuem de uma forma maravilhosa para nossa formação que a maioria dos calouros não imagina. É lá que vamos nos direcionando, descobrindo cada pequeno rumo que poderemos tomar em nossas carreiras. Assim, é fundamental inserir-se, ainda que o tempo entre os trabalhos e provas seja curto – principalmente para quem trabalha -, nos diversos núcleos ou laboratórios que o curso oferece.

Pode participar também do Laboratório de Fotografia de Memória, que trabalha em conjunto com a Agência e com demais eventos da própria UNIFRA. Entre saber fotografar nos ângulos corretos, com a luz certa, sem que os entrevistados saíssem com expressões estranhas e cuidar para que nada acontecesse com os equipamentos, fui me encantando por uma outra forma de escrita – o escrever com a luz, ou melhor, a fotografia.

No laboratório de fotografia, chegavam os colegas de curso conforme havíamos marcado o horário e dia das pautas. Era aquela tal de alegria repentina, que surge sabe-se lá de onde, só pelo fato de poder fotografar. Havia dias em que as pautas eram tantas, que passávamos o turno todo correndo. Noutros dias, entretanto, tínhamos tempo para conversar, trocar ideias, aprender a tratar digitalmente as imagens…

Acho mesmo que o mais belo do jornalismo é o contato que temos com várias pessoas diferentes, de idades diferentes, funções, vidas, sonhos, histórias, tanto… É algo que contribui muito, e que um dia começou, nesse estágio interno, na Agência, do Laboratório de Fotografia, de Rádio, de Televisão…

Penso que muitos dos meus colegas também encontraram o viés da profissão de que tanto gostam já nesses pequenos ensaios de ser. Nos laboratórios, em que podíamos ser criativos e errar, sem que, no entanto, corrêssemos o risco de consequências maiores – pois lá estavam os nossos tutores, mestres, professores, para nos alertar e ensinar. Tínhamos a divina oportunidade de aprender.

Assim, agradeço, nessas poucas linhas, ao curso, aos professores, aos técnicos e funcionários, pela experiência de vida que pude ter, que me fizeram crescer como profissional e como pessoa, e me preparar para os primeiros passos de minha caminhada no universo do trabalho. A ética, a perseverança e toda a base que tenho hoje são, também, fruto do esforço desses profissionais que trabalham noite e dia na formação de seus alunos. Parabéns ao Jornalismo pelos seus 10 anos de existência.

Bibiane Lieberknecht Moreira, egressa do curso de Jornalismo da Unifra, jornalista (MTB – 14975)