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Santa Maria, RS, Brazil

Índios da Páscoa no Calçadão

Em ritmo de feriadão de Páscoa, o centro de Santa Maria lota com os visitantes, interessados nas compras e também os vendedores ambulantes. O Calçadão da cidade proporciona aos cidadãos conforto para realizar as compras típicas da data.

A venda de artesanato pelos indígenas, que se deslocam nessa época do ano para cá, já é tradicional. A integrante do grupo, Mariza Bento, comenta que a produção do material começa no início do ano. “Chegamos em Santa Maria na quarta-feira passada. A produção das cestas começou em janeiro desse ano. Vamos vender o material até sábado”.

O colorido das cestas e coelhinhos atrai por suas diferentes formas e tamanhos. Espalhados por diferentes pontos do calçadão, eles contam que o material utilizado na fabricação das cestas é o “taquaroçu” do mato. Segundo a  artesã Silvanir Ribeiro, nessa época do ano vale a pena vir a Santa Maria pela grande circulação de pessoas. “Aqui temos um local fixo para ficar e em outra cidade temos que ir vendendo de casa em casa. Em Santa Maria a venda é melhor, cerca de quinze cestas por dia” afirma Silvanir.

Fotos: Rodrigues Marques (Laboratório de Fotografia e Memória)

Além das cestas também são vendido outros produtos como colares feitos de sementes, arco e flecha, chá macela e outras ervas medicinais.

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Em ritmo de feriadão de Páscoa, o centro de Santa Maria lota com os visitantes, interessados nas compras e também os vendedores ambulantes. O Calçadão da cidade proporciona aos cidadãos conforto para realizar as compras típicas da data.

A venda de artesanato pelos indígenas, que se deslocam nessa época do ano para cá, já é tradicional. A integrante do grupo, Mariza Bento, comenta que a produção do material começa no início do ano. “Chegamos em Santa Maria na quarta-feira passada. A produção das cestas começou em janeiro desse ano. Vamos vender o material até sábado”.

O colorido das cestas e coelhinhos atrai por suas diferentes formas e tamanhos. Espalhados por diferentes pontos do calçadão, eles contam que o material utilizado na fabricação das cestas é o “taquaroçu” do mato. Segundo a  artesã Silvanir Ribeiro, nessa época do ano vale a pena vir a Santa Maria pela grande circulação de pessoas. “Aqui temos um local fixo para ficar e em outra cidade temos que ir vendendo de casa em casa. Em Santa Maria a venda é melhor, cerca de quinze cestas por dia” afirma Silvanir.

Fotos: Rodrigues Marques (Laboratório de Fotografia e Memória)

Além das cestas também são vendido outros produtos como colares feitos de sementes, arco e flecha, chá macela e outras ervas medicinais.