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Santa Maria, RS, Brazil

Greve prossegue nas agências bancárias de Santa Maria

Foto: Karine Kinzel

Dia 18 de setembro começou a greve dos bancários em Santa Maria. Já são onze  agências fechadas e sem data prevista para voltar a funcionar normalmente.

As reivindicações possuem 42 páginas e estão em negociação todo o ano com os banqueiros. As questões mais pertinentes são o fim do assédio moral, fim das metas abusivas, contratação de mais funcionários para a diminuição de filas, redução das tarifas.

O secretário de Cultura, Esporte e Lazer do Sindicato dos Bancários de Santa Maria e região,  Claudenir Teixeira Freitas, afirma que “a greve é o único instrumento que o bancário tem para disputar com o banqueiro. Os banqueiros não aceitam argumentos. Esse ano houve três negociações, nos ofereceram 6%, e nós queremos 10, 25%”.

O assessor de imprensa do sindicato, Maiquel Rosauro explicou o porquê desse ano não haver faixas representando a greve em frente os bancos: “Ano passado os bancários colocavam as faixas em todas as agências independente de estar parcial ou fechadas. Só que isso gerava um problema, porque mesmo estando parcial e não tendo um atendimento ao público, muitos bancários continuavam nas agências fazendo seu trabalho e gerando bons negócios para o banco.” Esse ano a faixa só será colocada em bancos que estão completamente para paralisados.

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Dia 18 de setembro começou a greve dos bancários em Santa Maria. Já são onze  agências fechadas e sem data prevista para voltar a funcionar normalmente.

As reivindicações possuem 42 páginas e estão em negociação todo o ano com os banqueiros. As questões mais pertinentes são o fim do assédio moral, fim das metas abusivas, contratação de mais funcionários para a diminuição de filas, redução das tarifas.

O secretário de Cultura, Esporte e Lazer do Sindicato dos Bancários de Santa Maria e região,  Claudenir Teixeira Freitas, afirma que “a greve é o único instrumento que o bancário tem para disputar com o banqueiro. Os banqueiros não aceitam argumentos. Esse ano houve três negociações, nos ofereceram 6%, e nós queremos 10, 25%”.

O assessor de imprensa do sindicato, Maiquel Rosauro explicou o porquê desse ano não haver faixas representando a greve em frente os bancos: “Ano passado os bancários colocavam as faixas em todas as agências independente de estar parcial ou fechadas. Só que isso gerava um problema, porque mesmo estando parcial e não tendo um atendimento ao público, muitos bancários continuavam nas agências fazendo seu trabalho e gerando bons negócios para o banco.” Esse ano a faixa só será colocada em bancos que estão completamente para paralisados.