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“Internetês” é o tema da redação do vestibular da Unifra

As mudanças na linguagem provocada pelo fenômeno da Internet é o tema da redação do vestibular de inverno da Unifra. Trata-se de uma temática atual que faz parte do dia-a-dia dos jovens.

Internet é o tema da redação. Foto: Yuri Weber

Os estudantes receberam três textos motivadores  que dissertavam sobre questões relativas às novas palavras e expressões surgidas com a internet.  Abreviações de palavras até o ponto de se transformarem em uma única expressão com, no máximo, três letras que, não raro, desconsideram as normas gramaticais invadem também as salas de aula.  Esse aspecto remete à  necessidade de repensar a educação associada ao uso da tecnologia. Por outro lado, modificam também  os meios de comunicação e suas práticas. Outro aspecto discutido concerne ao fato do “internetês” ser uma adequação linguística que, na produção escrita, implica uma modalidade de língua que dispensa formalidades. As posições dos textos são distintas acerca de tais mudanças, fazendo com que o estudante reflita e se posicione em relação a elas.

O primeiro candidato a sair  das provas, as 9h10min, foi o jornalista formado, João Paulo Prates, que tenta uma vaga para o curso de direito noturno. Segundo ele, o tema da redação é bastante atual e instigante, “mas como sou jornalista, queria escrever mais do que as 25 linhas permitidas”. Em relação às provas, achou bastante acessível embora se considere “verde”, com dúvidas em relação à língua estrangeira, física e biologia.

 

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As mudanças na linguagem provocada pelo fenômeno da Internet é o tema da redação do vestibular de inverno da Unifra. Trata-se de uma temática atual que faz parte do dia-a-dia dos jovens.

Internet é o tema da redação. Foto: Yuri Weber

Os estudantes receberam três textos motivadores  que dissertavam sobre questões relativas às novas palavras e expressões surgidas com a internet.  Abreviações de palavras até o ponto de se transformarem em uma única expressão com, no máximo, três letras que, não raro, desconsideram as normas gramaticais invadem também as salas de aula.  Esse aspecto remete à  necessidade de repensar a educação associada ao uso da tecnologia. Por outro lado, modificam também  os meios de comunicação e suas práticas. Outro aspecto discutido concerne ao fato do “internetês” ser uma adequação linguística que, na produção escrita, implica uma modalidade de língua que dispensa formalidades. As posições dos textos são distintas acerca de tais mudanças, fazendo com que o estudante reflita e se posicione em relação a elas.

O primeiro candidato a sair  das provas, as 9h10min, foi o jornalista formado, João Paulo Prates, que tenta uma vaga para o curso de direito noturno. Segundo ele, o tema da redação é bastante atual e instigante, “mas como sou jornalista, queria escrever mais do que as 25 linhas permitidas”. Em relação às provas, achou bastante acessível embora se considere “verde”, com dúvidas em relação à língua estrangeira, física e biologia.