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Para onde a comunicação vai nos levar?

Esta foi a pergunta tema do 10° Fórum de comunicação da Unifra que terminou na última sexta feira (17). Durante três dias, algumas discussões se pautaram em tendências do Jornalismo e da Publicidade e Propaganda.
Hoje vivemos em plena era do bombardeio de informações que nos chegam por plataformas diversas como jornais, revistas, encartes, folhetos, e-mails, sites de notícias e de relacionamento.
Muitos são os benefícios deste fenômeno e também surgem muitos problemas que se refletem na esfera social. Nem os grandes especialistas têm respostas definitivas para a questão, mas algumas previsões e pistas foram destacadas no evento, por profissinais e acadêmicos.
Afinal, até onde a comunicação vai nos levar?

Espero que a comunicação nos leve para um mundo mais justo, com mais oportunidades para todos e sem discriminação, que ela nos ajude a propagar a democracia.
Felipe Alvares, Músico e produtor audiovisual.

A comunicação é o elemento principal da nossa sociedade. Hoje cada um é dono do seu meio de comunicação. Somos a primeira sociedade que se comunica com o mundo todo em tempo real.” Juremir Machado, Jornalista e professor da PUC/RS.

O ser humano adora se comunicar. A comunicação vai ir até onde o último ser humano for.” Roberto Tietzmann, professor da PUC/RS.

‘’Precisamos atribuir à comunicação um sentido humano. Espero que o jornalismo nos conduza para este sentido mais humanizado do comunicar. ’’ Celso Schröder, professor da PUCRS e presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).

Acredito que ela nos levará cada vez mais perto de novas e avançadas tecnologias. Espero que o fazer  jornalismo não acabe, pois hoje qualquer um pode produzir notícias, mas a garantia da veracidade das matérias veiculadas está nas mãos do jornalista.”
Tiéle Abreu, acadêmica do 4º semestre de jornalismo.

“As novas tecnologias de comunicação nos obrigam cada vez mais a sentir dependentes dos dispositivos móveis para estabelecer contato, e a velocidade das mensagens nas mídias convergentes muitas vezes impede a imersão em conteúdos mais densos, proporcionando uma comunicação mais superficial entre as pessoas.” Maiquel Machado, acadêmico de jornalismo.

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Esta foi a pergunta tema do 10° Fórum de comunicação da Unifra que terminou na última sexta feira (17). Durante três dias, algumas discussões se pautaram em tendências do Jornalismo e da Publicidade e Propaganda.
Hoje vivemos em plena era do bombardeio de informações que nos chegam por plataformas diversas como jornais, revistas, encartes, folhetos, e-mails, sites de notícias e de relacionamento.
Muitos são os benefícios deste fenômeno e também surgem muitos problemas que se refletem na esfera social. Nem os grandes especialistas têm respostas definitivas para a questão, mas algumas previsões e pistas foram destacadas no evento, por profissinais e acadêmicos.
Afinal, até onde a comunicação vai nos levar?

Espero que a comunicação nos leve para um mundo mais justo, com mais oportunidades para todos e sem discriminação, que ela nos ajude a propagar a democracia.
Felipe Alvares, Músico e produtor audiovisual.

A comunicação é o elemento principal da nossa sociedade. Hoje cada um é dono do seu meio de comunicação. Somos a primeira sociedade que se comunica com o mundo todo em tempo real.” Juremir Machado, Jornalista e professor da PUC/RS.

O ser humano adora se comunicar. A comunicação vai ir até onde o último ser humano for.” Roberto Tietzmann, professor da PUC/RS.

‘’Precisamos atribuir à comunicação um sentido humano. Espero que o jornalismo nos conduza para este sentido mais humanizado do comunicar. ’’ Celso Schröder, professor da PUCRS e presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).

Acredito que ela nos levará cada vez mais perto de novas e avançadas tecnologias. Espero que o fazer  jornalismo não acabe, pois hoje qualquer um pode produzir notícias, mas a garantia da veracidade das matérias veiculadas está nas mãos do jornalista.”
Tiéle Abreu, acadêmica do 4º semestre de jornalismo.

“As novas tecnologias de comunicação nos obrigam cada vez mais a sentir dependentes dos dispositivos móveis para estabelecer contato, e a velocidade das mensagens nas mídias convergentes muitas vezes impede a imersão em conteúdos mais densos, proporcionando uma comunicação mais superficial entre as pessoas.” Maiquel Machado, acadêmico de jornalismo.