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UFSM adere à paralisação nacional das universidades

Arquivo: divulgação UFSM

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES) divulgou que 46 instituiçõesem todo Brasil aderiram à greve. A paralisação começou dia 17 de maio e continua até que o governo apresente uma proposta a ser analisada pela categoriaem assembléia. Segundo o ANDES os professores ganharam aumento de 4% e algumas gratificações referente a março, porém a reestruturação de carreira não foi cumprida.

Os professores reivindicam melhores condições de trabalho, acréscimo de titulação, incorporação de gratificações e reestruturação do plano de carreira nos campi criados com o Reuni. Além disso, aumento do piso salarial dos atuais R$ 557,51 para R$ 2.329,35 valor calculado pelo Dieese como salário mínimo para suprir as necessidades previstas na Constituição Federal.

A situação da UFSM

Os docentes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) aprovaram na quarta-feira,23, sua adesão na paralisação. A greve deve iniciar na próxima segunda-feira,28,  seguindo um preceito legal que prevê um prazo de 72h para comunicação  à reitoria e aos estudantes. A UFSM conta com 1.738 docentes em atividade.

Nesta semana, um comando local da greve deve ser instalado para decidir estratégias de mobilização e discussão. No dia 30 de maio acontecerá uma nova assembléia para avaliar o curso da paralisação e das negociações com o governo.

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Arquivo: divulgação UFSM

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES) divulgou que 46 instituiçõesem todo Brasil aderiram à greve. A paralisação começou dia 17 de maio e continua até que o governo apresente uma proposta a ser analisada pela categoriaem assembléia. Segundo o ANDES os professores ganharam aumento de 4% e algumas gratificações referente a março, porém a reestruturação de carreira não foi cumprida.

Os professores reivindicam melhores condições de trabalho, acréscimo de titulação, incorporação de gratificações e reestruturação do plano de carreira nos campi criados com o Reuni. Além disso, aumento do piso salarial dos atuais R$ 557,51 para R$ 2.329,35 valor calculado pelo Dieese como salário mínimo para suprir as necessidades previstas na Constituição Federal.

A situação da UFSM

Os docentes da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) aprovaram na quarta-feira,23, sua adesão na paralisação. A greve deve iniciar na próxima segunda-feira,28,  seguindo um preceito legal que prevê um prazo de 72h para comunicação  à reitoria e aos estudantes. A UFSM conta com 1.738 docentes em atividade.

Nesta semana, um comando local da greve deve ser instalado para decidir estratégias de mobilização e discussão. No dia 30 de maio acontecerá uma nova assembléia para avaliar o curso da paralisação e das negociações com o governo.