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O teatro que interpreta a história

As práticas teatrais e o ensino de história. Um estudo a partir das práticas obtidas com o PIBID.” Este é o título do trabalho apresentado pela acadêmica do 8º semestre do curso de História do Centro Universitário Franciscano, Stéfani Martins Fernandes, durante o SEPE deste ano.

Stéfani salienta que a utilização dessa prática contribui para que os alunos das escolas de ensino médio tenham mais gosto pela disciplina. Além disso, ela reforça a importância de sair do método tradicional e, assim, fazer com que os alunos possam sentir-se parte da história que lhes é apresentada.

O projeto é desenvolvido no Colégio Estadual Coronel Pilar desde março deste ano, por graduandos do curso de história do Centro Universitário Franciscano. Ela comenta que a aceitação por parte dos estudantes do colégio é grande. “Alguns alunos falam que passaram a gostar e a entender história depois que o teatro foi inserido”, diz Stéfani.

A pesquisa segue até o final deste semestre. No entanto, a graduanda acredita que o colégio deve dar sequência ao método, devido aos bons resultados em sala de aula.

Por Robson Brilhante

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As práticas teatrais e o ensino de história. Um estudo a partir das práticas obtidas com o PIBID.” Este é o título do trabalho apresentado pela acadêmica do 8º semestre do curso de História do Centro Universitário Franciscano, Stéfani Martins Fernandes, durante o SEPE deste ano.

Stéfani salienta que a utilização dessa prática contribui para que os alunos das escolas de ensino médio tenham mais gosto pela disciplina. Além disso, ela reforça a importância de sair do método tradicional e, assim, fazer com que os alunos possam sentir-se parte da história que lhes é apresentada.

O projeto é desenvolvido no Colégio Estadual Coronel Pilar desde março deste ano, por graduandos do curso de história do Centro Universitário Franciscano. Ela comenta que a aceitação por parte dos estudantes do colégio é grande. “Alguns alunos falam que passaram a gostar e a entender história depois que o teatro foi inserido”, diz Stéfani.

A pesquisa segue até o final deste semestre. No entanto, a graduanda acredita que o colégio deve dar sequência ao método, devido aos bons resultados em sala de aula.

Por Robson Brilhante