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Santa Maria, RS, Brazil

Por que escolhemos ser jornalistas?

Entre crianças e adolescentes que querem ser médicos, engenheiros ou pilotos de helicóptero, há alguns que gostam de ler ou escrever, de se manter informado com o que acontece na sua cidade, estado ou país, que tentam fazer algo diferente dos demais, sem se importar com opiniões ou obstáculos impostos. Gostam da realidade, do que está acontecendo, gostam da pesquisa ou de ver suas ideias no papel. Esses são os “sem lastro”, esses são os Jornalistas do Futuro.

“Nós, os sem lastros, corremos atrás do que é importante, atrás de conhecimento, para que se dissemine e seja de todos. Sem a mesma glória de algumas profissões talvez, mas com objetivos parecidos e “com a velha vontade de mudar o mundo.” Lucas Schineider, estudante de jornalismo da Unifra.

“A escolha de profissão é sempre muito complicada. Quando tive que tomar a decisão final, eu tinha passado por um processo, onde, procurei informações na Universidade de Santa Maria, conversei com professores, estudantes, mandei email para jornalistas.” Willian Vinderfeltes, estudante de jornalismo do 7º semestre da UFSM.

Seja na fotografia, capturando o instante, capturando o movimento, o segundo crucial. Seja no jornalismo online, “devido à rapidez, dinamismo e o desafio de se fazer um bom trabalho diante do pouco tempo disponível para cada.” Michelli Taborda, estudante de jornalismo de 2º semestre da Unifra. Na televisão com a sua informação clara, atualizada, “divulgada com muita precisão e eficiência”. Rérondi Alim Arboitte, estudante de jornalismo do 1º semestre da Unifra.

No rádio com a sua instantaneidade inconfundível, no impresso com seu aprofundamento, não importa qual veículo, somos o que somos, temos compromisso com os indivíduos que se importam com o que está acontecendo. Que andam pelas ruas, que olham para os lados freneticamente, que perguntam como? Onde? Por quê? Quando? Que procuram a verdade em tudo, em cada fala, olhar, escrita ou gesto.

Somos assim, e que continuemos assim. Tendo compromisso com cada vírgula, fato ou história e com a ética acima de tudo, com coerência e sempre duvidando de algumas verdades incontestáveis.

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Entre crianças e adolescentes que querem ser médicos, engenheiros ou pilotos de helicóptero, há alguns que gostam de ler ou escrever, de se manter informado com o que acontece na sua cidade, estado ou país, que tentam fazer algo diferente dos demais, sem se importar com opiniões ou obstáculos impostos. Gostam da realidade, do que está acontecendo, gostam da pesquisa ou de ver suas ideias no papel. Esses são os “sem lastro”, esses são os Jornalistas do Futuro.

“Nós, os sem lastros, corremos atrás do que é importante, atrás de conhecimento, para que se dissemine e seja de todos. Sem a mesma glória de algumas profissões talvez, mas com objetivos parecidos e “com a velha vontade de mudar o mundo.” Lucas Schineider, estudante de jornalismo da Unifra.

“A escolha de profissão é sempre muito complicada. Quando tive que tomar a decisão final, eu tinha passado por um processo, onde, procurei informações na Universidade de Santa Maria, conversei com professores, estudantes, mandei email para jornalistas.” Willian Vinderfeltes, estudante de jornalismo do 7º semestre da UFSM.

Seja na fotografia, capturando o instante, capturando o movimento, o segundo crucial. Seja no jornalismo online, “devido à rapidez, dinamismo e o desafio de se fazer um bom trabalho diante do pouco tempo disponível para cada.” Michelli Taborda, estudante de jornalismo de 2º semestre da Unifra. Na televisão com a sua informação clara, atualizada, “divulgada com muita precisão e eficiência”. Rérondi Alim Arboitte, estudante de jornalismo do 1º semestre da Unifra.

No rádio com a sua instantaneidade inconfundível, no impresso com seu aprofundamento, não importa qual veículo, somos o que somos, temos compromisso com os indivíduos que se importam com o que está acontecendo. Que andam pelas ruas, que olham para os lados freneticamente, que perguntam como? Onde? Por quê? Quando? Que procuram a verdade em tudo, em cada fala, olhar, escrita ou gesto.

Somos assim, e que continuemos assim. Tendo compromisso com cada vírgula, fato ou história e com a ética acima de tudo, com coerência e sempre duvidando de algumas verdades incontestáveis.