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Santa Maria: professores pedem ajuda ao Legislativo para discutir reajuste

Representante do sindicato e o presidente da Câmara de Vereadores. Foto: Ana Bittencourt

Os membros representantes do sindicato dos professores municipais de Santa Maria (Sinprosm) reuniram-se com o presidente da Câmera de Vereadores, Marcelo Zappe Bisogno, para pedir a intermediação do Legislativo na realização de uma reunião entre a prefeitura e o sindicato.

Os representantes solicitam uma reunião com a prefeitura pra debater sobre o reajuste salarial de 7,97%, reajuste do auxílio alimentação e cumprimento de 1/3 da carga horária do planejamento. Segundo a coordenadora do sindicato, Martha Najar, o grupo pretende continuar os protestos para alcançar as reivindicações: “Vamos continuar com períodos reduzidos, assim como boicotar todas as atividade propostas pela SMed e parar numa mobilização nos dias 23, 24 e 25 com uma vigília na praça Saldanha Marinho.  Também  vamos ocupar a tribuna livre no dia 23, na sessão do plenário para protestar”, comenta.

Os professores já haviam feito paralização no dia dois de abril, dia que foi acertado para haver reunião com representantes da prefeitura. Na ocasião, a reunião acabou sem acordo. No dia cinco, o sindicato convocou professores para assembleia, decidindo sobre as novas mobilizações do grupo de professores municipais, entre elas apoiar a mobilização nacional da confederação dos trabalhadores em educação- CNTE.

O presidente da Câmera se comprometeu a articular reunião entre os representantes do sindicato e da prefeitura, a fim de buscar soluções para a categoria.

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Representante do sindicato e o presidente da Câmara de Vereadores. Foto: Ana Bittencourt

Os membros representantes do sindicato dos professores municipais de Santa Maria (Sinprosm) reuniram-se com o presidente da Câmera de Vereadores, Marcelo Zappe Bisogno, para pedir a intermediação do Legislativo na realização de uma reunião entre a prefeitura e o sindicato.

Os representantes solicitam uma reunião com a prefeitura pra debater sobre o reajuste salarial de 7,97%, reajuste do auxílio alimentação e cumprimento de 1/3 da carga horária do planejamento. Segundo a coordenadora do sindicato, Martha Najar, o grupo pretende continuar os protestos para alcançar as reivindicações: “Vamos continuar com períodos reduzidos, assim como boicotar todas as atividade propostas pela SMed e parar numa mobilização nos dias 23, 24 e 25 com uma vigília na praça Saldanha Marinho.  Também  vamos ocupar a tribuna livre no dia 23, na sessão do plenário para protestar”, comenta.

Os professores já haviam feito paralização no dia dois de abril, dia que foi acertado para haver reunião com representantes da prefeitura. Na ocasião, a reunião acabou sem acordo. No dia cinco, o sindicato convocou professores para assembleia, decidindo sobre as novas mobilizações do grupo de professores municipais, entre elas apoiar a mobilização nacional da confederação dos trabalhadores em educação- CNTE.

O presidente da Câmera se comprometeu a articular reunião entre os representantes do sindicato e da prefeitura, a fim de buscar soluções para a categoria.