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TV OVO lança documentários sobre benzedores e conhecedores de ervas medicinais

Leontina benze contra o quebranto.

Histórias de pessoas que curam com rezas e ervas medicinais, um saber tradicional que é passado de geração para geração, mas que também tem se perdido com o passar do tempo. É esse patrimônio cultural que os documentários da quarta edição do projeto Por Onde Passa a Memória da Cidade registram.

O lançamento será nesta segunda-feira, 18 de novembro, às 19 horas, durante o II Encontro de Benzedores(as) e Conhecedores de Ervas Medicinais organizado pela 8ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), durante a 24ª Semana Municipal da Consciência Negra de Santa Maria, promovida pelo Museu Treze de Maio.

Além da exibição, haverá uma roda de conversa com benzedores(as) e conhecedores de ervas medicinais e um chá para acompanhar as atividades.

Esta edição do Por Onde Passa a Memória da Cidade conta com a parceria da 8ª CRE, por meio do GT Diversidade, que realiza um trabalho de mapeamento de benzedores e curadores em Santa Maria. Além disso, o projeto tem o financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria.

Saberes populares – benzimentos e ervas medicinais

Certos hábitos e costumes, de tão antigos, parecem existir desde que o mundo foi criado. Os saberes populares fazem parte daquele conhecimento transmitido não pelos livros, mas pela prática, pela oralidade. É uma sabedoria, que como todas as outras, precisa ser resguardada e preservada, pois constitui parte do patrimônio histórico, artístico e cultural da sociedade. Ao longo da história da humanidade, o homem vem observando as plantas e utilizando-as para fins medicinais.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reconhece a ação terapêutica das plantas e permite o uso das chamadas “drogas vegetais” para aliviar os sintomas de doenças de baixa gravidade. Atualmente, o governo federal desenvolve a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS, prevista em lei, que contempla diretrizes, ações e responsabilidades do governo federal, estadual e municipal para oferta de serviços e produtos da homeopatia, de plantas medicinais e de fitoterapia, a chamada medicina tradicional e complementar/alternativa. A proposta é institucionalizar estas práticas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Cleusa usa ramos verdes para benzer cobreiros. Fotos: arquivo TV OVO

O que: Lançamento dos documentários sobre benzedores e conhecedores de ervas medicinais da TV OVO

Quando: às 19h do dia 18 de novembro 2013

Onde: Museu Treze de Maio, Rua Silva Jardim, 1407

 

Texto e fotos: TV OVO

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Uma resposta

  1. Gostei muito da informação, terei uma satisfação em aprender a benzer com o ovo.

    Se fosse possível.

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Leontina benze contra o quebranto.

Histórias de pessoas que curam com rezas e ervas medicinais, um saber tradicional que é passado de geração para geração, mas que também tem se perdido com o passar do tempo. É esse patrimônio cultural que os documentários da quarta edição do projeto Por Onde Passa a Memória da Cidade registram.

O lançamento será nesta segunda-feira, 18 de novembro, às 19 horas, durante o II Encontro de Benzedores(as) e Conhecedores de Ervas Medicinais organizado pela 8ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), durante a 24ª Semana Municipal da Consciência Negra de Santa Maria, promovida pelo Museu Treze de Maio.

Além da exibição, haverá uma roda de conversa com benzedores(as) e conhecedores de ervas medicinais e um chá para acompanhar as atividades.

Esta edição do Por Onde Passa a Memória da Cidade conta com a parceria da 8ª CRE, por meio do GT Diversidade, que realiza um trabalho de mapeamento de benzedores e curadores em Santa Maria. Além disso, o projeto tem o financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria.

Saberes populares – benzimentos e ervas medicinais

Certos hábitos e costumes, de tão antigos, parecem existir desde que o mundo foi criado. Os saberes populares fazem parte daquele conhecimento transmitido não pelos livros, mas pela prática, pela oralidade. É uma sabedoria, que como todas as outras, precisa ser resguardada e preservada, pois constitui parte do patrimônio histórico, artístico e cultural da sociedade. Ao longo da história da humanidade, o homem vem observando as plantas e utilizando-as para fins medicinais.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reconhece a ação terapêutica das plantas e permite o uso das chamadas “drogas vegetais” para aliviar os sintomas de doenças de baixa gravidade. Atualmente, o governo federal desenvolve a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS, prevista em lei, que contempla diretrizes, ações e responsabilidades do governo federal, estadual e municipal para oferta de serviços e produtos da homeopatia, de plantas medicinais e de fitoterapia, a chamada medicina tradicional e complementar/alternativa. A proposta é institucionalizar estas práticas no Sistema Único de Saúde (SUS).

Cleusa usa ramos verdes para benzer cobreiros. Fotos: arquivo TV OVO

O que: Lançamento dos documentários sobre benzedores e conhecedores de ervas medicinais da TV OVO

Quando: às 19h do dia 18 de novembro 2013

Onde: Museu Treze de Maio, Rua Silva Jardim, 1407

 

Texto e fotos: TV OVO