Santa Maria, RS (ver mais >>)

Santa Maria, RS, Brazil

Homenagem a Machado de Assis na praça

Na noite de quarta-feira, 7 de maio , o palco do Livro Livre recebeu o espetáculo Confesso que Capitu. A dramatização é sobre uma mulher qualquer do século XXI que diante de um computador procura identificar suas aspirações. Na rede virtual, a personagem encontra os olhos dissimulados de Capitu – personagem da obra Dom Casmurro, de Machado de Assis. Desta forma, transpõe sua vida o desafio de ser a própria Capitu.

Elisa Lucas, intérprete da personagem , afirma que a obra Machadiana é atemporal, pois mesmo sendo escrita há mais de cem anos, possui sentido nos dias hoje. “É sobre uma mãe solteira, um pai que não assume seu filho, um filho que faz todas as vontades de sua mãe e posteriormente não consegue assumir sua família”, explica.

A atriz colocou uma parte do público no palco para interagir com ela. (Foto: Gabriela Vargas)
A atriz colocou uma parte do público no palco para interagir com ela. (Foto: Gabriela Vargas)

Antes de a peça começar, Elisa convidou 19 pessoas da plateia para assistir a peça dentro do cenário. Segundo a atriz essas pessoas simbolizam o Bentinho, outro protagonista da obra literária, “Não existe Capitu sem o Bentinho”, esclarece.

Elisa explica que o que motivou a escrever a dramatização foi seu questionamento sobre o conturbado papel de Capitu na obra literária. A peça é do grupo de teatro Grupo Capitu, de Porto Alegre.

 

LEIA TAMBÉM

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Na noite de quarta-feira, 7 de maio , o palco do Livro Livre recebeu o espetáculo Confesso que Capitu. A dramatização é sobre uma mulher qualquer do século XXI que diante de um computador procura identificar suas aspirações. Na rede virtual, a personagem encontra os olhos dissimulados de Capitu – personagem da obra Dom Casmurro, de Machado de Assis. Desta forma, transpõe sua vida o desafio de ser a própria Capitu.

Elisa Lucas, intérprete da personagem , afirma que a obra Machadiana é atemporal, pois mesmo sendo escrita há mais de cem anos, possui sentido nos dias hoje. “É sobre uma mãe solteira, um pai que não assume seu filho, um filho que faz todas as vontades de sua mãe e posteriormente não consegue assumir sua família”, explica.

A atriz colocou uma parte do público no palco para interagir com ela. (Foto: Gabriela Vargas)
A atriz colocou uma parte do público no palco para interagir com ela. (Foto: Gabriela Vargas)

Antes de a peça começar, Elisa convidou 19 pessoas da plateia para assistir a peça dentro do cenário. Segundo a atriz essas pessoas simbolizam o Bentinho, outro protagonista da obra literária, “Não existe Capitu sem o Bentinho”, esclarece.

Elisa explica que o que motivou a escrever a dramatização foi seu questionamento sobre o conturbado papel de Capitu na obra literária. A peça é do grupo de teatro Grupo Capitu, de Porto Alegre.