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Nanotecnologia revoluciona indústria de cosméticos

FotoSEPENa tarde de hoje, 1 de outubro, data de início do XVIII SEPE ( Simpósio de Ensino Pesquisa e Extensão) do Centro Universitário Franciscano,  o tema da nanotecnologia em produtos cosméticos lotou a Sala de Videoconferências do prédio 16, no Conjunto III.

A professora Renata Platcheck Raffin, doutora em ciências Farmacêuticas e pós-doutorado em Nanotecnologia pela UFRGS, falou sobre a emergência da nanotecnologia e o seu uso em produtos voltado para o ramo da cosmética.

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A professora Renata Platcheck Raffin. Foto. Eveline . Laboratório de Fotografia e Memória.

Entender o que é nanotecnologia não tem sido fácil para o público em geral.  Raffin explica que a definição é a de um estudo de objetos em pequena escala que são voltados para criar um novo dispositivo, com novas propriedades. Trabalhando com a área biológica, por exemplo, vai se ter uma faixa de 10o a 200 nanometros, que vem a ser do tamanho entre um vírus e uma bactéria. E o uso desse tamanho é favorecido, porque se permite controlar a disposição dessas partículas e evitar efeitos colaterais, como o de chegar à corrente sanguínea. Segundo ela, na Europa surgiu uma nova definição para o campo: a nanomaterial que, por enquanto, só é válida lá e no Brasil está sendo estudada. Trata-se de um material insolúvel e persistente, com pelo menos uma dimensão menor que 100 nanometros, que o corpo não metaboliza, e é considerado um produto de risco. Por isso, na Europa se requer um registro. A nanotecnologia engloba todas as nanos.

A professora diz que as empresas vem usando cada vez mais os nanomateriais, porque os cosméticos são fáceis de registrar e seus benefícios são vistos em uma ou duas semanas. A mais clássica traz a nanotecnologia para a pele, seja de hidratação, antirrugas, proteção solar, porque essas partículas atingem a camada da epiderme, onde se tem a divisão celular e é a camada aonde temos ao maior efeito da radiação ultra-violeta. De uns tempos para cá, segundo ela, a lista aumentou e se tem mais necessidades dos produtos como os shampoos de vários tipos, cremes e esmaltes de várias cores.”Todos os usos dos nanomateriais vem ganhando importância e relevância”, afirma.” Se tem um aumento da estabilidade do produto com a nano”.

 

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FotoSEPENa tarde de hoje, 1 de outubro, data de início do XVIII SEPE ( Simpósio de Ensino Pesquisa e Extensão) do Centro Universitário Franciscano,  o tema da nanotecnologia em produtos cosméticos lotou a Sala de Videoconferências do prédio 16, no Conjunto III.

A professora Renata Platcheck Raffin, doutora em ciências Farmacêuticas e pós-doutorado em Nanotecnologia pela UFRGS, falou sobre a emergência da nanotecnologia e o seu uso em produtos voltado para o ramo da cosmética.

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A professora Renata Platcheck Raffin. Foto. Eveline . Laboratório de Fotografia e Memória.

Entender o que é nanotecnologia não tem sido fácil para o público em geral.  Raffin explica que a definição é a de um estudo de objetos em pequena escala que são voltados para criar um novo dispositivo, com novas propriedades. Trabalhando com a área biológica, por exemplo, vai se ter uma faixa de 10o a 200 nanometros, que vem a ser do tamanho entre um vírus e uma bactéria. E o uso desse tamanho é favorecido, porque se permite controlar a disposição dessas partículas e evitar efeitos colaterais, como o de chegar à corrente sanguínea. Segundo ela, na Europa surgiu uma nova definição para o campo: a nanomaterial que, por enquanto, só é válida lá e no Brasil está sendo estudada. Trata-se de um material insolúvel e persistente, com pelo menos uma dimensão menor que 100 nanometros, que o corpo não metaboliza, e é considerado um produto de risco. Por isso, na Europa se requer um registro. A nanotecnologia engloba todas as nanos.

A professora diz que as empresas vem usando cada vez mais os nanomateriais, porque os cosméticos são fáceis de registrar e seus benefícios são vistos em uma ou duas semanas. A mais clássica traz a nanotecnologia para a pele, seja de hidratação, antirrugas, proteção solar, porque essas partículas atingem a camada da epiderme, onde se tem a divisão celular e é a camada aonde temos ao maior efeito da radiação ultra-violeta. De uns tempos para cá, segundo ela, a lista aumentou e se tem mais necessidades dos produtos como os shampoos de vários tipos, cremes e esmaltes de várias cores.”Todos os usos dos nanomateriais vem ganhando importância e relevância”, afirma.” Se tem um aumento da estabilidade do produto com a nano”.