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Por dentro da ZH Digital

videoNa noite desta segunda-feira (18), os acadêmicos de Jornalismo do Centro Universitário Franciscano tiveram a oportunidade de conversar e conhecer um pouco mais do mundo digital de um dos maiores jornais do país, a Zero Hora. Com auditório lotado, a editora chefe de digital, Barbara Nickel, contou sobre esse novo mundo em constante mudança: “A Zero Hora passou por três modelos de redação multiplataforma. Hoje o que existe é um modelo híbrido”, explicou.

Segundo Barbar há uma integração maior com as editorias para criar e tornar atraentes as matérias para os internautas: “A coisa mais fantástica do digital é saber se o público lê ou não a notícia postada. A ZH criou a figura do editor de fluxo, que tem como função acompanhar as publicações”, declarou a editora. 

Atualmente a informação está ao alcance de qualquer pessoa. Para isso, basta ter um smartphone (telefone inteligente) para estar conectado com um veículo de comunicação. As redes sociais também têm papel importante no compartilhamento e na interação com as redações dos jornais. Segundo a editora, mais de 90% da audiência do site vem do Facebook: “As pessoas estão cada vez mais comentando as matérias nas redes sociais. É raro o pessoal mandar e-mail”, revelou Barbara.

Além de contar os bastidores e as mudanças do jornal Zero Hora na rede mundial de computadores, a editora revelou que sábado à tarde “é o pior horário de audiência dos sites” e completou afirmando que o maior número de cliques da ZH Digital vem do Esporte.  

 
Por Tiago Nunes

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videoNa noite desta segunda-feira (18), os acadêmicos de Jornalismo do Centro Universitário Franciscano tiveram a oportunidade de conversar e conhecer um pouco mais do mundo digital de um dos maiores jornais do país, a Zero Hora. Com auditório lotado, a editora chefe de digital, Barbara Nickel, contou sobre esse novo mundo em constante mudança: “A Zero Hora passou por três modelos de redação multiplataforma. Hoje o que existe é um modelo híbrido”, explicou.

Segundo Barbar há uma integração maior com as editorias para criar e tornar atraentes as matérias para os internautas: “A coisa mais fantástica do digital é saber se o público lê ou não a notícia postada. A ZH criou a figura do editor de fluxo, que tem como função acompanhar as publicações”, declarou a editora. 

Atualmente a informação está ao alcance de qualquer pessoa. Para isso, basta ter um smartphone (telefone inteligente) para estar conectado com um veículo de comunicação. As redes sociais também têm papel importante no compartilhamento e na interação com as redações dos jornais. Segundo a editora, mais de 90% da audiência do site vem do Facebook: “As pessoas estão cada vez mais comentando as matérias nas redes sociais. É raro o pessoal mandar e-mail”, revelou Barbara.

Além de contar os bastidores e as mudanças do jornal Zero Hora na rede mundial de computadores, a editora revelou que sábado à tarde “é o pior horário de audiência dos sites” e completou afirmando que o maior número de cliques da ZH Digital vem do Esporte.  

 
Por Tiago Nunes