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Dia de lembrar do porto seguro dos filhos

Dia das Mães tem sua origem na antiguidade, onde sua comemoração vem da Grécia antiga, comemorava-se na entrada da primavera por Reia, a mães dos deuses.  Aqui no Brasil, foi ser uma data oficial em 1932 pelo então presidente Getúlio Vargas, que oficializou todo segundo domingo do mês de maio, como o dia das mães. E em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica.

A Agência Central Sul de Notícias perguntou as pessoas o que mãe representa e o que gostariam de dizer para elas, nesse dia. Segundo Iuri Patias, 23 anos, acadêmico de Jornalismo no Centro Universitário Franciscano, sua mãe representa ser toda sua lógica de vida e não somente a paixão, mas todo o amor. Representa tudo o que ele é hoje. ” Não gostaria de dizer nada, e sim dar um beijo nela”, diz Iuri Patias.

Para Adrian Vaniny, 27 anos, policial da Brigada Militar, sente amor, admiração. Conta que sua mãe é uma pessoa incrível e tudo o que ela é hoje, deve a sua mãe. Ela é mãe da Sophia, 3 meses, e diz que a sua filha veio para completá-la e extrair o melhor dela. “Sou uma mãe de primeira viagem, mas sinto que posso suprir a todas as necessitas dela e espero ser pra Sophia. Uma mãe tão boa quanto a minha foi para mim”, fala Adrian.

O estudante de Jornalismo Pedro Corrêa, 21 anos, conta que para ele sua mãe é uma heroína. “Posso ligar pra ela de madrugada, que ela vai me ouvir. Vai me puxar as orelhas e vai me dar conselhos”, conta. E para ela, Pedro diz que não vive sem ela. Já para Camile Bittencourt, 22 anos, aluna do quinto semestre de Design de Produto, relata que sua mãe é uma inspiração para ela. É uma mulher forte. ” Não tenho o que dizer para ela. Porque ela já sabe tudo que sinto por ela”, diz Camile. Para a coordenadora do Laboratório de Fotografia e Memória, professora Laura Fabrício, 40 anos, fala que sua mãe é um exemplo muito forte, ainda mais por tudo o que passou na década de 60, na época da ditadura militar. ” Se eu pudesse escolher outra mãe, ainda escolheria a minha”, conta Laura.

E para a enfermeira juliana Goulart, 24 anos, sua mãe é um exemplo. “Tô grávida de 4 meses e meio e se eu for 10% do que a minha foi pra mim, eu ficaria muito feliz”, comenta Juliana. Ela conta que gostaria de agradecer a sua mãe pelas vezes que abdicou de fazer o que queria, para estar com os filhos.

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Aluno de Jornalismo, Pedro Corrêa diz que sua mãe é seu porto seguro (Foto: Caroline Pigatto/Laboratório de Fotografia e Memória)
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Professora de fotojornalismo, Laura Fabrício. “Minha mãe é um exemplo”, conta a professora (Foto: Caroline Pigatto/Laboratório de Fotografia e Memória)
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Aluna de Design de Produto Camile Bittencourt (Foto: Caroline Pigatto/Laboratório de Fotografia e Memória)

 

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Dia das Mães tem sua origem na antiguidade, onde sua comemoração vem da Grécia antiga, comemorava-se na entrada da primavera por Reia, a mães dos deuses.  Aqui no Brasil, foi ser uma data oficial em 1932 pelo então presidente Getúlio Vargas, que oficializou todo segundo domingo do mês de maio, como o dia das mães. E em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica.

A Agência Central Sul de Notícias perguntou as pessoas o que mãe representa e o que gostariam de dizer para elas, nesse dia. Segundo Iuri Patias, 23 anos, acadêmico de Jornalismo no Centro Universitário Franciscano, sua mãe representa ser toda sua lógica de vida e não somente a paixão, mas todo o amor. Representa tudo o que ele é hoje. ” Não gostaria de dizer nada, e sim dar um beijo nela”, diz Iuri Patias.

Para Adrian Vaniny, 27 anos, policial da Brigada Militar, sente amor, admiração. Conta que sua mãe é uma pessoa incrível e tudo o que ela é hoje, deve a sua mãe. Ela é mãe da Sophia, 3 meses, e diz que a sua filha veio para completá-la e extrair o melhor dela. “Sou uma mãe de primeira viagem, mas sinto que posso suprir a todas as necessitas dela e espero ser pra Sophia. Uma mãe tão boa quanto a minha foi para mim”, fala Adrian.

O estudante de Jornalismo Pedro Corrêa, 21 anos, conta que para ele sua mãe é uma heroína. “Posso ligar pra ela de madrugada, que ela vai me ouvir. Vai me puxar as orelhas e vai me dar conselhos”, conta. E para ela, Pedro diz que não vive sem ela. Já para Camile Bittencourt, 22 anos, aluna do quinto semestre de Design de Produto, relata que sua mãe é uma inspiração para ela. É uma mulher forte. ” Não tenho o que dizer para ela. Porque ela já sabe tudo que sinto por ela”, diz Camile. Para a coordenadora do Laboratório de Fotografia e Memória, professora Laura Fabrício, 40 anos, fala que sua mãe é um exemplo muito forte, ainda mais por tudo o que passou na década de 60, na época da ditadura militar. ” Se eu pudesse escolher outra mãe, ainda escolheria a minha”, conta Laura.

E para a enfermeira juliana Goulart, 24 anos, sua mãe é um exemplo. “Tô grávida de 4 meses e meio e se eu for 10% do que a minha foi pra mim, eu ficaria muito feliz”, comenta Juliana. Ela conta que gostaria de agradecer a sua mãe pelas vezes que abdicou de fazer o que queria, para estar com os filhos.

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Aluno de Jornalismo, Pedro Corrêa diz que sua mãe é seu porto seguro (Foto: Caroline Pigatto/Laboratório de Fotografia e Memória)
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Professora de fotojornalismo, Laura Fabrício. “Minha mãe é um exemplo”, conta a professora (Foto: Caroline Pigatto/Laboratório de Fotografia e Memória)
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Aluna de Design de Produto Camile Bittencourt (Foto: Caroline Pigatto/Laboratório de Fotografia e Memória)