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MASM recebe exposição da artista Susane Kochhann nesta quinta-feira

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Susane Kochhann Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

Na quinta-feira, às 19h, o Museu de Arte de Santa Maria (MASM – Av. Presidente Vargas, 1400) recebe na sala anexa a exposição “Cooimpressões do Tempo”, da artista Susane Kochhann e curada por Daniel Signor. A exposição é resultado de uma pesquisa poética baseada em elementos geológicos em cidades como Ivorá, Agudo e Novo Treviso, na Quarta Colônia de Imigração Italiana.

Desde 2013, Susane utiliza pigmentos naturais em pinturas, que depois são modificadas por técnicas de monotipia (técnica de reprodução de um desenho em uma prova única), utilizando marcas de terra, minerais e elementos orgânicos impressos na superfície de placas cerâmicas por meio da incorporação de telas pintadas e enterradas. O como objetivo da obra é discutir a passagem do tempo, o desgaste temporal e natural, bem como a transformação das obras.

“Um pouco de mim também é vestígio. Criação e criatura descobrem-se em infinitas surpresas com as coisas que se renovam no cotidiano, ante cada forma que, ao ser criada, começa a dialogar conosco. O desenterro desestabiliza a expectativa do resultado final, juntamente com a pedra, o pó e a minha pele que se integram e se fundem, apresentando assim, o processo intrínseco do criar artístico sensível. Nas peças percebemos  os caminhos percorridos, as descobertas em cores, texturas e a passagem do tempo.”, explica a artista.

A exposição estará aberta ao público a partir do dia 06 de outubro, sempre de segunda à sexta-feira das 08h às 16h.

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Susane Kochhann Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

Na quinta-feira, às 19h, o Museu de Arte de Santa Maria (MASM – Av. Presidente Vargas, 1400) recebe na sala anexa a exposição “Cooimpressões do Tempo”, da artista Susane Kochhann e curada por Daniel Signor. A exposição é resultado de uma pesquisa poética baseada em elementos geológicos em cidades como Ivorá, Agudo e Novo Treviso, na Quarta Colônia de Imigração Italiana.

Desde 2013, Susane utiliza pigmentos naturais em pinturas, que depois são modificadas por técnicas de monotipia (técnica de reprodução de um desenho em uma prova única), utilizando marcas de terra, minerais e elementos orgânicos impressos na superfície de placas cerâmicas por meio da incorporação de telas pintadas e enterradas. O como objetivo da obra é discutir a passagem do tempo, o desgaste temporal e natural, bem como a transformação das obras.

“Um pouco de mim também é vestígio. Criação e criatura descobrem-se em infinitas surpresas com as coisas que se renovam no cotidiano, ante cada forma que, ao ser criada, começa a dialogar conosco. O desenterro desestabiliza a expectativa do resultado final, juntamente com a pedra, o pó e a minha pele que se integram e se fundem, apresentando assim, o processo intrínseco do criar artístico sensível. Nas peças percebemos  os caminhos percorridos, as descobertas em cores, texturas e a passagem do tempo.”, explica a artista.

A exposição estará aberta ao público a partir do dia 06 de outubro, sempre de segunda à sexta-feira das 08h às 16h.