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Maria Eduarda de Castro

Alunos da EMEF Castro Alves dão voz a personagens e vivenciam a experiência da contação de histórias na Rádio Web UFN.

Na terça e quarta-feira, 23 e 24 de junho, o projeto de extensão Nave de Histórias, da Universidade Franciscana (UFN), promoveu a gravação de narrativas criadas por estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Castro Alves. O conteúdo produzido fará parte das atividades desenvolvidas pelo projeto durante a Feira do Livro de Santa Maria.

A Nave de Histórias é uma iniciativa que reúne os cursos de Jornalismo, Desing, Letras e Pedagogia da Universidade Franciscana (UFN). Criado em 2024, o projeto tem como proposta produzir narrativas infantis em áudio, estimulando a imaginação dos ouvintes por meio de experiências e sensações sonoras. Em edições anteriores, foram desenvolvidos podcasts inspirados em obras de literatura infantojuvenil de autores santa-marienses.

Nesta edição, as crianças da escola tiveram a oportunidade de criar histórias, dar voz aos personagens dos contos fictícios e vivenciar a experiência de gravação no laboratório da Rádio Web UFN.

Crianças em dia de gravação, com professoras e monitora.

A professora Neli Mombelli, coordenadora do projeto, destaca que a experiência de gravar as próprias histórias permite aos estudantes dar vida à imaginação e ampliar horizontes. “É muito instigante para eles, porque quem criou a história agora pode dar vida a ela, junto com os colegas que ajudam a interpretar os personagens. Além disso, eles conhecem como funciona todo um processo de produção, o que também é um letramento midiático. A imaginação é o pontapé para qualquer coisa na nossa vida. Para sonhar, a gente precisa imaginar”, destaca ela.

Para a coordenadora pedagógica da escola, Naldivana Bavaresco, a parceria entre escola e universidade é fundamental para ampliar as oportunidades de aprendizagem. Ela ressalta que os projetos de extensão fortalecem essa troca e proporcionam experiências marcantes para os estudantes. “Eles ficaram extremamente motivados. Foi uma experiência que com certeza nunca vão esquecer”.

A monitora do projeto, Luiza Fantinel, destacou o envolvimento e a dedicação das crianças ao longo das atividades. Segundo ela, o entusiasmo dos estudantes foi essencial para o desenvolvimento do trabalho e ficou evidente na evolução durante as oficinas realizadas na escola e a gravação no estúdio. “Eles se disponibilizaram a aprender e treinaram bastante. Foi muito bonito perceber o desenvolvimento deles, desde as oficinas na escola até a gravação no estúdio”, relata Luiza.

O projeto Nave de Histórias segue ampliando seu alcance e estará presente na 53ª Feira do Livro de Santa Maria, de 7 a 22 de agosto de 2026. Os áudios das histórias também poderão ser ouvidos em breve na plataforma Spotify.

Fotos: Nelson Bofill/Labfem e Vinícius Gomes/Labfem

Estudantes realizam o Vestibular de Inverno 2026 da UFN. Foto: Thine Feistauer/Labfem

O Vestibular de Inverno 2026 da Universidade Franciscana (UFN) foi realizado no dia 22 de Junho, segunda-feira. Cerca de 800 candidatos participaram desta edição do processo seletivo para disputar vagas na instituição. As provas dos 30 cursos foram realizadas no Conjunto III.

Os canditados começaram a chegar ao local das provas por volta do meio-dia, acompanhados por pais, familiares, amigos e professores de cursinhos pré-vestibulares. Além de estudantes residentes de Santa Maria, o Vestibular reuniu participantes de diversas cidades do Rio Grande do Sul. Nesta edição, os cursos com maior procura foram Medicina, Direito, Psicologia, Fisioterapia, Odontologia e Biomedicina.

Entre os candidatos que chegaram cedo para a prova estava Eduardo Taffarel, de São Luiz Gonzaga, que concorre a uma vaga no curso de Medicina. Morando em Santa Maria há três anos para se dedicar exclusivamente aos estudos, ele demonstrou confiança antes do início da avaliação. “O preparo do curso pré-vestibular foi muito eficiente e me deu tranquilidade para resolver as questões. Estou confiante e tranquilo, e acho que eu e os demais alunos vamos fazer uma boa prova hoje”, afirmou.

Canditados aguardam abertura das salas de aula. Foto: Thine Feistauer/Labfem

As provas para todos os cursos tiveram início às 13h30. A prova para Medicina contou com 50 questões de múltipla escolha, além de uma redação em que os candidatos deveriam responder aos questionamentos: “Quais são os principais desafios para a efetivação do direito à moradia no Brasil? E quais medidas podem ser adotadas para garantir condições dignas de habitação à população?”.

Para os candidatos dos outros cursos, foi proposta uma redação sobre o tema “Qual é o papel da sociedade, do Estado e dos indivíduos na promoção do respeito e da proteção animal? E de que forma pode ser solucionada a questão das redes digitais de crueldade contra animais no Brasil?”.

Durante a realização das provas do Vestibular de Inverno 2026, a Universidade promoveu a tradicional coletiva de imprensa com a reitora, Irmã Iraní Rupolo, vice-reitora e pró-reitores, proporcionando um espaço para esclarecimentos sobre o processo seletivo e apresentação das perspectivas para o próximo semestre acadêmico.

No encontro, foi destacada a importância do vestibular como porta de entrada para novos estudantes e o compromisso institucional com a qualidade do ensino. A Reitora ressaltou os princípios que orientam a Universidade e seu papel na formação de futuros profissionais comprometidos: “Queremos que todos os bons estudantes, em qualquer curso, possam estar aqui na Universidade Franciscana, que é uma Universidade que prima por valores, por bom ensino, qualidade de trabalho e boa formação em todas as profissões.”, afirmou.

Coletiva de imprensa com a reitora, Irmã Iraní Rupolo, vice-reitora e pró-reitores. Foto: Vinicius Gomes/LabFem

Após o fim das provas, a candidata Beatriz Morales comentou sobre o tema da redação. Segundo ela, o assunto dialogava com acontecimentos recentes. “O tema foi sobre os maus-tratos aos animais e os impactos das redes sociais nesses casos. Achei interessante por ser algo recente, mas a segunda pergunta foi um pouco confusa, principalmente na parte que discutia se as redes sociais ajudam ou atrapalham”, avaliou a candidata.

Gabarito

O gabarito definitivo será divulgado no dia 24 de Junho e o resultado dos classificados em todos os cursos será disponibilizado para consulta presencial em 29 de junho às 15h no hall do prédio 15, do Conjunto III e 16h publicada no site da UFN. Neste mesmo dia, também poderá ser consultado o desempenho individual.

Matrícula

Os candidatos aprovados no curso de Medicina devem realizar a matrícula presencialmente nos dias 30 de junho e 1º de julho, das 8h às 17h30, na Central de Atendimento da Universidade Franciscana, localizada na Rua dos Andradas, 1614.

Para os aprovados nos demais cursos, a matrícula poderá ser feita de forma digital, por meio do portal do aluno (Minha UFN), entre os dias 30 de junho e 3 de julho, das 8h às 17h30, ou presencialmente na Central de Atendimento da universidade, no mesmo período, das 8h30 às 19h. Excepcionalmente no dia 3 de julho, o atendimento presencial será realizado das 8h30 às 13h.

Já os candidatos suplentes poderão ser convocados para a chamada oral, marcada para o dia 6 de julho, às 14h, no Salão de Atos do Conjunto I da Universidade, na Rua dos Andradas, 1614.

Fotos: Thine Feistauer/Labfem e Nelson Bofill/Labfem.

Imagem: divulgação.

A disciplina de Cinema do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana promove, entre os dias 17 e 26 de junho uma mostra de curtas-metragens com produções brasileiras e locais, com supervisão da professora Neli Mombelli. A iniciativa busca oferecer à comunidade acadêmica um momento de pausa e reflexão em meio à rotina intensa de fim de semestre.

As sessões ocorrem na sala 108 do prédio 16 e são organizadas pelos alunos da disciplina, que também apresentarão os filmes ao público. Depois de cada exibição, haverá um breve bate-papo para compartilhar reflexões e discutir os temas abordados pelas obras, que tratam de questões como identidade, memória, infância, diversidade, cultura e transformações sociais.

A iniciativa também marca as comemorações do Dia do Cinema Brasileiro, celebrado em 19 de junho. A participação é aberta à comunidade acadêmica, com emissão de duas horas de ACC para cada sessão assistida.

Confira a programação:

17/06 – Quarta-feira – Das 17h30 às 18h15

Os tiranos, de Marcos Marguilês  

Brasil, 1951, 7’, animação.

As misérias perpetradas por três tiranos que chegam à cidade de Beauvais, no tempo das lutas religiosas na França e o consequente medo dos habitantes da vila, contados através do quadro do pintor francês Antoine Caron (1520-1598). Primeiro filme produzido pelo MASP, um documentário em table-top realizado por professores e alunos do Seminário de Cinema, um dos primeiros cursos de cinema do país. 


Esporas, de Marcos Oliveira.

Brasil, 2021, 9’, videodança

É um trabalho de videodança que aborda a manutenção das masculinidades no contexto da cultura tradicional gaúcha.
Das 20h às 20h30.

Um vestido para ver a mamãe, de Karen Suzane

Brasil, 2020, 13’, ficção
Narra a jornada de Márcia que, aos nove anos, enfrenta a ausência de sua mãe durante uma infecção viral que atinge sua família em 1972. O filme, um drama com toques surrealistas, explora a força e a fé de sua mãe, além da resistência feminina. Márcia lida com as responsabilidades domésticas e o cuidado dos irmãos. A história aborda temas como infância, saudade e desigualdade de gênero, culminando em uma reviravolta que traz um raio de felicidade à protagonista. 

24/06 Quarta-feira – Das 17h30 às 18h

Eu queria ser um monstro, de Marcelo Fabri Marão.

Brasil, 2009, 8’, animação

A transformação do ponto de vista de um garoto, que sonha em ser um monstro para enfrentar uma rotina diária.


A diferença entre mongóis e mongoloides, Jonatas Rupert (2021)

Brasil, 2021, 4’, animação
Alguns humanos nascem com um conjunto de características variáveis, que eles chamam de síndrome de Down. Um disco voador, dinossauros e cegonhas nos ajudam a tentar entender o que é e qual a diferença entre tê-lo ou não.


26/06 Sexta-feira – Das 17h30  às 18h15

Nova Santa Marta: cidade de lona, de Paulo Tavares

Brasil, 2021, 34’, documentário

Bruno Martins, 30 anos, a partir de um achado na estante de casa, procura organizar e conhecer as histórias e as memórias do Bairro Nova Santa Marta, a maior ocupação urbana organizada da América Latina.

Dados registrados pela Ancine apontam desafios para incentivar o público a ver filmes nacionais. Imagem: reprodução internet.

A Agência Nacional de Cinema (Ancine) atualizou as regras da Cota de Tela, após envolvimento polêmico da rede de cinemas Cinemark. Segundo informações divulgadas pela Folha de São Paulo, a empresa teria utilizado sessões do filme infantil “Zuzubalândia”, lançado em 2024, em horários de baixa procura para cumprir a exigência de cota obrigatória. A situação gerou críticas nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a efetividade da política pública de incentivo ao audiovisual brasileiro.

Após a repercussão, a Ancine publicou a nova Instrução Normativa n° 175, que atualiza a regulamentação da política para 2026. Em vez de só contabilizar o número de sessões com filmes nacionais, sessões de longas brasileiros exibidas a partir das 17h, em qualquer dia da semana, passam a receber um acréscimo de 0,10 na contagem da cota. Na prática, isso significa que uma sessão em horário de maior público, como à noite, passa a valer mais para o cumprimento da obrigação legal do que sessões programadas em horários de menor movimento, como pela manhã ou no início da tarde.

A norma também cria um incentivo para que os filmes permaneçam mais tempo em cartaz. Quando um longa brasileiro continua sendo exibido entre a segunda e a quinta semanas cinematográficas no mesmo complexo, ele recebe um acréscimo adicional de 0,025 na contagem da cota, desde que as sessões também ocorram a partir das 17h. Caso o filme saia de cartaz e retorne posteriormente, a contagem é reiniciada.

Outra mudança amplia o bônus para obras premiadas. Além de Melhor Filme, passam a ser consideradas premiações como Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Diretor e Melhor Roteiro em festivais reconhecidos pela Ancine. Nessas condições, as sessões a partir das 17h também recebem acréscimo no cálculo da cota.

Dados registrados pela agência apontam desafios para incentivar o público a ver filmes nacionais.  Em 2024 e 2025, o cinema brasileiro ficou com 15,7% das sessões, mas só 10,1% e 9,9% do público, respectivamente. Em 2026, até agora, o número recuou para 6,5%. “O cumprimento formal da obrigação de programação não tem sido suficiente para converter presença em cartaz em resultado efetivo de público e bilheteria”, lamenta a Ancine, ao justificar a necessidade da atualização.

Com as novas medidas, a Ancine busca não apenas ampliar a quantidade de exibições de filmes nacionais, mas também garantir maior visibilidade e acesso do público às produções brasileiras nas salas de cinema.

Com o tema “Aprendizagem e Serviço Solidário, a 4ª Mostra da Extensão ocorreu nos dias 27, 28 e 29 de abril na Universidade Franciscana (UFN), com mais de 800 inscritos e a socializaçaõ de mais de 30 projetos. No primeiro dia de evento, foi realizada a Exposição Fotográfica sobre os projetos de extensão da instituição promovido pelo Laboratório de Fotografia e Memória (LABFEM) e pelo Curso de Design. Sob a supervisão das professoras Laura Fabrício e Círia Moro, as imagens foram organizadas em um ambiente ligados por fios representando a união e as conexões centralizadas na UFN.

A exposição fotográfica está disponível até o dia 18 de maio. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

No primeiro dia a instituição realizou o Fórum de Alunos Extensionistas, reunindo estudantes e profissionais de áreas como Odontologia, Arquitetura, Direito, História e Psicanálise. O encontro teve como foco o compartilhamento de experiências nos projetos de extensão e sua relação com a vida acadêmica.

Entre os relatos, destacou-se a fala da cirurgiã-dentista Franciele Dutra, formada em Odontologia, que participou do projeto “Edu Saúde” desde o início da graduação. Desenvolvido na Escola Joaquina de Carvalho, o projeto promove atividades semanais com crianças e envolve diferentes áreas da saúde, abordando temas diversos.

Franciele ressaltou o impacto transformador da extensão em sua formação. “O projeto é muito grandioso. Ele transforma a gente como pessoa e como futuros profissionais desde o início da graduação. A gente acha que vai ensinar, mas aprende muito mais”, afirmou. Segundo ela, o contato com diferentes realidades amplia a visão dos estudantes e reforça a importância da troca de saberes.

O Fórum da Extensão que contou com relatos de alunos sobre suas experiências. Imagem: Luiza Silveira/ LABFEM

Na terça-feira, 28 de abril, foi realizada a conferência de abertura oficial da 4ª Mostra da Extensão da Universidade Franciscana (UFN), reunindo acadêmicos, professores e comunidade para refletir sobre o papel da extensão universitária com o professor Cleverson Pereira de Almeida, Pró-reitor de Extensão da Universidade Presbiteriana Mackenzie e Presidente do Fórum Nacional de Extensão e Ação Comunitária das Instituições Comunitárias de Ensino Superior (ForExt).
A atividade marcou o início da programação acadêmica do evento, promovendo um espaço de diálogo e troca de experiências sobre a importância das ações extensionistas na formação dos estudantes e na relação com a sociedade.

Durante a abertura, o pró-reitor de Extensão, professor Márcio Taschetto, destacou a relevância da extensão dentro da universidade. “A extensão é o DNA de uma universidade comunitária e faz parte da identidade de uma instituição de ensino”, afirmou.

A abertura oficial da Mostra teve como temática a importância da extensão universitária na construção da identidade de uma instituição de ensino superior. Imagem: Luiza Silveira/ LABFEM

No mesmo dia ocorreram as rodas de conversa, que promoveu a troca de experiências e a reflexão coletiva entre os participantes, visando gerar aprendizados que contribuam com o planejamento da formação extensionista e fortaleçam a integração entre os diferentes territórios. As rodas foram organizadas por territórios, agrupando regiões específicas:

Território 1 (Região Centro): Teve como tema a curricularização da extensão, com coordenação da Prof.ª Claudia Zamberlan e do Prof. Francisco Queruz, e como projetos disparadores o Território Negro do Rosário e a AMICA.

Territórios 2 e 5 (Norte e Nordeste): Abordou metodologias da extensão, com coordenação do Prof. Adriano Falcão e da Prof.ª Aline Krüger, tendo como projetos disparadores o comVIDA e o Direito em Perspectiva (+Parentais).

Territórios 3 e 4 (Oeste e Centro-Oeste): Discutiu território e construção de vínculo com a comunidade, com coordenação da Prof.ª Anelis Flores e da Prof.ª Janaina Marchi, e projetos disparadores o Edusaúde+ e Além das Cores.

Cada roda teve um tema próprio, coordenação definida e projetos que serviram como ponto de partida para as discussões, permitindo trocas de experiências mais direcionadas à realidade de cada grupo.

As rodas temáticas foram ume espaço de discussão por territórios de abrangência. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

Na quarta-feira, 29 de abril, último dia do evento, ocorreu o painel “Experiência, Aprendizagem e Serviço Solidário”. A atividade reuniu especialistas para discutir o papel da extensão universitária.

Durante o encontro, o professor Rodrigo de Andrade, Gerente de extensão universitária e aprendizagem-serviço da PUC/Paraná, destacou que a extensão, integrada ao ensino e à pesquisa, contribui para uma formação mais completa, com experiências práticas que tornam o aprendizado mais consistente e de maior qualidade. O professor Adriano Hertzog Vieira, consultor de Política de Extensão da Universidade Franciscana também participou do debate, abordando a política de extensão universitária.

O painel Experiência, Aprendizagem e Serviço Solidário trouxe especialistas para discutir sobre a extensão universitária. Imagem: Thine Feistauer/ LABFEM

A Mostra dos projetos extensionistas ocorreu na tarde de quarta-feira, no hall do prédio 15 (conjunto III) da Universidade Franciscana. Projetos de toda instituição foram expostos para a apreciação da comunidade. Entre eles estava o projetos do curso de Jornalismo Nave de Histórias.

A Nave de Histórias é uma proposta criada na disciplina de Áudio para Mídias Digitais, onde ao entrar na cabine em formato de nave espacial, a criança ouve um podcast de contação de histórias, criadas por escritores santa marienses e lidas por alunos do curso de Jornalismo.

A Professora do Curso de Jornalismo, Neli Mombelli, responsável pelo projeto, conta sobre o processo de expansão do Nave, que está sendo levado às escolas, incentivando as crianças a desenvolverem suas próprias histórias e participarem ativamente da proposta: “Fazer histórias de modo coletivo e pensar que elas tocam as pessoas de diferentes formas é muito especial” afirma. Hoje o projeto tem contribuição dos cursos de Design, Letras e Pedagogia, além de Jornalismo.

A professora e coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda, Cristina Jobim, é atualmente a responsável pelo projeto integrador de todos os sub-projetos de extensão dos cursos de Jornalismo e Publicidade. Segundo a professora desde antes dos projetos de extensão os cursos de comunicação já executavam esse tipo de atividade, pois os cursos são naturalmente em essência extensionistas. “Participar desse processo educa muito, faz com que a pessoa compreenda muitas coisas que talvez um livro ou uma teoria ela não consiga”, ressalta.

Um dos projetos apresentados na Mostra foi a Nave de Histórias. Imagem: Nelson Bofill/ LABFEM

Com o encerramento da programação, ocorreu a conferência do coordenador da Câmara Técnica de Diversidade do COREn/RS, Edgar Vagner Moraes, sobre Diversidade e Equidade em Saúde na perspectiva Interprofissional. Também foi lançado o documentário Equidade e Formação: Vivências do PET-Saúde, com direção da acadêmica de Jornalismo Yasmin Zavareze, que contou com a produção de alunos do curso e orientação geral da professora Neli Mombelli. O documentário mostrou depoimentos de alunos, coordenadores e preceptores dos cinco grupos do PET, que contaram as suas experiências durante o desenvolvimento do projeto.

A Mostra finalizou com uma Conferência de encerramento e o lançamento do documentário sobre as vivências do PET Saúde. Imagem: Luiza Maicá/ LABFEM

Colaboração: Acadêmica de Jornalismo Amanda Ripe e Aryane Machado.

Em Santa Maria,  a confraternização pré-lançamento do  festival, será nesta quinta-feira 23 de abril, a partir das 16h30,  no Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) da Regional Centro, em parceria com diversos sindicados e  movimentos sociais, são os responsáveis pelo evento.

O festival ocorre no dia 1° de Maio, das 13h às 20h, na Praça do Mallet, com entrada gratuita.  O evento contará com uma programação diversa, que reúne grandes nomes da música e da cultura popular, com destaque para os artistas Igor Peres e Marcelo Amaro. O palco também recebe artistas e grupos que representam a identidade cultural santa-mariense, como Paola Matos, Inseto Social, Aparelho Auditivo, Martelo, The Old Uncles, Escola de Dança Camargo, Street Dance, Mojubá, Movimento de Rua MDR e escolas de samba. O evento ainda inclui feira de economia solidária, arrecadação de alimentos para cozinhas solidárias, praça de alimentação, espaço kids e área voltada a sindicatos e movimentos sociais.

Segundo a organização, o Festival do Trabalhador se destaca como um espaço de protagonismo político e social da classe trabalhadora, conectando cultura e mobilização na defesa de direitos. Entre os temas centrais das atividades estão a redução da jornada de trabalho sem perda salarial, o fim da escala 6×1, a crítica à reforma administrativa, a valorização do serviço público, o enfrentamento da pejotização e a defesa da soberania nacional e da democracia.

O festival também assume posição clara no combate ao feminicídio, reforçando seu compromisso com a proteção da vida das mulheres e com uma sociedade mais justa, igualitária e sem violência.

A proposta integra sindicatos, movimentos sociais e coletivos culturais, conciliando momentos de celebração e reflexão. A programação inclui shows musicais, apresentações culturais e manifestações da cultura popular, estimulando um ambiente de convivência e envolvimento que consolida o 1º de Maio como um dia de luta e visibilidade.

“O festival é um espaço de celebração, mas também de mobilização. É onde a cultura se encontra com a luta concreta dos trabalhadores e trabalhadoras por mais direitos, dignidade e qualidade de vida”, destaca a organização do evento.

Ao percorrer diferentes regiões do estado, o Festival do Trabalhador reforça a importância da democratização cultural, enquanto amplia  a consciência coletiva sobre questões que afetam diretamente a população.

Matinê Meia Noite conta com Vinícius Oliveira, Vinício Möller e Caetano Arrais. Imagem: divulgação.

O projeto Vitrine Cultural recebe o trio Matinê Meia Noite no café do Theatro Treze de Maio. O grupo se apresenta na quinta-feira, dia 23 de abril, a partir das 18h30, com entrada gratuita.

A Matinê surgiu em 2017 como um projeto solista e autoral de Vinicius Oliveira, músico multi-instrumentista e compositor graduado em Música e Tecnologia pela UFSM. Após se apresentar com diversas formações ao longo dos anos, em 2022 a Matinê aderiu a formação de power trio e desde então mantém esse formato. Vinicius é responsável pela guitarra e pelos vocais. Na bateria, está Vinicio Möller, músico experiente, ativo e com passagem em diversas bandas de Santa Maria. No contrabaixo, Caetano Arrais completa o trio, um jovem talento vindo de uma família de artistas e estudante de Música e Tecnologia na UFSM.

A Matinê tem um estilo que mistura: rock, pop, MPB, com letras íntimas e poéticas, bem recebidas pelo público nas apresentações. A aproximação com outros músicos e produtores de outros países deu a oportunidade de expandir o trabalho do grupo, com apresentações em diferentes palcos internacionais. Em Santa Maria, já se apresentou em vários locais como no Brique da Vila Belga e na Concha Acústica.

Mais informações no Instagram da Matinê Meia Noite.

O Ateliê Solar realiza na próxima quinta-feira, 16, a abertura da exposição “Para Jorge – Mostra Coletiva Residentes Solar”, em Santa Maria. O evento ocorre das 19h às 22h, com entrada gratuita e reúne artistas locais em uma proposta que conecta arte, espiritualidade e resistência.

Inspirada na figura de São Jorge, um símbolo de coragem diante das diversidades da vida, a ideia da exposição é relacionar o fazer artístico aos desafios enfrentados no processo criativo, transformando o medo, o silêncio e a dúvida em expressão de linguagem.

A exposição reúne obras de Luciano Santos, Cica Ereno, Helvia Schneider, Marilene Nunes, Helena Macedo, Ribeiro Halves, Marcia A. Binato, Marcio Flores, Lisianne Gonçalves, Jane Zofoli e Círia Moro, artistas residentes do Ateliê Solar. Os trabalhos apresentam diferentes técnicas e estilo, reunindo olhares diversos sobre os temas da amostra.

A programação da noite contará com participações especiais que ampliam o diálogo entre arte e espiritualidade. O bispo Francisco de Assis, da Diocese Sul Ocidental da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, fará um depoimento sobre significado de São Jorge. Além disso, está previsto um momento simbólico dedicado a Ogum, com participação do Reino de Iemanjá e Oxalá, conduzido pelo Pai Ricardo de Iemanjá.

Durante o evento, será lançada a terceira edição do Solar Impresso, edição de Outono. O lançamento reúne textos, imagens e registros das atividades realizadas no ateliê.

A proposta da mostra “Para Jorge” vai além da exibição de obras, buscando destacar a arte como um espaço de encontro e expressões, onde diferentes vivências e reflexões se conectam diante dos desafios do cotidiano.

Acompanhe a programação e os horários de visitação no Instagram dos Artistas Solares.

Imagens: Divulgação

Imagem: Laura Gomes/ASSECOM

O Conselho Universitário (Consun) da Universidade Franciscana (UFN) realizou na terça-feira (31), uma sessão ordinária em que foram aprovadas as datas do vestibular de Inverno 2026. A prova será aplicada no dia 22 de junho, com inscrições abertas entre 13 de abril e 5 de junho.

Para Medicina, a seleção inclui 50 questões objetivas e redação. Nos demais cursos, os candidatos farão apenas prova de redação. O resultado será divulgado em 29 de junho.

No encontro, também foram aprovados novos cursos de pós-graduação: Especialização em Direito das Famílias e Sucessões e MBA em Gestão de Escolas Católicas.

Mais informações no site da instituição.