
O que a “União Sinistra” tem a ver com as semifinais da Copa do Brasil?
Uma das maiores alianças do futebol brasileiro é representada por quatro clubes na semifinal da Copa do Brasil.

Uma das maiores alianças do futebol brasileiro é representada por quatro clubes na semifinal da Copa do Brasil.

Veja quem foi e o que aconteceu no Grande Prêmio.

Entre as atualizações apresentadas pelo Estatuto Digital, foi estabelecido o controle parental obrigatório para menores de 16 anos, antes ignorado pelas big techs (como o Google e a Meta), que são consideradas as maiores empresas de tecnologia e inovação do mundo.

Os profissionais compartilharam experiências, desafios da rotina de trabalho e competências necessárias para atuar no mercado jornalístico.

Sete das 13 histórias inéditas desta edição foram criadas por alunos dos quartos e quintos anos da Escola de Ensino Fundamental Castro Alves.

Ao conectar escola e universidade, o projeto promove experiências de leitura, escrita e produção sonora, estimulando a imaginação e desenvolvendo novas formas de expressão.

O artigo analisa as contradições entre o discurso de inclusão da FIFA e as polêmicas envolvendo imigração e segurança que marcaram o início da Copa do Mundo de 2026.

Lewis Hamilton garantiu sua 106ª vitória na Fórmula 1 e conquistou sua 7ª vitória no circuito de Barcelona.

O Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul voltou a ser palco de grandes disputas no automobilismo nacional.

O programa De Papo Com, do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), está de volta com episódios inéditos. Um programa sobre jornalismo e jornalistas, que vai ao ar nesta terça-feira, 31/03, às 19h.
A Agência CentralSul de Notícias faz parte do Laboratório de Jornalismo Impresso e Online do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) em Santa Maria/RS (Brasil).

(Fotos: Cesar Greco/Palmeiras, Matheus Lima/Vasco, Pedro Souza/Atlético-MG e Lucas Uebel/Grêmio)
Quatro clubes em que torcidas fazem parte dessas alianças estão entre os semifinalistas da Copa do Brasil 2026: Grêmio, Atlético-MG, Palmeiras e Vasco. Mas, afinal, o que é a União Sinistra e qual é a sua importância para as torcidas organizadas?
A história do futebol ncional é marcada por uma série de rivalidades, clássicos históricos, provocações e disputas dentro e fora de campo. Tudo isso intensifica ainda mais a paixão dos brasileiros pelo futebol. A fim de deixar um pouco de lado essas rivalidades, torcidas organizadas começaram a criar laços com outros grupos, com o objetivo de conectar torcedores de diferentes estados, criar amizades dentro das arquibancadas e compartilhar símbolos, gestos característicos e histórias que marcam gerações.
Apesar de os clubes, em si, não terem relação direta com essas alianças, as torcidas iniciaram esse movimento a partir da década de 1970, em razão do aumento do número de jogos disputados por todo o território brasileiro. À medida que passaram a viajar mais para acompanhar seus times, começaram também a criar vínculos de amizade com grupos de outras cidades. Dessa forma, quando viajavam para assistir a um jogo fora de casa, podiam contar com o apoio da torcida local.
Esse apoio ia muito além das arquibancadas. Quem chegava a outra cidade podia ser recebido pelos grupos locais, acompanhar a partida ao lado deles e ainda receber ajuda com questões relacionadas à viagem. Aos poucos, essas relações deixaram de envolver apenas duas torcidas e passaram a reunir diferentes grupos, formando alianças que se espalharam pelo país.
De acordo com pesquisadores do tema, essas aproximações nem sempre aconteciam apenas por afinidade entre as torcidas. Em muitos casos, elas também eram motivadas pela existência de adversários em comum. É daí que surge a ideia popular de que “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”.
Ao longo dos anos, essas relações entre torcidas passaram a se estruturar em grandes blocos de alianças, reunindo grupos de diferentes clubes e estados brasileiros. Entre as principais estão a União Punho Cruzado, União Dedo Pro Alto, União Punho Colado, Lado A e Lado B.
Juntas, essas alianças envolvem diversas torcidas organizadas de diferentes regiões do país e ajudam a formar uma ampla rede de relações entre grupos das arquibancadas brasileiras.
Além das torcidas que fazem parte de cada bloco, as alianças também possuem símbolos próprios de identificação. Em muitos casos, os gestos feitos com as mãos são utilizados pelos integrantes para demonstrar a qual grupo ou aliança pertencem.
Outro bloco importante dentro desse sistema de alianças é a União Dedo Pro Alto, que reúne algumas das torcidas mais conhecidas do futebol brasileiro. Entre os grupos associados à aliança estão Mancha Verde (Palmeiras), Força Jovem do Vasco, Galoucura (Atlético-MG), Geral do Grêmio e Torcida Jovem do Botafogo, entre outras.
Dentro desse contexto, também ganhou destaque a chamada “União Sinistra”, nome utilizado por torcedores para identificar a relação histórica entre Mancha Verde, Força Jovem do Vasco, Geral do Grêmio e Galoucura. A aproximação entre os grupos começou ainda na década de 1980 e mantém uma relação de amizade até os dias atuais.
A força dessas alianças também aparece em um momento marcante do futebol brasileiro em 2026. Grêmio, Palmeiras, Vasco e Atlético-MG estão entre os quatro semifinalistas da Copa do Brasil. Os confrontos definidos são Palmeiras x Vasco e Atlético-MG x Grêmio, colocando clubes ligados a torcidas que fazem parte dessas alianças na reta decisiva da competição.

O último fim de semana foi muito aguardado pelo público italiano, que desde o início do esporte sente a Fórmula 1 nas veias. No domingo, dia 6 de stembro, o piloto Andrea Kimi Antonelli (Mercedes) que vem sendo um grande fenômeno na Fórmula1, fez uma vitória histórica no Grande Prêmio de Monza.
O jovem piloto, de 20 anos, largou em 19° lugar, posição desfavorável para qualquer um. Mas isso não impediu Kimi de escalar o grid. Na primeira largada conquistou posições, depois, usou a relargada ao seu favor com estratégia e em menos de 20 voltas já estava liderando a corrida.
Os feitos de Antonelli, tal como a liderança do campeonato mundial, a maneira de pilotar, as habilidades na pista e o carisma jovial trazem muito orgulho para os fãs e principalmente para a Itália. O piloto italiano disputou intensamente a primeira posição com seu colega de equipe George Russel (Mercedes) nas últimas 3 voltas da corrida, levando a torcida do mundo todo ao máximo de adrenalina.
Apesar do pequeno incidente com a tentativa de ultrapassagem Kimi garantiu sua vitória, após 60 anos sem um piloto italiano vencer em Monza. Além do jovem em ascensão, é comum ouvir dizer que na Itália existem duas religiões: A Igreja Católica e a Ferrari. Em Monza tivemos uma torcida construída em maior parte por italianos, torcendo para Charles Leclerc e Lewis Hamilton (ambos da Ferrari).
Porém, Charles sofreu um acidente na terceira volta, perdendo o controle do carro e batendo na curva Parabólica. O impacto foi forte, o piloto foi examinado e demonstrou preocupações com sua visão após o acidente, mas não ficou ferido. O Safety car foi acionado e a corrida interrompida por cerca de 33 minutos. Após isso, houve a relargada novamente. Lewis alcançou a 6° posição ao final da prova, garantindo sua pontuação.
O brasileiro do grid, Gabriel Bortoleto (Audi) largou na 11° posição e chegou na 13°, não conseguindo pontuar desta vez.
O pódio ficou constituído por:
Em meio aos avanços da tecnologia, os influenciadores digitais não geram em seus seguidores apenas reações engraçadas, mas também, com os seus conteúdos, trazem reflexões sobre temáticas pertinentes à sociedade. Nesse cenário, em agosto de 2025, um vídeo sobre adultização infantil movimentou as redes sociais no Brasil. O influenciador digital e youtuber Felipe Bressamin Pereira, conhecido como Felca, gerou, a partir do vídeo, um intenso debate sobre os limites de privacidade de crianças e adolescentes nas redes sociais e trouxe à tona um tema já previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, mas que pouco era discutido até então.
A repercussão trouxe visibilidade ao ECA DIGITAL e levou à aprovação e sanção de uma atualização do Estatuto em menos de 2 meses, em setembro de 2025. No documentário, o influenciador denunciou uma espécie de “reality show” transmitido nas redes sociais do casal de influenciadores Hytalo Santos e Israel Vicente. Com a repercussão do vídeo, as investigações da Polícia Federal, que já estavam em andamento, avançaram e levaram à prisão de Hytalo e Israel. Em fevereiro de 2026, os dois foram condenados após o trâmite do processo.
Segundo uma pesquisa divulgada em 2024 pela agência We Are Social Media, o Brasil ocupa o 3º lugar no ranking dos países que utilizam redes sociais no mundo. A professora do Curso de Direito da Universidade Franciscana, Rosane Leal da Silva, lembra que crianças e adolescentes são uma parcela significativa da sociedade brasileira, sendo em torno de 24 milhões de adolescentes e de 40,1 milhões de crianças em 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre as atualizações apresentadas pelo Estatuto Digital, foi estabelecido o controle parental obrigatório para menores de 16 anos, antes ignorado pelas big techs (como o Google e a Meta), que são consideradas as maiores empresas de tecnologia e inovação do mundo. Agora, o acesso às redes sociais precisa ser gerenciado por pais ou responsáveis.
“Talvez a exigência de vincular a conta do adolescente ou da criança à conta do responsável legal minimize esses efeitos e também responsabilize mais os pais, que possuem dever de supervisão e orientação parental. Muitas vezes, os próprios pais não cumprem adequadamente esses deveres, o que gera consequências negativas para os usuários que são menores de idade”, frisa a professora Rosane.
Em entrevista para uma matéria da Câmara de Deputados, o especialista em cibercultura André Lemos aponta que o Brasil ,como país, no âmbito digital, teve uma transição de uma rede que incentiva a troca de informações e ideias de forma livre para um ambiente dominado pelos algoritmos das big techs, que têm por principal objetivo o conteúdo chocante e, por vezes, sensacionalista para gerar engajamento.
Na visão de Rosane, o posicionamento de Felca em seu vídeo reacendeu o debate sobre a pauta da criança e do adolescente em relação a uma lei de 2022 que já existia no Congresso Nacional, mas que estava parada no Brasil. O projeto de lei proposto pelo senador Alexandre Vieira (MDB – SE) sofreu modificações em agosto de 2025. Em setembro de 2025, o Presidente Lula sancionou a lei, que foi promulgada em março de 2026 com as novas atualizações de segurança no âmbito das redes sociais, jogos online e plataformas em geral.

A professora relata que, em 2021, o Comentário Geral de número 25 do Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) tornou mais rígido o acesso a certos tipos de conteúdos para crianças e adolescentes, bem como uma punição mais severa para casos de crimes cibernéticos. No Brasil, em 2024, foi promulgada a resolução número 245/2024, um mecanismo social e político que regulamenta os direitos de menores de 18 anos a partir do trabalho em conjunto de pais, educadores, do Estado e, principalmente, de empresas que atuam no ramo digital. A resolução indica que todas as crianças e adolescentes devem ter garantido o direito ao acesso ao ambiente digital, assegurando-se de que os conteúdos e serviços acessados sejam compatíveis com seus direitos e seu superior interesse.
Para Rosane Leal, “existem riscos de conteúdo, riscos de contato e riscos de conduta. Ou seja, crianças e adolescentes podem entrar em contato com conteúdos prejudiciais, com pessoas que os influenciam negativamente e isso pode repercutir no comportamento deles, inclusive em práticas de violência contra terceiros. Muitas vezes encontramos casos de perseguição, bullying e cyberbullying praticados por adolescentes que também sofreram influência de outros ou ficaram expostos reiteradamente a conteúdos violentos”.
O ECA DIGITAL apresenta o artigo nº 6,que responsabiliza os fornecedores (sites, empresas, redes sociais), pais ou responsáveis ,com o objetivo de diminuir os riscos de acesso a práticas e conteúdos ilícitos. Entre eles estão a violência física, a violência virtual sistemática ou o assédio, seja na operação das suas aplicações, como exposição, recomendação ou um fácil acesso de contato com tais práticas. Por ser um conteúdo altamente sensível, ele é impróprio para menores de 18 anos e, principalmente, crianças e adolescentes entre 2 e 15 anos, que estão em fase de desenvolvimento.
Suane Pastoriza Faraj, psicóloga escolar, destaca a necessidade do cuidado e da atenção que os pais precisam ter com os filhos. A psicóloga desenvolve um projeto na escola onde trabalha sobre o uso consciente da tecnologia, em que promove rodas de conversa com os estudantes e pais, promovendo uma reflexão sobre os cuidados em relação ao conteúdo digital.
Ao longo dos últimos anos, os famosos “desafios” da internet como Baleia Azul, Momo, entre outros, foram percebidos no contato de Suane com adolescentes. Nesse sentido, ela destaca a necessidade do controle parental e alerta que temas, jogos e “brincadeiras” que estão presentes na sociedade, colocando a vida de crianças, pré-adolescentes e adolescentes em risco, também fazem parte do ambiente escolar. “Em um dos anos em que trabalhei com eles, surgiram inúmeros riscos de exposição à Internet. As crianças falavam onde moravam, quando estavam sozinhas e mostravam objetos que tinham dentro de casa, e isso era muito grave porque elas faziam esta exposição sem prever o perigo”, ressalta Suane.
Devido a estas demandas e questionamentos trazidos à sala de aula, desde 2023 ela realiza na escola um projeto sobre o uso consciente da tecnologia, que ocorre conforme o desenvolvimento de cada nível de ensino (educação infantil, anos iniciais, anos finais e ensino médio). O objetivo é discutir os riscos, os benefícios, o uso consciente da tecnologia,e também mostrar as possibilidades que a infância e a adolescência têm para além da tecnologia.

A psicóloga conta que, em 2024, com os anos iniciais, foi trabalhada a conscientização sobre o conteúdo das redes sociais através da construção de um bingo com imagens. Já a partir da adolescência, o bingo é utilizado para a compreensão de aprendizagem. “Muitas questões que chegam ao setor de psicologia estão relacionadas ao uso da tecnologia e das redes sociais na adolescência. Então aparecem relatos de conflitos, comparações, exclusões e de cyberbullying”, destaca Faraj.
Suane também acredita que muitos adolescentes, mesmo com as novas restrições feitas pelo Estatuto Digital, buscam burlar o sistema de proteção das redes sociais mentindo sobre a idade, dados ou acessando de outras maneiras. Ela comenta que os alunos em sala de aula apresentam uma certa noção dos perigos e dos conteúdos compartilhados de maneira indevida.
Para a psicopedagoga Fernanda Torres, a problemática do uso de telas surge no contexto do uso precoce, pois, no período entre 6 e 12 anos, o indivíduo está com o cérebro em fase de amadurecimento. Devido a isso, as telas se tornam um obstáculo ao desenvolvimento das crianças e dos pré-adolescentes. Entre os obstáculos encontrados estão a dificuldade no desenvolvimento do controle inibitório, que é a capacidade de controlar os impulsos ,e a baixa tolerância à frustração, com o uso de telas de forma exagerada.
“ Quando a criança desliga a tela do celular, o cortisol fica elevado e isso faz com que a criança fique estressada, e ela não consegue lidar com a frustração e no fim isso vai prejudicar a evolução dela como indivíduo”, destaca Fernanda.

“Eu tenho inúmeras experiências com pacientes que mostram que a mudança de rotina com horário para desligar a televisão e o telefone, por exemplo, em até duas semanas, a criança já começa a ficar menos irritada e que irá, por exemplo, desenvolver melhor a fala”, destaca a psicopedagoga. Em casos graves, pode haver necessidade da internação do adolescente.

Fernanda comenta que quando há o apoio dos pais e/ou responsáveis na construção de novas rotinas e diálogos na dosagem dos prejuízos das telas dentro de casa após as consultas, tudo fica mais fácil de ser trabalhado com a própria criança. O ECA Digital veio para proporcionar aos pais, crianças e adolescentes segurança para o uso das redes sociais, mas é necessário que haja, de forma cada vez mais prática, uma atuação ativa neste processo junto às famílias.
Reportagem produzida na disciplina de Jornalismo Especializado, sob orientação da professora Glaíse Palma, no 1º semestre de 2026.

Na última semana, os jornalistas da RBS TV Rogério Giaretta, Nick Santos e Guilherme Jacques apresentaram para os acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) o projeto Primeira Pauta.
O projeto permite que estudantes de Jornalismo de todo o Rio Grande do Sul, com 18 anos ou mais, se inscrevam e concorram a uma semana de imersão nas redações do Grupo RBS. Além disso, Rogério, Nick e Guilherme compartilharam experiências profissionais, desafios da rotina de trabalho na empresa e competências necessárias para atuar no mercado jornalístico.
O jornalista Rogério Giaretta Junior destacou a persistência como uma característica fundamental para quem busca alcançar objetivos profissionais. “Vamos encontrar pessoas que podem nos ajudar e impulsionar, outras que não nos ajudarão e colocarão defeitos no nosso trabalho. Mas acredito que seja fundamental ter persistência. Quando gostamos de alguma coisa, procuramos ser felizes e buscamos a nossa felicidade. Se a felicidade é trabalhar no Grupo RBS ou em um veículo do grupo, é preciso trabalhar para isso, buscar alternativas e fazer contato com pessoas do grupo”, pontua Rogério.
Já Nick Santos relatou que a escolha pelo Jornalismo ocorreu a partir da identificação com a comunicação, a escrita e o contato com as pessoas. “Acho que, na realidade, o Jornalismo me escolheu. Sempre gostei muito do microfone por causa da música e vi uma proximidade entre a arte e o Jornalismo. Quando estava escolhendo qual profissão seguir, eu escrevia para o blog da minha mãe e gostava de escrever, montar notas e textos, mesmo sem saber que aquilo era Jornalismo. Então pensei em experimentar a televisão, porque gosto de escrever, falar, me expressar e do microfone. Foi uma decisão muito acertada”, afirma Nick.
Entenda como funciona o processo de inscrição
Fase 1: Os estudantes interessados devem preencher o formulário de inscrição e enviar um vídeo respondendo à pergunta “Por que eu quero participar do projeto jornalístico Primeira Pauta RBS?”. As inscrições ficam abertas até 30 de setembro. Ao final do período de inscrições, serão selecionados os 15 melhores vídeos, que avançarão para a segunda fase. A divulgação dos 15 finalistas ocorrerá em 16 de outubro. A RBS também realizará uma live aberta aos inscritos, com profissionais de Recursos Humanos, abordando temas como currículo, LinkedIn, oportunidades de trabalho e processos seletivos.
Fase 2: Os 15 estudantes classificados deverão produzir um conteúdo jornalístico de apuração própria, com tema livre, em formato de vídeo para redes sociais. O material deverá ser enviado entre 16 e 28 de outubro, estar publicado em uma plataforma online, como YouTube ou Vimeo, e ser acompanhado de uma sugestão de título e legenda. Os trabalhos serão avaliados por uma comissão formada por profissionais de diferentes veículos do Grupo RBS, considerando critérios como objetividade, clareza, criatividade, qualidade jornalística, conexão com o público, correção e ética. Ao final dessa etapa, serão escolhidos os cinco participantes do Primeira Pauta RBS 2026, com resultado divulgado em 18 de novembro.
Fase 3: Os cinco selecionados participarão, entre 30 de novembro e 4 de dezembro, de uma etapa de mentoria e acompanhamento remoto com profissionais das redações do Grupo RBS. Depois, entre 7 e 11 de dezembro, participarão presencialmente da Semana Primeira Pauta, uma imersão nas redações da RBS TV, Gaúcha, GZH, Zero Hora e Diário Gaúcho. Durante a experiência, os estudantes acompanharão a rotina jornalística e produzirão uma reportagem em vídeo e áudio, que será publicada em GZH e veiculada na Rádio Gaúcha. Além da experiência nas redações, os cinco selecionados também terão acesso a um workshop imersivo do Planeta Atlântida 2027, em data a ser definida.










Imagens: Luiza Silveira/Labfem
Texto com colaboração de Maria Eduarda Castro, acadêmica do 2° semestre do curso de Jornalismo.
Se tem Feira do Livro, tem Nave de Histórias na Praça. E, neste ano, trazemos novidades: a estreia de autores mirins. Sete das 13 histórias inéditas desta edição foram criadas por alunos dos quartos e quintos anos da Escola de Ensino Fundamental Castro Alves. Os podcasts de contação de histórias foram produzidos a partir do projeto de extensão Nave de Histórias da Universidade Franciscana que envolve os cursos de Jornalismo, Pedagogia, Design e Letras – Português e Inglês. O formato traz a contação de histórias infantis por meio do áudio, explorando a paisagem sonora das narrativas que vão de pequenas histórias à livros completos.

As demais histórias foram produzidas a partir de livros infanto-juvenis dos autores santa-marienses Nelci Procópio, Lucas Visentini, Jacira Pedroso, Mario Luiz Trevisan e Sibele Righi Scaramussa na disciplina de Áudio para Mídias Digitais, do curso de Jornalismo, onde surgiu o projeto em 2024.
O lançamento das histórias será na segunda-feira, 10 de agosto, às 15h, no espaço dedicado aos autores na feira. A Nave estará pousada próxima ao palco da praça para que os viajantes adentrem nela e comandem o painel de controles dando play no episódio que queiram ouvir. As visitas serão das 14h às 18h15 de segunda a sexta-feira, e também nos domingo. Nos sábados o atendimento é das 10h às 18h15, até o dia 21/08, penúltimo dia de feira.

Veja as histórias desta edição e seus autores:
EMEF Castro Alves
A cachorrinha feliz, de Lara Carvalho Bonacho
A girafa baixa, de Isabella de Morais
A ovelha preguiçosa, de Davi Fontoura Avozani
A vaquinha medrosa, de Pyetro Ribeiro de Lima
O Palhaço peixe , de Ryan Jesus Barros Pereira
O tatu e o cachorro, de Verônica Müller de Moura Rosa
Os animais amigos, de Lohan Militz Jaques
Curso de Jornalismo
Cadê o Patinho, de Jacira Pedroso – produzido por Cristhian Braga
Descobertas de Basílio, de Nelci Procópio – produzido por Maria Valenthine Feistauer
Neto e a Boca do Monte, de Lucas Visentini – Produzido por Yasmin Zavareze
O fantasma de ferro, de Mario Luiz Trevisan – produzido por Emilly Pilar
Televinos, de Sibele Righi Scaramussa – Produzido por João Henrique Machado
Um Dragão no Quintal, de Nelci Procópio – Produzido por Isadora Rodrigues
E para quem não puder embarcar na Nave de Histórias durante a Feira do Livro, pode acessar os episódios no Spotify, buscando pelo perfil Nave de Histórias. As histórias também estão sendo disponibilizadas no canal da Nave de Histórias no YouTube e no perfil do Instagram.
Sobre a Nave de Histórias
Nave de Histórias é um projeto de extensão multidisciplinar coordenado pela professora Neli Mombelli, do curso de Jornalismo. As histórias, produzidas no curso a partir de obras de autores santa-marienses, são o estopim para a extensão. Os cursos de Pedagogia, através da professora Dulcineia de Toni, e de Letras- Português e Inglês, a partir da professora Talita Valcanover Duarte, e de alunos de diferentes disciplinas, levam as histórias para escolas para audição e promovem atividades que envolvem produção bilíngue e criação de novas histórias.
No curso de Jornalismo, os acadêmicos, com suporte das professoras Glaíse Palma e Neli Mombelli e da bolsista Luiza Fantinel, vão até a escola para dar oficinas de roteiro e, após, levam os estudantes da escola até a Universidade Franciscana para a gravação das histórias. No primeiro semestre de 2026, foram criadas 62 narrativas, sendo 7 selecionadas para a produção do podcast, o que envolveu 35 alunos na gravação, que atuaram como personagens e narradores.
Por fim, o curso de Design, sob orientação dos professores Roberto Gerhardt e Ciria Moro, e da bolsista Julia Kieling, acompanhada de colegas do curso e também da Arquitetura e Urbanismo, são responsáveis pela estrutura da Nave que recebe o público na feira e pelo material gráfico do projeto. São mais de 30 acadêmicos envolvidos no projeto, que também conta com o suporte técnico do professor Iuri Lammel, e dos técnicos-administrativos Clenilson Oliveira, Erick Corrêa e Jonathan de Souza, do curso de Jornalismo, e de Sandro Robert Rodrigues Vargas, no suporte de marcenaria, vinculado ao Design.
Texto de Neli Mombelli

Alunos da EMEF Castro Alves dão voz a personagens e vivenciam a experiência da contação de histórias na Rádio Web UFN.
Na terça e quarta-feira, 23 e 24 de junho, o projeto de extensão Nave de Histórias, da Universidade Franciscana (UFN), promoveu a gravação de narrativas criadas por estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Castro Alves. O conteúdo produzido fará parte das atividades desenvolvidas pelo projeto durante a Feira do Livro de Santa Maria.
A Nave de Histórias é uma iniciativa que reúne os cursos de Jornalismo, Desing, Letras e Pedagogia da Universidade Franciscana (UFN). Criado em 2024, o projeto tem como proposta produzir narrativas infantis em áudio, estimulando a imaginação dos ouvintes por meio de experiências e sensações sonoras. Em edições anteriores, foram desenvolvidos podcasts inspirados em obras de literatura infantojuvenil de autores santa-marienses.
Nesta edição, as crianças da escola tiveram a oportunidade de criar histórias, dar voz aos personagens dos contos fictícios e vivenciar a experiência de gravação no laboratório da Rádio Web UFN.

Crianças em dia de gravação, com professoras e monitora.
A professora Neli Mombelli, coordenadora do projeto, destaca que a experiência de gravar as próprias histórias permite aos estudantes dar vida à imaginação e ampliar horizontes. “É muito instigante para eles, porque quem criou a história agora pode dar vida a ela, junto com os colegas que ajudam a interpretar os personagens. Além disso, eles conhecem como funciona todo um processo de produção, o que também é um letramento midiático. A imaginação é o pontapé para qualquer coisa na nossa vida. Para sonhar, a gente precisa imaginar”, destaca ela.
Para a coordenadora pedagógica da escola, Naldivana Bavaresco, a parceria entre escola e universidade é fundamental para ampliar as oportunidades de aprendizagem. Ela ressalta que os projetos de extensão fortalecem essa troca e proporcionam experiências marcantes para os estudantes. “Eles ficaram extremamente motivados. Foi uma experiência que com certeza nunca vão esquecer”.
A monitora do projeto, Luiza Fantinel, destacou o envolvimento e a dedicação das crianças ao longo das atividades. Segundo ela, o entusiasmo dos estudantes foi essencial para o desenvolvimento do trabalho e ficou evidente na evolução durante as oficinas realizadas na escola e a gravação no estúdio. “Eles se disponibilizaram a aprender e treinaram bastante. Foi muito bonito perceber o desenvolvimento deles, desde as oficinas na escola até a gravação no estúdio”, relata Luiza.
O projeto Nave de Histórias segue ampliando seu alcance e estará presente na 53ª Feira do Livro de Santa Maria, de 7 a 22 de agosto de 2026. Os áudios das histórias também poderão ser ouvidos em breve na plataforma Spotify.












Fotos: Nelson Bofill/Labfem e Vinícius Gomes/Labfem
Quando a FIFA anunciou que a Copa do Mundo de 2026 seria disputada em Estados Unidos, México e Canadá, a escolha foi apresentada como um símbolo de integração. A primeira edição com 48 seleções prometia ampliar a diversidade do torneio e aproximar ainda mais diferentes culturas por meio do futebol. Em discursos oficiais, o presidente da entidade, Gianni Infantino, reforçou repetidamente a ideia de que todos seriam bem-vindos. A Copa seria uma celebração global.

No entanto, poucos dias após o início da competição, a realidade parece desafiar essa narrativa.
As manchetes que marcaram a abertura do Mundial não foram apenas sobre gols, estádios lotados ou favoritos ao título. Antes mesmo de a bola rolar, a Copa passou a ser associada a revistas em aeroportos, problemas migratórios, vistos negados, delegações submetidas a procedimentos rigorosos de segurança e profissionais impedidos de entrar no país-sede. Mais do que episódios isolados, esses acontecimentos revelam uma questão maior: até que ponto a FIFA consegue sustentar seu discurso de neutralidade e inclusão quando o torneio está inserido em um contexto político marcado por conflitos, desigualdades e disputas internacionais?
A situação mais emblemática envolve o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan. Escolhido pela FIFA para integrar o quadro de arbitragem da Copa, Artan faria história ao se tornar o primeiro árbitro da Somália a participar de um Mundial. Apesar de possuir visto válido e credenciamento oficial, foi impedido de entrar nos Estados Unidos ao desembarcar em Miami. O árbitro relatou ter passado horas sob interrogatório antes de ser deportado. Dias depois, a UEFA anunciou sua escalação para a Supercopa da Europa, um dos principais eventos do calendário continental.

O episódio levanta uma pergunta difícil de ignorar, se Artan era qualificado o suficiente para ser selecionado pela FIFA e, posteriormente pela UEFA, por que não pode entrar no país que sediava a Copa do Mundo? A resposta oficial permanece vaga, mas o caso tornou-se símbolo de um problema mais amplo. A nacionalidade do árbitro pareceu pesar mais do que sua trajetória profissional.
O mesmo sentimento apareceu em outros episódios. A seleção de Senegal foi submetida a uma revista detalhada ainda na pista do aeroporto ao chegar aos Estados Unidos. A delegação do Uzbequistão passou por procedimentos de segurança envolvendo cães farejadores e inspeções rigorosas. Integrantes da seleção iraniana enfrentaram dificuldades relacionadas à emissão de vistos, obrigando a equipe a alterar parte de sua preparação. A jornalista Karine Alves, da Globo, relatou ter sido submetida a uma abordagem constrangedora durante sua entrada no país.


Separadamente, cada situação pode ser explicada como consequência de protocolos migratórios ou medidas de segurança. Juntas, entretanto, elas formam um padrão difícil de ignorar. Os casos mais repercutidos envolvem justamente representantes de países africanos, asiáticos ou nações que mantêm relações políticas tensas com os Estados Unidos.
É nesse ponto que a discussão ultrapassa o esporte.
O historiador Eric Hobsbawm afirmava que poucas atividades conseguem representar tão bem as identidades nacionais quanto o esporte. A Copa do Mundo, em especial, sempre foi mais do que uma competição de futebol. Ela funciona como uma vitrine política, econômica e cultural dos países envolvidos. Os governos sabem disso. A FIFA sabe disso. Os torcedores sabem disso.
Por essa razão, a ideia de que o futebol está completamente separado da política nunca passou de uma ideia conveniente.
A própria história da Copa confirma essa percepção. O Mundial de 1978 foi disputado sob a ditadura militar argentina. A edição de 2018 ocorreu na Rússia em meio a críticas internacionais ao governo de Vladimir Putin. A Copa de 2022 foi marcada pelos debates sobre direitos humanos no Catar. Em todas essas ocasiões, a FIFA insistiu em defender a neutralidade do esporte. No entanto, os acontecimentos recentes mostram que essa neutralidade tem limites bastante definidos.
A comparação com a Rússia ajuda a entender essa contradição.
Após a invasão da Ucrânia, FIFA e UEFA suspenderam rapidamente seleções e clubes russos das competições internacionais. A decisão foi apresentada como uma resposta necessária diante de um conflito militar de grandes proporções. Independentemente da avaliação sobre a medida, ela demonstrou que as entidades esportivas estão dispostas a tomar decisões políticas quando consideram apropriado.
O problema surge quando observamos que esse princípio não parece ser aplicado de maneira uniforme.
Enquanto a Rússia permanece afastada do futebol internacional, os Estados Unidos seguem ocupando o centro do maior evento esportivo do planeta, mesmo estando envolvidos em operações militares recentes e em conflitos diplomáticos que afetam diretamente algumas das seleções participantes do torneio. O caso do Irã é o exemplo mais evidente. A equipe chegou à Copa enfrentando dificuldades burocráticas justamente em um momento de agravamento das tensões entre os dois países.
A questão não é defender que os Estados Unidos sejam excluídos da competição ou propor uma equivalência entre situações históricas diferentes. O ponto central é outro, se a FIFA afirma que determinados comportamentos justificam sanções esportivas, quais são exatamente os critérios utilizados? E por que eles parecem variar de acordo com o peso político e econômico dos envolvidos?
Essas perguntas tornam-se ainda mais relevantes quando observamos a relação cada vez mais próxima entre a FIFA e o governo norte-americano. Nos últimos meses, Gianni Infantino intensificou sua presença em eventos oficiais relacionados à Copa ao lado de autoridades dos Estados Unidos. Em dezembro de 2025, Donald Trump recebeu o primeiro FIFA Peace Prize, criado pela entidade para reconhecer iniciativas ligadas à promoção da paz.

O episódio chamou atenção porque ocorreu justamente em um período marcado por guerras, crises diplomáticas e questionamentos sobre a atuação internacional dos próprios Estados Unidos. Mais uma vez, a FIFA demonstrou que sua relação com a política é menos distante do que costuma admitir.
Talvez seja justamente essa a principal lição dos primeiros dias da Copa de 2026.
Eduardo Galeano escreveu, em Futebol ao Sol e à Sombra, que o futebol é capaz de revelar as grandezas e as misérias do mundo que o cerca. A frase ajuda a compreender o que estamos vendo. A Copa não criou as desigualdades, as fronteiras seletivas ou as tensões geopolíticas que marcam o cenário internacional. Mas ela as tornou visíveis.
Enquanto a FIFA promove um discurso de integração global, a experiência de diferentes participantes mostra que nem todos atravessam as mesmas portas. Alguns chegam recebidos por torcedores e festas populares. Outros enfrentam interrogatórios, dificuldades burocráticas e suspeitas antes mesmo de entrar em campo.
A Copa do Mundo continua sendo um dos maiores encontros culturais do planeta. Mas os acontecimentos das últimas semanas demonstram que esse encontro não ocorre em condições iguais para todos. E talvez seja justamente aí que esteja o maior desafio da FIFA.
Mais do que organizar jogos, estádios e transmissões, a entidade precisa responder a uma pergunta que os episódios recentes tornaram inevitável, até que ponto é possível defender uma Copa para todos quando as barreiras que separam os participantes continuam sendo tão diferentes?
Porque, no fim das contas, o problema não está apenas nas fronteiras dos Estados Unidos.
Está nos limites da própria neutralidade que a FIFA insiste em defender.

No último Grande Prêmio da Fórmula 1, dia 14 de junho, a velocidade e adrenalina tomaram conta da pista de Barcelona-Catalunha, marcando o final de semana com ultrapassagens, disputa entre companheiros de equipe, safety car virtual, e é claro, Lewis Hamilton brilhando no topo novamente.
O circuito é famoso por ser utilizado para realizar os testes dos carros e motores, justamente por sua estrutura linear comparada a outras pistas. Por isso, os carros mais estáveis do grid costumam ter maior vantagem, fazendo com que esse circuito seja marcado por corridas mais cansativas e com pouca adrenalina. Mas dessa vez não foi assim.
George Russel, piloto da Mercedes, largou em primeiro lugar, na esperança de manter a posição, seguido por Lewis Hamilton (Ferrari) e Kimi Antonelli (Mercedes). No entanto, durante a corrida, os pits stop, as ultrapassagens e o safety car virtual (acionado por Alonso ter saído da pista) alteraram esta ordem. Hamilton assumiu a liderança, deixando as duas Mercedes para trás.
Ambos os pilotos, Russel e Antonelli, disputavam incessantemente entre si, lutando pela segunda posição. Faltando apenas duas voltas para encerrar a corrida, Antonelli teve problemas com o carro e precisou abandonar a competição. O pódio ficou constituído por:
1º – Lewis Hamilton (Ferrari)
2º – George Russel (Mercedes)
3º – Lando Norris (McLaren- atual campeão mundial)

Quanto ao nosso brasileiro presente no grid, Gabriel Bortoleto, correndo pela Audi, largou em 12º lugar e chegou em 11º, mesmo com pequenos problemas técnicos não precisou abandonar a corrida, e quase conseguiu pontuar.
Enquanto isso, Lewis Hamilton garantiu sua 106ª vitória na Fórmula 1, após 2 anos sem vencer. O piloto também conquistou sua 7ª vitória no circuito de Barcelona, batendo o recorde de Michael Schumacher, pois ambos estavam empatados com 6 triunfos.
Após períodos críticos com o desempenho de sua Ferrari, Lewis nunca havia ficado em primeiro lugar no pódio pela escuderia. Agora, tanto a Ferrari quanto Hamilton estão de volta ao pódio e aos holofotes do esporte, reerguendo a equipe e fazendo história.
Infelizmente, durante esta corrida, Charles Leclerc, companheiro de equipe do 7 vezes campeão mundial, abandonou o carro nas voltas finais do GP, por um problema técnico na direção e não conseguiu pontuar.
Mesmo assim, a equipe demonstrou estar forte este ano, se fazendo presente no pódio em 5 das 6 corridas de 2026. Presenciamos mais uma vez Hamilton brilhando, dessa vez com uniforme vermelho e emoção nos olhos. Será que Lewis entra com tudo na disputa por seu oitavo título mundial esse ano?






Fotos: Foto: XPB Images

No último final de semana, dias 11 e 12 de abril, o Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul voltou a ser palco de grandes disputas no automobilismo nacional. A cidade recebeu a abertura da temporada da NASCAR Brasil 2026, além das etapas da Copa Truck e Copa Hyundai HB20. Após um período sem receber grandes competições nacionais, o circuito voltou a ganhar protagonismo ao sediar uma etapa de abertura de campeonato, incluindo ações como visitação aos boxes e o tradicional grid walk (caminhada no grid).
A estrutura, aliada ao formato técnico da pista, favoreceu corridas dinâmicas e disputas constantes, reforçando o potencial do autódromo para seguir no calendário das principais categorias do automobilismo brasileiro, proporcionando ao público um espetáculo completo dentro e fora das pistas. A NASCAR Brasil abriu sua temporada com três momentos decisivos: a Sprint Race no sábado e duas corridas no domingo.
Sábado de Sprint Race
A corrida classificatória definiu o grid para a segunda prova do domingo e já indicou o rumo do campeonato. Os pilotos estavam animados em retornar à pista do Rio Grande do Sul e cheios de expectativa para o início da temporada. É tempo de pensar em estratégia e desempenho. Por isso a Sprint Race contou com disputas intensas principalmente entre os pilotos que se destacaram no final de semana, Vitor Genz, Arthur Gama e Thiago Camilo, resultando na liderança da equipe Full Time.
O Pódio da Sprint ficou composto por:

Domingo de definições
A primeira corrida do domingo foi marcada por uma leve chuva, que causou incidentes e intervenções do Safety Car na pista, o que misturou o grid e abriu espaço para rápidas mudanças na liderança. A largada foi agitada, com toques e rodadas do pelotão intermediário e, mesmo com chuva e arquibancada aberta, o público não desanimou.
O piloto da Full Time, Thiago Camilo, aproveitou os momentos de instabilidade para assumir a liderança e garantir a vitória.
O pódio ficou constituído por:
A corrida principal foi a mais acirrada do fim de semana, com ritmo intenso do início ao fim. Brigas diretas pela liderança agitaram as arquibancadas, além da alternância constante entre os principais nomes da categoria pelas primeiras posições, entre Vitor Genz e Gabriel Casagrande (Vogel Motorsport). Pela parte da tarde a chuva não voltou e o sol estava ameno, o que ocasionou um clima perfeito para os pilotos e torcedores.
Casagrande se destacou na fase final da prova, assumindo a ponta e garantindo a vitória na corrida principal do fim de semana. Porém, logo depois foi penalizado por seu carro não atingir o peso mínimo conforme o regulamento técnico da categoria. Com a desclassificação, a vitória ficou com Vitor Genz.
O pódio geral da corrida contou com:
1- Vitor Genz — Full Time
2-Nicolas Costa — AMattheis Vogel
3- Thiago Camilo — Full Time

O grid walk de domingo aproximou o público das pistas. Imagem: divulgação.
A divisão Challenge da NASCAR Brasil teve participação ativa no grid, com disputas internas relevantes ao longo das corridas. O destaque da etapa foi Witold Ramasauskas, da equipe Team RCque garantiu a liderança geral com desempenho consistente ao longo das corridas. O pódio da etapa foi completo por Alfredinho Ibiapina, pela Full Time Sports, e Dudu Castroneves, da Pole Motorsport. Ao longo do fim de semana, Ibiapina chegou a se destacar na pista, mas acabou perdendo posições após punição, evidenciando o papel fundamental das decisões dos comissários na definição final dos resultados.
Copa Truck e Super Truck Pro também movimentaram o fim de semana
A Copa Truck também integrou o cronograma do fim de semana, com duas corridas no domingo e forte presença de público. As provas, realizadas no domingo, foram marcadas pelo equilíbrio entre as classes Pro e Elite, com caminhões lado a lado em diversos momentos e disputas físicas ao longo de todo o pelotão.
Na categoria principal, a Super Truck Pro, o formato com duas corridas na etapa resultou em vencedores diferentes. Beto Monteiro, da equipe R9 Competições, venceu uma das provas, após se destacar em meio a disputas intensas nas primeiras posições, mantendo ritmo consistente e aproveitando as oportunidades ao longo da corrida. Já André Marques, da equipe AM Motorsport, garantiu a vitória na outra corrida do dia, em uma prova marcada por trocas de posição e pressão constante entre os líderes.
As corridas da Pro foram caracterizadas por disputas físicas, com aproximações frequentes e tentativas de ultrapassagem em pontos estratégicos do circuito, exigindo controle dos pilotos para evitar contatos mais fortes, característica da categoria.
Na categoria Elite, o destaque foi Diogo Moscato, da Scuderia Chiarelli, que conquistou a vitória após uma corrida consistente e bem administrada. O piloto se manteve entre os primeiros colocados desde o início e assumiu a liderança em momento decisivo, segurando a pressão dos adversários nas voltas finais.
O pódio da Elite foi completo por adversários diretos que protagonizaram disputas ao longo da prova, com trocas de posição e aproximações constantes, evidenciando o equilíbrio da categoria. Assim como na NASCAR, o fim de semana da Copa Truck foi marcado por corridas movimentadas, poucos momentos de respiro e um alto nível de competitividade entre os pilotos.

Já a Copa Hyundai HB20 completou a programação com duas corridas marcadas por intervenções do safety car. No sábado, com grid invertido, a Corrida 1 teve mudanças na liderança após incidentes e óleo na pista, o que encurtou a prova e definiu a vitória geral de Lucas Bornemann, seguido por Victor Guerin e André Bragantini Jr. No domingo, diante de um grid cheio, Bernardo Cardoso venceu na PRO após ultrapassagem decisiva, enquanto Bê Tambasco liderou na Elite. As corridas mantiveram alto nível de competitividade entre as categorias ao longo do fim de semana.
Com isso, a expectativa do público é que no próximo ano possamos receber novamente em nossas pistas do Sul a NASCAR Brasil, contando também com a Copa Truck e Copa Hyundai HB20.

O programa De Papo Com, do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), está de volta com episódios inéditos. Um programa sobre jornalismo e jornalistas, que vai ao ar nesta terça-feira, 31 de março, às 19h, na UFN TV, canal 15 da Net e no YouTube do LabSeis. A convidada da vez é Marielle Flôres, representante da Pastoral da UFN. Ela ingressou na faculdade em 2004 e, ao longo da sua carreira, se especializou em assessoria de comunicação.
Durante o programa, Marielle fala sobre sua trajetória profissional, os desafios e aprendizados da maternidade e sua forte atuação nas áreas de relações institucionais e gerenciamento de crise. O episódio faz parte de uma nova temporada gravada por alunos da disciplina de Jornalismo Audiovisual do 5º semestre do curso de Jornalismo. A condução da entrevista é feita por Náthaly Penna, com produção de Andressa Rodrigues.
Em 2025, foram 16 programas que trouxeram nomes como Lizie Antonello, Mauricio Rebellato, Ticiana Fontana e Claudemir Pereira. Você pode ver esses e outros episódios do De Papo Com no YouTube do LabSeis e acompanhar cortes das entrevistas no Instagram do programa e no Instagram do LabSeis. Por lá, você confere em primeira mão os próximos convidados e temas das futuras edições.
De Papo Com é uma produção laboratorial do Curso de Jornalismo da UFN, produzido na cadeira de Jornalismo Audiovisual sob a supervisão e direção geral da professora Neli Mombelli, apresentado pelos alunos Náthaly Penna, Luiza Fantinel, Gabriel Deõn, Felipe Perosa e Emilly Pillar, com produção de Rian Lacerda, Andressa Rodrigues, Laura Pedroso, Enzo Martins e Miguel Cardoso, acadêmicos do 5º semestre; Alexsandro Pedrollo na direção de fotografia e Marcio Santos na operação de câmera; Jonathan de Souza no switcher e finalização; e Emanuelle Rosa na identidade visual.