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Mídia

Uma ode à música brasileira

A grade de programas da Rádio Web UFN conta com um novo programa, o Brasilidade. Produzido pelos acadêmicos de Jornalismo, Ian Lopes e Rubens Miola, o podcast aborda a música brasileira. A cada edição é abordado

RádioWeb UFN, há 15 anos ar

No dia 9 de maio de 2007, estreava a Rádioweb Unifra*, em caráter experimental, durante a realização do 5º Fórum de Comunicação Social do Centro Universitário Franciscano. Entretanto, foi apenas no ano de 2008 que a

Comunica Roots reúne acadêmicos de vários cursos da UFN

Ocorre hoje, 6 de outubro, durante todo o dia, o Comunica Roots, evento promovido pelos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, que visa promover a integração entre diversos cursos e entre mercado e acadêmicos, já

Interação imersiva nos laboratórios de Jornalismo

Os estudantes visitantes do Ensino Médio interessados no ingresso no curso de Jornalismo foram guiados em uma visita aos laboratórios que ficam no sétimo andar do prédio 14. Os alunos foram apresentados à Agência Central Sul

Volta às aulas tem recepção aos alunos

A primeira semana de volta às aulas foi marcada por intensa programação nos diversos cursos da UFN. No curso de Jornalismo, os alunos foram recepcionados com programação diária. Confira algumas imagens.

8ª Mipa exibe amanhã, sexta-feira, as produções selecionadas

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Intercom realiza lives com os vencedores do Prêmio Luiz Beltrão

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A grade de programas da Rádio Web UFN conta com um novo programa, o Brasilidade. Produzido pelos acadêmicos de Jornalismo, Ian Lopes e Rubens Miola, o podcast aborda a música brasileira. A cada edição é abordado um músico diferente.

Segundo o estudante Rubens Miola “a ideia surgiu no começo do semestre. Eu já vinha há um tempo pensando em fazer parte das produções da faculdade. Eu sempre gostei de música, sempre tive muita facilidade para falar e pesquiso bastante. A ideia inicial era fazer um programa de música internacional. Mas certo dia, escutando o Flow Podcast, fizeram uma citação ao músico Chico Science, que dizia que a gente devia fazer músicas que remetam ao Brasil. A partir disso, a gente quis fazer um programa que exalte a música brasileira e a nossa cultura”.

O primeiro artista comentado no programa foi Tim Maia. Imagem: Banco de Dados. Adaptada por Emanuelle Rosa

Conforme o estudante Ian Lopes “Eu não tinha muita confiança na minha habilidade de falar sobre o tema. Eu demorei a aceitar o convite por causa disso. Mas acredito que o programa tenha ficado muito bom. Eu me sinto melhor localizado dentro do curso desde que aceitei este convite.”

Na primeira edição, o artista comentado foi Tim Maia. Os apresentadores pretendem trazer convidados nos próximos programas. Entre os cantores que serão abordados, se encontram Elis Regina, Ney Matogrosso, Jorge Ben Jor e Cazuza. O programa é postado quinzenalmente no Spotify da Rádio Web Ufn.

No dia 9 de maio de 2007, estreava a Rádioweb Unifra*, em caráter experimental, durante a realização do 5º Fórum de Comunicação Social do Centro Universitário Franciscano. Entretanto, foi apenas no ano de 2008 que a programação da rádio começou a ser estruturada e contar com a participação e colaboração de alunos e professores do curso de Jornalismo. No começo, os alunos contavam com a orientação do professor Gilson Luiz Piber da Silva e a operação do técnico em áudio Sérgio Ricardo da Porciuncula Cruz.

O espaço radiofônico da instituição, desde sua formação, visou aprimorar o ensino dos estudantes dos cursos de comunicação, introduzindo-os a parte prática das profissões. Entre os 11 programas presentes na primeira programação da Rádioweb Unifra, 6 eram produzidos e apresentados por acadêmicos do curso de Jornalismo.

Conforme o professor Bebeto Badke, atual coordenador da Rádio: “A Rádioweb UFN é, na verdade, o laboratório de práticas radiofônicas, ou seja, é lá onde os nossos acadêmicos exercem a prática do radiojornalismo. A prioridade da Rádioweb é justamente essa, a produção dos alunos, portanto, os programas que a gente tem na grade, a maioria são feitos por eles. A rádio também é aberta para outros cursos da instituição, que produzem alguns programas e podcasts que temos atualmente. Ela não tem nenhum vínculo comercial e sua função é dar vazão à produção dos nossos alunos”.

Segundo a professora e coordenadora do curso de Jornalismo, Sione Gomes dos Santos: “A rádio é um espaço que desperta os alunos. Inclusive, aqueles que não conheciam, que não eram próximos do veículo, a partir do momento que tem essa oportunidade e fazem essa experiência, veem o quanto é legal e, sem dúvida, aqueles que já têm uma relação com o veículo, principalmente com o viés do esporte, mais ainda. Então, com certeza é um espaço que é do interesse dos alunos e que traz uma possibilidade de aprendizado”.

Gravação do podcast A Copa e Eu. Imagem: Nelson Bofill

Atualmente, a Rádio conta com quatro produções originais dos acadêmicos de Jornalismo, o Titular da Rede, UFN Esportes, Camisa 10 e UFN Notícias. Há também o programa Me Pega no Colo, que aborda assuntos como a maternidade e cuidados à criança e é produzido pelas professoras do Mestrado Profissional em Saúde Materno Infantil da Universidade Franciscana, Francelaine Benedetti e Cristina Kruel. A grade de programação exibe também três programas reprisados da UFNTV, o Universo Acadêmico, Minutos de Sabedoria e O Tema é Direito.

No ano de 2013, foi criado um texto conjunto que contou com a colaboração dos acadêmicos de Jornalismo Luana Iensen Gonçalves e Tiéle Abreu e dos professores de radiojornalismo do curso de Jornalismo Maicon Elias Kroth, Aurea Evelise Fonseca e Gilson Luiz Piber da Silva. No trabalho, é salientada a importância da convivência dos estudantes com o processo radiofônico durante seu estudo da seguinte forma: “Ouvir e ver como funciona o processo de comunicação radiofônica é uma fase importante e significativa para o acadêmico de jornalismo. O fazer rádio, por sua vez, traz experiência, conhecimento prático e a tomada de decisões naquele momento da transmissão ao vivo. A radioweb é um dispositivo moderno, que marca a convergência das mídias – rádio e internet – e estabelece um novo tipo de interação com o ouvinte/internauta, enriquecendo o programa e a programação da emissora. A experiência da Radioweb Unifra motiva os alunos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da instituição na teoria e na prática radiofônica, bem como exige a constante atualização e o aprimoramento dos docentes na busca de novos procedimentos para alavancar outras produções”.

Estúdio A do laboratório de rádio da UFN. Imagem: Nelson Bofill

Os acadêmicos têm acesso ao laboratório radiofônico desde o início dos estudos, tanto para realização de atividades referentes ao curso, quanto na produção de programas de interesse pessoal, que tem total apoio do corpo docente para se habituar com a parte prática da profissão. Os laboratórios são também disponibilizados aos estudantes dos demais cursos que queiram interagir com estes meios, produzindo programas de TV e rádio, ou necessitem deles para fins docentes.

Segundo Lucas Acosta, 21 anos, estudante do 6º semestre de Jornalismo e atual apresentador do programa Titular da Rede: “a prática é o que mais faz com que nós adquiramos conhecimento, claro que a teoria é muito importante, mas a prática é o que faz com que a gente cresça cada vez mais na profissão. Para mim, como acadêmico, a rádio me ajudou muito, dá para ver claramente o meu crescimento desde o primeiro programa que eu fiz até o último. O convívio nos torna mais livre com o microfone e torna nossa fala mais clara, este crescimento na rádio também contribui para a melhoria em outros laboratórios, como por exemplo a produção audiovisual”.

* Unifra era como a Universidade Franciscana era nomeada na época.

Ocorre hoje, 6 de outubro, durante todo o dia, o Comunica Roots, evento promovido pelos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, que visa promover a integração entre diversos cursos e entre mercado e acadêmicos, já que a grande tarefa é produzir uma campanha para um cliente real.

O Comunica desenvolve a criatividade, já que os alunos devem produzir sem qualquer aparato tecnológico e sim com equipamentos analógicos, como cartolinas, canetinhas e afins.

Grupos na abertura do Comunica Roots. Imagem: Luiza Silveira

Algumas das regras constam de, por exemplo: todas as peças propostas na campanha devem possuir pelo menos uma apresentação visual ou sonora; no caso de peças gráficas, estas deverão estar layoutadas através de colagem e/ou ilustração em cartolina; no caso de propostas de peças radiofônicas, cabe a equipe realizar a locução ao vivo ou cantar o jingle criado, mesmo que a capella; o caso de uma proposta de peça audiovisual, a equipe deve encenar teatralmente o roteiro criado, junto a um storyboard em cartolina. Os estudantes podem levar instrumentos musicais para serem usados nas apresentações.

O evento segue até a noite no Cerrito, quando haverá um Luau de encerramento.

Os estudantes visitantes do Ensino Médio interessados no ingresso no curso de Jornalismo foram guiados em uma visita aos laboratórios que ficam no sétimo andar do prédio 14. Os alunos foram apresentados à Agência Central Sul de Notícias, Rádio UFN, Laboratório de Fotografia e UFN TV.

Segundo Thomas Ortiz, 18 anos, que sonha em trabalhar com jornalismo televisivo “Eu estou realizado por estar aqui, apesar de cogitar os cursos de Engenharia Elétrica e Educação Física, hoje Jornalismo é a minha prioridade e a apresentação dos espaços é muito boa para conhecer a estrutura.”

Já Marcos Gabriel Terra Schneider, 18 anos, demonstra interesse por medicina e Vicente Petrucci Filho, 18 anos, visa ingressar na área de diagramação, mas ambos tiveram sua primeira experiência de interação com o jornalismo e demonstraram interesse pelo espaço de trabalho e pela variedade das áreas de produção do curso.

Durante a apresentação guiada, os alunos aprenderam sobre o processo produtivo da profissão, além de conhecerem a matriz curricular do curso e as atividades práticas disponibilizadas a partir do primeiro semestre para os ingressantes.

Segundo Alam Carrion, 27 anos, jornalista graduado pela instituição e técnico de áudio da Rádio UFN “A introdução dos estudantes aos espaços produtivos é importante pois é a forma de eles conhecerem os bastidores de uma notícia ou uma transmissão, para que dessa forma ele saiba como seria entrar em uma cobertura ao vivo e saberem que muitas vezes não é apenas o que eles enxergam que acontece, que há mais coisas envolvidas além da câmera e do repórter.”.

O vídeo conta a história de Sofia, uma menina que queria ser cientista. Imagem: Divulgação.

Grupo de teatro da UFN lança vídeo-peça educativo produzido durante a pandemia. A produção está disponível no Youtube e conta a história de uma menina que queria ser cientista.

O Grupo Todos ao Palco, vinculado à Universidade Francicana desde 2012, teve seu projeto aprovado na Lei de Incentivo a Cultura de Santa Maria em 2019. A ideia inicial era de desenvolver o trabalho em formato presencial, ensaiando e apresentando a peça em espaços públicos e centros comunitários da cidade em 2020. Possuindo como ideia principal fortalecer o fascínio pela ciência entre jovens e adolescentes em ambiente escolar, a produção teve que ser alterada por conta do início da pandemia da Covid-19. O grupo optou por um formato audiovisual diferenciado, incluindo também pesquisas referentes a vacinação contra o vírus. Os integrantes do elenco gravaram algumas cenas em suas casas com seus próprios celulares e outras foram realizadas presencialmente com o menor número de participantes possível e respeitando as restrições referentes a pandemia. A edição foi feita sem que houvesse nenhuma reunião presencial da equipe.

Nomeado Menina, Feminina e Cientista o vídeo-peça em formato de ‘falso documentário’ conta a história de Sofia. Já adulta a personagem relata como foi sua luta para realizar o sonho de ser cientista e como é sua rotina de trabalho como pesquisadora em um dos laboratórios responsáveis pela fabricação da vacina contra a Covid-19. O vídeo possui depoimentos atuais e em formato de lembranças de outros personagens sobre a trajetória de Sofia.

O projeto tem como um de seus objetivos fortalecer a ideia de que pais e professores devem incentivar os jovens a seguirem seus sonhos. A jornalista, especialista e crítica de cinema, Bianca Zasso comenta sobre o trabalho realizado pelo grupo teatral: “Fico pensando se tivesse assistido algo assim nos meus tempos de escola. Tantas meninas apaixonadas por ciências (e por arte também) às vezes só precisam de uma voz de apoio, uma inspiração para seguirem em frente. Tomara que este trabalho chegue a muitos estudantes e professores. É iluminando sonhos que a gente melhora o mundo.”

Luiz Alberto Cassol, cineasta e documentarista, também responsável pelo roteiro, produção e direção geral do projeto comentou: “Menina, Feminista e Cientista trata acima de tudo sobre a liberdade de escolha. A liberdade de seguir aquilo que se quer ser; tanto profissionalmente, quanto pelas causas que se deseja engajar na vida. O trabalho fala sobre a liberdade de sonhar e seguir esses sonhos e possibilita um diálogo amplo na escola de como uma inspiração, um impulso, uma palavra, um apoio, pode fazer como que isso aconteça. É também perceber que durante a pandemia, e com todas as restrições sanitárias e de afastamento, a produção artística está sempre em construção (como este trabalho). É importante debater com professores e alunos o que instigou esse processo de criações artísticas.”

O vídeo esta disponível no Youtube (Menina, Feminina e Cientista) para que todos tenham acesso e possam refletir sobre a importância do incentivo aos sonhos das meninas e meninos na escola.

A primeira semana de volta às aulas foi marcada por intensa programação nos diversos cursos da UFN. No curso de Jornalismo, os alunos foram recepcionados com programação diária. Confira algumas imagens.

Acadêmicos de Jornalismo nos primeiros dias de aulas. (Tiraram a máscara apenas para a foto) Imagem: Laboratório de Fotografia e Memória

Estudantes de Jornalismo conheceram o Laboratório de Fotografia e contaram com a explicação da professora Laura Fabrício sobre o trabalho desenvolvido. Imagem: arquivo pessoal Sibila Rocha.

No estúdio de TV os alunos conheceram o trabalho desenvolvido em algumas disciplinas do curso e no LabSeis, Laboratório de Audiovisual. Imagem: arquivo pessoal Sibila Rocha.

Alunos novos foram recepcionados na capela pela reitora da UFN. Imagem: site UFN.

curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) promove nesta terça-feira (21), mais uma edição da série de lives ‘Jornalismo UFN: Trajetórias’. Neste episódio, que será transmitido ao vivo às 20h, a convidada será Elisangela Mortari com a mediação do professor e jornalista, Bebeto Badke.

Elisangela Mortari é Doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Professora Titular na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), atua no Departamento de Ciências de Comunicação e no Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações Públicas. É líder do Grupo de Pesquisa/CNPq Comunicação e Discursos Sociais. Além disso, foi a primeira coordenadora Jornalismo da UFN e vai contar como o curso foi se estruturando a partir de 2003.

O projeto ‘Jornalismo UFN: Trajetórias’ tem como finalidade realizar bate-papos com profissionais, egressos e funcionários que já passaram pelo curso ou que ainda sejam ligados a ele. Para assistir os outros episódios, confira o IGTV do curso de Jornalismo no Instagram.

Texto: Lucas Acosta/Estagiário de Jornalismo Assecom

Nesta quarta (15) e quinta-feira (16), a Universidade Franciscana (UFN) promoverá o projeto Comunicaflix , o qual envolve o 14º Prêmio Universitário de Publicidade e Propaganda  e o 7º Prêmio Universitário de Jornalismo. O objetivo é avaliar, valorizar e premiar peças publicitárias e produções jornalísticas produzidas nas disciplinas durante o 2º semestre de 2019, 1º e 2º semestre de 2020 e 1º semestre de 2021.

A premiação do Jornalismo será a primeira a ser realizada. Programada para esta quarta-feira, dia 15, às 20h, no hall do prédio 15, no Conjunto III da UFN, o prêmio está divido em oito categorias.  São elas: Assessoria de Comunicação (Planejamento de Comunicação e Assessoria de Imprensa); Audiovisual (programa jornalístico, reportagem, documentário, ficção e audiovisual para a internet); Comunitária (comunicação comunitária); Digital (perfil ou entrevista, reportagem, mídia social, site ou blog, podcast e produção crossmídia); Fotografia (fotojornalismo, fotografia ilustrativa, ensaio, fotografia em sequência, foto documentário e fotografia livre); Impresso (reportagem); Opinião(artigo, crônica, ilustração e resenha ou comentário); e Rádio (reportagem, programa jornalístico, programa radiofônico, radio documentário e crônica radiofônica).

Já a premiação de Publicidade e Propaganda ocorrerá nesta quinta, dia 16, também hall do prédio 15 da Instituição. Em sua 14ª edição, ocurso divide seus prêmios nas seguintes categorias: Fotografia (publicitária e livre); Design Gráfico; Audiovisual (filme publicitário, videoclipe e vídeo livre); Áudio (spot, jingle e áudio livre); Campanha (publicitária e social); e Trabalhos Desenvolvidos em Laboratórios Didáticos (campanha e peça avulsa) e Iniciantes (produções de estudantes que cursam até o 3º semestre do curso).

Texto: Lucas Acosta/Estagiário de Jornalismo Assecom

A exibição das produções  da 8ª edição da Mostra Integrada de Produções Audiovisuais(Mipa) da Universidade Franciscana será realizada no dia 25 de novembro, às 20h, no pátio do prédio 14 do Conjunto III da UFN, com sessão aberta ao público em geral. Em caso de chuva, a sessão será no hall da capela São Francisco.

O tema desta edição é arquivos de pandemia, já que muito se alterou nos modos do fazer audiovisual devido às transformações impostas pelos novo coronavírus. As janelas da vida, sejam elas reais ou digitais, assumiram um primeiro plano na perspectiva.

Fizeram parte da curadoria a jornalista Bruna Taschetto, coordenadora da UFN TV, as professoras Neli Mombelli, do curso de Jornalismo, e Michele Kapp Trevisan, do curso de Publicidade e Propaganda, e os técnicos Alexsandro Pedrollo de Oliveira e Jonathan de Souza. A mostra é organizada pelo LabSeis – Laboratório de Produção Audiovisual dos cursos de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda e busca ser impulso na fruição das produções dos acadêmicos da instituição.

Conheça as produções selecionadas desta 8ª edição da Mipa.

 De Butuca na Bituca EP 1 – Experimental | 4’

De Butuca na Bituca EP 2 – Experimental | 6’50

Direção de Henrique Schmitt Medina

Tutorial de reutilização das bitucas de cigarro descartadas indevidamente com choque de realidade.

 Sinais – Ficção | 5’32”

Direção de Denzel Valiente e Lavignea Witt

Com o início da pandemia do novo coronavírus, Luísa precisou se adaptar para acompanhar as aulas da faculdade de modo virtual. Além dessa situação, a estudante precisa lidar com o namorado abusivo com quem divide apartamento.

 Anseio – Documentário | 1’15”

Direção de Hercules Hendges

Anseio retrata, por meio de suas imagens, o sentimento de angústia e aflição decorrentes da pandemia, mesclado com a beleza e exuberância de um planeta que está sendo lentamente destruído.

 Conexão Restabelecida – Ficção | 12’

Direção de Allysson Marafiga e Nathália Arantes

Retrata o cotidiano de Jordana, professora de Português de uma escola pública que, em tempos pandêmicos, se depara com as dificuldades de desempenhar seu trabalho através do formato remoto. Para lidar melhor com essa situação, a professora se aconselha com sua amiga Helena, professora de escola particular que vivencia uma situação bem diferente no seu dia a dia.

Cátedra em Comunicação e Informação Intercom – José Marques de Melo realiza, desde 18 de outubro, sua terceira temporada de lives, com 14 sessões com vencedores de 2021 do Prêmio Luiz Beltrão de Ciências da Comunicação e dos Prêmios Estudantis da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom).

As lives são sempre às segundas e quartas-feiras, das 18h às 19h.

Um dia antes de cada live, os canais institucionais da Intercom (siteFacebookInstagram e grupo de e-mail) divulgarão o link para inscrição gratuita para participação no Zoom; os participantes inscritos receberão o link da sala antes das sessões, que serão transmitidas ao vivo no Facebook e, posteriormente, disponibilizadas no YouTube.

Além disso, as lives serão transformadas em episódios do PapoCompodcast do grupo de pesquisa PraxisJor, vinculado ao Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Confira aqui a programação completa.

Texto e imagem: Intercom.