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Mariele Flôres é a entrevistada do episódio que vai ao ar no dia 31 de março. Imagem: Enzo Martins.

O programa De Papo Com, do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), está de volta com episódios inéditos. Um programa sobre jornalismo e jornalistas, que vai ao ar nesta terça-feira, 31 de março, às 19h, na UFN TV, canal 15 da Net e  no YouTube do LabSeis. A convidada da vez é Marielle Flôres, representante da Pastoral da UFN. Ela ingressou na faculdade em 2004 e, ao longo da sua carreira, se especializou em assessoria de comunicação. 

            Durante o programa, Marielle fala sobre sua trajetória profissional, os desafios e aprendizados da maternidade e sua forte atuação nas áreas de relações institucionais e gerenciamento de crise. O episódio faz parte de uma nova temporada gravada por alunos da disciplina de Jornalismo Audiovisual do 5º semestre do curso de Jornalismo. A condução da entrevista é feita por Náthaly Penna, com produção de Andressa Rodrigues.

Em 2025, foram 16 programas que trouxeram nomes como Lizie Antonello, Mauricio Rebellato, Ticiana Fontana e Claudemir Pereira. Você pode ver esses e outros episódios do De Papo Com no YouTube do LabSeis e acompanhar cortes das entrevistas no  Instagram do programa e no Instagram do LabSeis. Por lá, você confere em primeira mão os próximos convidados e temas das futuras edições. 

De Papo Com é uma produção laboratorial do Curso de Jornalismo da UFN, produzido na cadeira de Jornalismo Audiovisual sob a supervisão e direção geral da professora Neli Mombelli, apresentado pelos alunos Náthaly Penna, Luiza Fantinel, Gabriel Deõn, Felipe Perosa e Emilly Pillar, com produção de  Rian Lacerda, Andressa Rodrigues, Laura Pedroso, Enzo Martins e Miguel Cardoso,  acadêmicos do 5º semestre; Alexsandro Pedrollo na direção de fotografia e Marcio Santos na operação de câmera; Jonathan de Souza no switcher e finalização; e Emanuelle Rosa na identidade visual.

Enquanto opções com glúten dominam, quem busca alternativas sem glúten enfrenta dificuldades nos estabelecimentos. Imagem: Freepik

Nos últimos anos, a demanda por alimentos sem glúten tem crescido de forma significativa, impulsionada tanto por necessidades médicas, como doença celíaca e a intolerância ao glúten, quanto pela busca por uma alimentação mais saudável. No entanto, mesmo com o aumento, ainda é difícil encontrar opções mais acessíveis em restaurantes, supermercados e em outros estabelecimentos.

A falta de alternativas sem glúten reflete um desafio que vai além de simples preferências alimentares: trata-se de garantir o direito à alimentação para quem possui restrições. Além dos diagnósticos médicos, há também uma parte da população que escolhe dietas sem glúten em busca de benefícios à saúde, como a melhora na digestão e a redução de inflamações.

Apesar da demanda, que cresce cada vez mais, muitos estabelecimentos enfrentam dificuldades para se adaptar. Falta de conhecimento técnico, desafios logísticos e custos mais elevados estão entre os principais fatores. No entanto, aqueles que estão dispostos a investir em produtos sem glúten, não apenas ampliam seu público, mas também demonstram compromisso com a inclusão alimentar.

 Há também uma carência de informação e conscientização sobre a seriedade das restrições alimentares. Pessoas com doença celíaca, por exemplo, não podem correr o risco de contaminação cruzada e isso exige um cuidado desde o preparo até o armazenamento dos alimentos. Ainda assim, muitos lugares tratam essa questão como algo secundário, por considerá-la trabalhosa, o que pode colocar a saúde de clientes em risco.

A inclusão de alimentos sem glúten não é só uma questão de atender a um intuito, mas de reconhecer e respeitar as necessidades reais de uma parte da população. A mudança exige investimento, mas também empatia, responsabilidade e vontade de oferecer uma experiência alimentar mais justa e acessível para todos.

  • Artigo produzido na disciplina de Narrativa Jornalística no 1º semestre de 2025. Supervisão professora Glaíse Bohrer Palma.