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Cristhian e Pedro na rádio Universitária durante a gravação do programa. Foto: Reprodução Previsão do Jogo

Na última terça-feira, 15 de setembro, chegou ao fim a primeira etapa do programa Previsão do Jogo. O programa é produzido e apresentado pelos acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana, Cristhian Braga e Pedro Ossanes, com supervisão do professor Carlos Alberto Badke. O programa é realizado na rádio da universidade todas as terças-feiras desde o 1º semestre de 2026, às 17h20min, transmitido pelo canal da Rádio UFN no YouTube e conta com uma dinâmica que envolve os ouvintes.

Os acadêmicos debatem sobre futebol não apenas dentro das quatro linhas. O programa também aborda debates polêmicos, une cultura e esporte, traz opiniões sobre os assuntos discutidos, entre outras dinâmicas. Um dos diferenciais do programa é a tabela de palpites, que busca aproximar e entreter o público. Por meio das redes sociais, Cristhian e Pedro divulgam os jogos da rodada do Grêmio e do Inter, além de outras partidas relevantes que estão para acontecer. Os ouvintes enviam seus palpites e no programa seguinte, os apresentadores anunciam os resultados.

A ideia do programa surgiu dentro da própria rotina acadêmica. A dupla já havia vivenciado experiências em outros programas esportivos dentro da faculdade, mas tinha a vontade de criar um programa que tivesse mais a ver com eles.

Cristhian aprofundou os detalhes do planejamento do programa. “Para deixar o programa com um conteúdo um pouco diferente, eu e o Pedro pensamos em criar o Fora das Quatro Linhas, que acontece antes do debate de palpites. Enquanto o debate é focado nos palpites dos jogos, esse quadro aborda assuntos mais extracampo, como arbitragem, sociedade e questões polêmicas relacionadas ao futebol”, destaca.

Durante a conversa, o acadêmico também ressaltou que a interação do público com a tabela de palpites tem sido muito divertida e dinâmica. Cristhian destacou ainda que o sucesso da tabela foi tão grande que, durante a Copa do Mundo, mesmo no período de férias, o público continuou enviando seus palpites.

Além do entretenimento, o programa também traz benefícios para os acadêmicos, auxiliando no desenvolvimento da comunicação, da desenvoltura e da interação com os colegas. Em conversa, Pedro afirmou ter melhorado bastante na prática radiofônica.“Acho que essa experiência foi muito importante para desenvolver minha comunicação e o trabalho em equipe. Foi uma oportunidade de aprender a lidar com diferentes situações e, ao mesmo tempo, construir um portfólio e adquirir experiência prática para o meu currículo e para a entrada no mercado de trabalho. Com certeza, saio dessa experiência mais confiante para, futuramente, trabalhar em um veículo de comunicação”, destaca.

Ao final das 20 rodadas, estipuladas no início do programa, o vencedor da tabela de palpites foi Nicholas Pacheco, com 12 acertos. Como parte da premiação, ele participou do debate no último programa, comentando sobre a dupla Grenal e os principais acontecimentos da última semana. Além disso, ganhou uma camiseta do Previsão do Jogo como prêmio.

Nicolas, vencedor da primeira tabela de palpites do Previsão (Foto: Maria Eduarda Castro)

A primeira etapa do Previsão do Jogo encerra um ciclo de debates, informação e entretenimento, mas também representa uma experiência prática importante para os acadêmicos. A interação com os ouvintes e as diferentes propostas do programa aproximaram o público do futebol e proporcionaram aos estudantes a oportunidade de vivenciar, na prática, a rotina de um programa esportivo no rádio.

(Foto: Lucas Uebel / Grêmio)

A temporada de 2026 do Grêmio vem sendo marcada por muitas decepções dentro e fora do campo. A equipe conta com dificuldades na construção de um bom futebol sob o comando do técnico Luís Castro. Após 9 meses de trabalho, o técnico português deixa o comando do time gaúcho, para a chegada do maior ídolo do clube, Renato Portaluppi. A escolha representa uma tentativa do Tricolor de reagir no Campeonato Brasileiro e mudar o cenário vivido pelo time. Conhecido pela forte identificação com o clube, Renato terá pela frente a missão de reorganizar a equipe e recuperar os resultados. O desafio já inicia na quarta feira, 16 de setembro, quando o Botafogo recebe o Grêmio no estádio Nilton Santos, Rio de Janeiro.

Esta será a quinta passagem de Renato como treinador do Grêmio. A primeira ocorreu em 2010, quando o clube também atravessava uma situação complicada. Naquele momento, o Tricolor ocupava a 18ª colocação do Campeonato Brasileiro, dentro da zona de rebaixamento. A estreia foi no dia 12 de agosto, com um empate em 0 a 0 contra o Goiás, no Estádio Olímpico.

Em 2013, o Grêmio ocupava a quinta posição do Brasileirão quando Portaluppi voltou ao comando da equipe. Na reestreia, empatou em 1 a 1 com o Atlético-PR, em Curitiba.

Três anos depois, em 2016, ele retornou ao clube em meio a um período de instabilidade. O clube vinha de uma sequência de sete partidas sem vencer no Campeonato Brasileiro. A estreia foi pela Copa do Brasil, contra o Atlético-PR e, apesar da derrota por 1 a 0, o Tricolor conseguiu avançar após vencer a disputa nos pênaltis por 4 a 3.

Em 2022, Renato voltou ao Grêmio pela quarta vez. O clube disputava a Série B e estava na terceira colocação, na briga pelo acesso. A estreia foi uma vitória por 2 a 1 sobre o Vasco, na Arena.

Agora, em 2026, Renato reencontra o Grêmio em mais um momento de pressão. Se nas passagens anteriores o treinador chegou para outros desafios, desta vez a missão é ajudar o clube a reagir e afastar a equipe da zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

A história entre Renato e Grêmio ganha mais um capítulo. Desta vez, com o treinador retornando não apenas como ídolo, mas como uma das principais apostas do clube para tentar mudar o rumo da temporada.

(Fotos: Cesar Greco/Palmeiras, Matheus Lima/Vasco, Pedro Souza/Atlético-MG e Lucas Uebel/Grêmio)

Quatro clubes em que torcidas fazem parte dessas alianças estão entre os semifinalistas da Copa do Brasil 2026: Grêmio, Atlético-MG, Palmeiras e Vasco. Mas, afinal, o que é a União Sinistra e qual é a sua importância para as torcidas organizadas?

A história do futebol ncional é marcada por uma série de rivalidades, clássicos históricos, provocações e disputas dentro e fora de campo. Tudo isso intensifica ainda mais a paixão dos brasileiros pelo futebol. A fim de deixar um pouco de lado essas rivalidades, torcidas organizadas começaram a criar laços com outros grupos, com o objetivo de conectar torcedores de diferentes estados, criar amizades dentro das arquibancadas e compartilhar símbolos, gestos característicos e histórias que marcam gerações.

Apesar de os clubes, em si, não terem relação direta com essas alianças, as torcidas iniciaram esse movimento a partir da década de 1970, em razão do aumento do número de jogos disputados por todo o território brasileiro. À medida que passaram a viajar mais para acompanhar seus times, começaram também a criar vínculos de amizade com grupos de outras cidades. Dessa forma, quando viajavam para assistir a um jogo fora de casa, podiam contar com o apoio da torcida local.

Esse apoio ia muito além das arquibancadas. Quem chegava a outra cidade podia ser recebido pelos grupos locais, acompanhar a partida ao lado deles e ainda receber ajuda com questões relacionadas à viagem. Aos poucos, essas relações deixaram de envolver apenas duas torcidas e passaram a reunir diferentes grupos, formando alianças que se espalharam pelo país.

De acordo com pesquisadores do tema, essas aproximações nem sempre aconteciam apenas por afinidade entre as torcidas. Em muitos casos, elas também eram motivadas pela existência de adversários em comum. É daí que surge a ideia popular de que “o inimigo do meu inimigo é meu amigo”.

Ao longo dos anos, essas relações entre torcidas passaram a se estruturar em grandes blocos de alianças, reunindo grupos de diferentes clubes e estados brasileiros. Entre as principais estão a União Punho Cruzado, União Dedo Pro Alto, União Punho Colado, Lado A e Lado B.

Juntas, essas alianças envolvem diversas torcidas organizadas de diferentes regiões do país e ajudam a formar uma ampla rede de relações entre grupos das arquibancadas brasileiras.

Além das torcidas que fazem parte de cada bloco, as alianças também possuem símbolos próprios de identificação. Em muitos casos, os gestos feitos com as mãos são utilizados pelos integrantes para demonstrar a qual grupo ou aliança pertencem.

Outro bloco importante dentro desse sistema de alianças é a União Dedo Pro Alto, que reúne algumas das torcidas mais conhecidas do futebol brasileiro. Entre os grupos associados à aliança estão Mancha Verde (Palmeiras), Força Jovem do Vasco, Galoucura (Atlético-MG), Geral do Grêmio e Torcida Jovem do Botafogo, entre outras.

Dentro desse contexto, também ganhou destaque a chamada “União Sinistra”, nome utilizado por torcedores para identificar a relação histórica entre Mancha Verde, Força Jovem do Vasco, Geral do Grêmio e Galoucura. A aproximação entre os grupos começou ainda na década de 1980 e mantém uma relação de amizade até os dias atuais.

A força dessas alianças também aparece em um momento marcante do futebol brasileiro em 2026. Grêmio, Palmeiras, Vasco e Atlético-MG estão entre os quatro semifinalistas da Copa do Brasil. Os confrontos definidos são Palmeiras x Vasco e Atlético-MG x Grêmio, colocando clubes ligados a torcidas que fazem parte dessas alianças na reta decisiva da competição.

Foto: Reprodução / A Bola via F1

O último fim de semana foi muito aguardado pelo público italiano, que desde o início do esporte sente a Fórmula 1 nas veias. No domingo, dia 6 de stembro, o piloto Andrea Kimi Antonelli (Mercedes) que vem sendo um grande fenômeno na Fórmula1, fez uma vitória histórica no Grande Prêmio de Monza. 

O jovem piloto, de 20 anos, largou em 19° lugar, posição desfavorável para qualquer um. Mas isso não impediu Kimi de escalar o grid. Na primeira largada conquistou posições, depois, usou a relargada ao seu favor com estratégia e em menos de 20 voltas já estava liderando a corrida. 

Os feitos de Antonelli, tal como a liderança do campeonato mundial, a maneira de pilotar, as habilidades na pista e o carisma jovial trazem muito orgulho para os fãs e principalmente para a Itália. O piloto italiano disputou intensamente a primeira posição com seu colega de equipe George Russel (Mercedes) nas últimas 3 voltas da corrida, levando a torcida do mundo todo ao máximo de adrenalina.  

Apesar do pequeno incidente com a tentativa de ultrapassagem Kimi garantiu sua vitória, após 60 anos sem um piloto italiano vencer em Monza. Além do jovem em ascensão, é comum ouvir dizer que na Itália existem duas religiões: A Igreja Católica e a Ferrari. Em Monza tivemos uma torcida construída em maior parte por italianos, torcendo para Charles Leclerc e Lewis Hamilton (ambos da Ferrari). 

Porém, Charles sofreu um acidente na terceira volta, perdendo o controle do carro e batendo na curva Parabólica. O impacto foi forte, o piloto foi examinado e demonstrou preocupações com sua visão após o acidente, mas não ficou ferido. O Safety car foi acionado e a corrida interrompida por cerca de 33 minutos. Após isso, houve a relargada novamente. Lewis alcançou a 6° posição ao final da prova, garantindo sua pontuação. 

 O brasileiro do grid, Gabriel Bortoleto (Audi) largou na 11° posição e chegou na 13°, não conseguindo pontuar desta vez.  

O pódio ficou constituído por: 

  1. Kimi Antonelli (Mercedes) 
  1. George Russell (Mercedes)  
  1. Max Verstappen (Red Bull) 

A egressa do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), Vitória Oliveira Lopes, conquistou o primeiro lugar nacional na categoria Podcast da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) 2026. A premiação ocorreu durante o 49º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), em 1º de setembro, na Universidade Católica de Brasília (UCB). Antes da etapa nacional, o trabalho também havia conquistado o primeiro lugar na etapa regional da competição.

Vitória com o prêmio do Intercom. Foto: Arquivo próprio

Intitulado Re.veste, o podcast foi desenvolvido por Vitória durante a graduação em Jornalismo da UFN. A produção venceu a categoria Podcast da Expocom Sul 2026, realizada em Toledo, no Paraná, e garantiu a classificação para representar a região na etapa nacional.

Na disputa nacional, o Re.veste concorreu com outras cinco produções de universidades federais de diferentes regiões do Brasil. Para Vitória, a qualidade dos trabalhos tornou a conquista ainda mais significativa. “Eu competi com outros cinco trabalhos de faculdades públicas muito boas do Brasil, e acabou que o meu trabalho, entre todos esses, foi reconhecido como o melhor”, relata.

Vitória apresentando o seu trabalho. Foto : Arquivo próprio

O projeto nasceu do interesse da estudante em atuar no laboratório de rádio da UFN, espaço em que ainda não havia desenvolvido atividades. A escolha do tema também partiu de seu interesse por moda sustentável, assunto que já havia abordado em trabalhos acadêmicos. A partir disso, Vitória desenvolveu uma série de podcasts documentais sobre o tema e estabeleceu contatos com professores e integrantes do movimento Fashion Revolution, voltado à promoção de uma moda mais sustentável. A orientação do trabalho foi da professora Neli Mombelli.

A Expocom é um evento acadêmico que reúne produções experimentais desenvolvidas por estudantes de comunicação. Os trabalhos passam por etapas regionais antes de chegar à disputa nacional.

Na etapa final, Vitória foi a única representante de uma instituição particular entre os concorrentes. Para ela, a conquista reforça que a qualidade de um trabalho não depende do tipo de instituição em que ele foi desenvolvido. “O nome da instituição não define a qualidade do trabalho. Com incentivo, dedicação e todo o suporte que a gente recebe, a gente consegue chegar lá também”, afirma.

A experiência também deixou uma mensagem para os estudantes de Jornalismo. Vitória incentiva a participação em congressos e eventos acadêmicos, e reforça a importância de acreditar no próprio trabalho. “Façam mais trabalhos acadêmicos, se inscrevam, participem de congressos, se arrisquem. O ‘não’ tu já tem. Então, por que não tentar?”, aconselha.

Em meio aos avanços da tecnologia, os influenciadores digitais não geram em seus seguidores apenas reações engraçadas, mas também, com os seus conteúdos, trazem reflexões sobre temáticas pertinentes à sociedade. Nesse cenário, em agosto de 2025, um vídeo sobre adultização infantil movimentou as redes sociais no Brasil. O influenciador digital e youtuber Felipe Bressamin Pereira, conhecido como Felca, gerou, a partir do vídeo, um intenso debate sobre os limites de privacidade de crianças e adolescentes nas redes sociais e trouxe à tona um tema já previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, mas que pouco era discutido até então.

A repercussão trouxe visibilidade ao ECA DIGITAL e levou à aprovação e sanção de uma atualização do Estatuto em menos de 2 meses, em setembro de 2025. No documentário, o influenciador denunciou uma espécie de “reality show” transmitido nas redes sociais do casal de influenciadores Hytalo Santos e Israel Vicente. Com a repercussão do vídeo, as investigações da Polícia Federal, que já estavam em andamento, avançaram e levaram à prisão  de Hytalo e Israel. Em fevereiro de 2026, os dois foram condenados após o trâmite do processo.

Segundo uma pesquisa divulgada em 2024 pela agência We Are Social Media, o Brasil ocupa o 3º lugar no ranking dos países que utilizam redes sociais no mundo. A professora do Curso de Direito da Universidade Franciscana, Rosane Leal da Silva, lembra que crianças e adolescentes são uma parcela significativa da sociedade brasileira, sendo em torno de 24 milhões de adolescentes e de 40,1 milhões de crianças em 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

O ECA DIGITAL trouxe novas formas de cuidado e segurança para as crianças. Imagem: Isadora Rodrigues/LABFEM

Entre as atualizações apresentadas pelo Estatuto Digital, foi estabelecido o controle parental obrigatório para menores de 16 anos, antes ignorado pelas big techs (como o Google e a Meta), que são consideradas as maiores empresas de tecnologia e inovação do mundo. Agora, o acesso às redes sociais precisa ser gerenciado por pais ou responsáveis. 

“Talvez a exigência de vincular a conta do adolescente ou da criança à conta do responsável legal minimize esses efeitos e também responsabilize mais os pais, que possuem dever de supervisão e orientação parental. Muitas vezes, os próprios pais não cumprem adequadamente esses deveres, o que gera consequências negativas para os usuários que são menores de idade”, frisa a professora Rosane. 

Em entrevista para uma matéria da Câmara de Deputados, o especialista em cibercultura André Lemos aponta que o Brasil ,como país, no âmbito digital, teve uma transição de uma rede que incentiva a troca de informações e ideias de forma livre para um ambiente dominado pelos algoritmos das big techs, que têm por principal objetivo o conteúdo chocante e, por vezes, sensacionalista para gerar engajamento.

Na visão de Rosane, o posicionamento de Felca em seu vídeo reacendeu o debate sobre a pauta da criança e do adolescente em relação a uma lei de 2022 que já existia no Congresso Nacional, mas que estava parada no Brasil. O projeto de lei proposto pelo senador Alexandre Vieira (MDB – SE) sofreu modificações em agosto de 2025. Em setembro de 2025, o Presidente Lula sancionou a lei, que foi promulgada em março de 2026 com as novas atualizações de segurança no âmbito das redes sociais, jogos online e plataformas em geral. 

Rosane Leal da Silva, professora do curso de Direito da UFN, frisa o papel do ECA DIGITAL na segurança de crianças e adolescentes. Foto: Nelson Bofill/ LABFEM 

Leis de proteção às crianças vêm evoluindo 

A professora relata que, em 2021, o Comentário Geral de número 25 do Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) tornou mais rígido o acesso a certos tipos de conteúdos para crianças e adolescentes, bem como uma punição mais severa para casos de crimes cibernéticos. No Brasil, em 2024, foi promulgada a resolução número 245/2024, um mecanismo social e político que regulamenta os direitos de menores de 18 anos a partir do trabalho em conjunto de pais, educadores, do Estado e, principalmente, de empresas que atuam no ramo digital. A resolução indica que todas as crianças e adolescentes devem ter garantido o direito ao acesso ao ambiente digital, assegurando-se de que os conteúdos e serviços acessados sejam compatíveis com seus direitos e seu superior interesse.

Para Rosane Leal, “existem  riscos de conteúdo, riscos de contato e riscos de conduta. Ou seja, crianças e adolescentes podem entrar em contato com conteúdos prejudiciais, com pessoas que os influenciam negativamente e isso pode repercutir no comportamento deles, inclusive em práticas de violência contra terceiros. Muitas vezes encontramos casos de perseguição, bullying e cyberbullying praticados por adolescentes que também sofreram influência de outros ou ficaram expostos reiteradamente a conteúdos violentos”. 

O ECA DIGITAL apresenta o artigo nº 6,que responsabiliza os fornecedores (sites, empresas, redes sociais), pais ou responsáveis ,com o objetivo de diminuir os riscos de acesso a práticas e conteúdos ilícitos. Entre eles estão a violência física, a violência virtual sistemática ou o assédio, seja na operação das suas aplicações, como exposição, recomendação ou um fácil acesso de contato com tais práticas. Por ser um conteúdo altamente sensível, ele é impróprio para menores de 18 anos e, principalmente, crianças e adolescentes entre 2 e 15 anos, que estão em fase de desenvolvimento. 

Suane Pastoriza Faraj, psicóloga escolar, destaca a necessidade do cuidado e da atenção que os pais precisam ter com os filhos. A psicóloga desenvolve um projeto na escola onde trabalha sobre o uso consciente da tecnologia,  em que promove rodas de conversa com os estudantes e pais, promovendo uma reflexão sobre os cuidados em relação ao conteúdo digital.  

Ao longo dos últimos anos, os famosos “desafios” da internet como Baleia Azul, Momo, entre outros, foram percebidos no contato de Suane com adolescentes. Nesse sentido, ela destaca a necessidade do controle parental e alerta que temas, jogos e “brincadeiras” que estão presentes na sociedade, colocando a vida de crianças, pré-adolescentes e adolescentes em risco, também fazem parte do ambiente escolar. “Em um dos anos em que trabalhei com eles, surgiram inúmeros riscos de exposição à Internet. As crianças falavam onde moravam, quando estavam sozinhas e mostravam objetos que tinham dentro de casa, e isso era muito grave porque elas faziam esta exposição sem prever o perigo”, ressalta Suane. 

Devido a estas demandas e questionamentos trazidos à sala de aula, desde 2023 ela realiza na escola um projeto sobre o uso consciente da tecnologia, que ocorre conforme o desenvolvimento de cada nível de ensino (educação infantil, anos iniciais, anos finais e ensino médio). O objetivo é discutir os riscos, os benefícios, o uso consciente da tecnologia,e também mostrar as possibilidades que a infância e a adolescência têm para além da tecnologia. 

Suane Pastoriza Faraj, psicóloga escolar, conta que o projeto incentiva o diálogo entre pais e filhos sobre o conteúdo das redes. Imagem: Nelson Bofill/LABFEM

A psicóloga conta que, em 2024, com os anos iniciais, foi trabalhada a conscientização sobre o conteúdo das redes sociais através da construção de um bingo com imagens. Já a partir da adolescência, o bingo é utilizado para a compreensão de aprendizagem. “Muitas questões que chegam ao setor de psicologia estão relacionadas ao uso da tecnologia e das redes sociais na adolescência. Então aparecem relatos de conflitos, comparações, exclusões e de cyberbullying”, destaca Faraj. 

Suane também acredita que muitos adolescentes, mesmo com as novas restrições feitas pelo Estatuto Digital, buscam burlar o sistema de proteção das redes sociais mentindo sobre a idade, dados ou acessando de outras maneiras. Ela comenta que os alunos em sala de aula apresentam uma certa noção dos perigos e dos conteúdos compartilhados de maneira indevida.

As consequências no desenvolvimento infantojuvenil no excesso das telas 

Para a psicopedagoga Fernanda Torres, a problemática do uso de telas surge no contexto do uso precoce, pois, no período entre 6 e 12 anos, o indivíduo está com o cérebro em fase de amadurecimento. Devido a isso, as telas se tornam um obstáculo ao desenvolvimento das crianças e dos pré-adolescentes. Entre os obstáculos encontrados estão a dificuldade no desenvolvimento do controle inibitório, que é a capacidade de controlar os impulsos ,e a baixa tolerância à frustração, com o uso de telas de forma exagerada.

“ Quando a criança desliga a tela do celular, o cortisol fica elevado e isso faz com que a criança fique estressada, e ela não consegue lidar com a frustração e no fim isso vai prejudicar a evolução dela como indivíduo”, destaca Fernanda. 

As telas podem ser um obstáculo ao desenvolvimento das crianças e dos pré-adolescentes Imagem: Isadora Rodrigues/LABFEM 

“Eu tenho inúmeras experiências com pacientes que mostram que a mudança de rotina com horário para desligar a televisão e o telefone, por exemplo, em até duas semanas, a criança já começa a ficar menos irritada e que irá, por exemplo, desenvolver melhor a fala”, destaca a psicopedagoga.  Em casos graves, pode haver necessidade da internação do adolescente. 

Fernanda Torres, psicopedagoga, aponta para o cuidado com as telas no desenvolvimento da criança e do adolescente. Imagem: Vinicius Gomes/LABFEM

Fernanda comenta que quando há o apoio dos pais e/ou responsáveis na construção de novas rotinas e diálogos na dosagem dos prejuízos das telas dentro de casa após as consultas, tudo fica mais fácil de ser trabalhado com a própria criança. O ECA Digital veio para proporcionar aos pais, crianças e adolescentes segurança para o uso das redes sociais, mas é necessário que haja, de forma cada vez mais prática, uma atuação ativa neste processo junto às famílias.

Reportagem produzida na disciplina de Jornalismo Especializado, sob orientação da professora Glaíse Palma, no 1º semestre de 2026.

Imagem: Pixabay

Você já ouviu falar em ecoansiedade? O termo surgiu nos estudos científicos no começo dos anos 2010 e, segundo a Associação Americana de Psicologia (APA), se refere ao medo crônico da destruição ambiental. Com o aumento dos desastres climáticos extremos no estado do Rio Grande do Sul, novas discussões estão ocorrendo sobre o impacto na saúde mental. 

A preocupação com crises climáticas não está isolada, a exemplo disto a ONU (Organização das Nações Unidas) destaca em seu Plano de Desenvolvimento Sustentável: Agenda 2030 um conjunto de 17 objetivos com 169 metas. Essas metas são parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a serem atingidos até o ano de 2030 de forma global. Entre estes objetivos está o ODS número 3, que visa assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades. 

Pesquisas recentes demonstram que em casos de desastres climáticos de longo porte, como enchentes e incêndios florestais, há impactos na saúde mental. Em entrevista ao G1, a psicóloga Jaqueline Assis destaca que se o clima e o território não forem considerados nas discussões sobre território não há como garantir uma qualidade de vida aos moradores. 

Carina Boeck, professora de bioquímica da Universidade Franciscana (UFN), destaca que a ecoansiedade está relacionada a crises climáticas e ecológicas. Segundo a professora, a ecoansiedade é caracterizada por sintomas negativos em razão do clima, do meio ambiente e de pensamentos repetitivos associados ao medo do futuro de forma direta. Conforme as pesquisas indicam, estes fenômenos se tornam mais comuns entre os jovens adultos, caracterizados pelo início da carreira profissional, por exemplo. “As preocupações com as mudanças climáticas devem ser motivo de atenção caso gerem pânico. Os medos são importantes para nós e nos colocam para nos preparar para algo. Mas, há descontroles quando existe o excesso.”, destaca a professora. 

Partes do Infográfico postado pelo G1 em 2025 quando as enchentes no Rio Grande do Sul completaram um ano. Fonte: G1 RS

Em maio de 2024, o Rio Grande do Sul viveu uma das maiores catástrofes naturais da sua história. As enchentes foram causadas por diversos fatores, como chuva abundante, falta de tratamento dos esgotos e falta de área permeável para absorver a água. Para Carina, em casos como este observa-se alguns impactos psicológicos. “Nós conseguimos enxergar que durante o período destas catástrofes as pessoas mais atingidas pelas chuvas foram, naturalmente, as que tiveram mais problemas de saúde mental. Em casos de agricultores que perderam suas plantações e famílias que perderam suas casas, pode haver o transtorno pós-traumático, que vai além da ecoansiedade.” Segundo a professora é necessário entender a individualidade de cada um, seus sentimentos e as experiências de vida. 

De todo modo, cabe a todos ter o autocuidado assim como cuidar do meio ambiente. Atividades práticas podem ser aplicadas no dia a dia, como fazer a separação correta dos resíduos domésticos e consumo de produtos sustentáveis, ajudando a não poluir mais o meio ambiente, e também atenção consigo próprio com atitudes como manter-se hidratado, ter  uma boa alimentação, duração e qualidade adequadas de sono e atividades físicas de formas regulares. 

Reportagem produzida na disciplina de Jornalismo Especializado no 1º semestre de 2026 do curso de Jornalismo, sob supervisão da professora Glaíse Bohrer Palma.

Imagem: Site do Fenaj

Os ministros Flávio Dino e Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), indicaram no dia 18 de agosto que a Corte volte a debater sobre a dispensa do diploma de jornalista para exercer a profissão.

Em 2009, o STF decidiu que não era necessário ter diploma de curso superior em Jornalismo para atuar na profissão. Durante o julgamento do Recurso Extraordinário 511.961, o plenário do STF decidiu, por 8 votos a 1, pela não aplicação da exigência prevista no Decreto-Lei 972/1969. O entendimento foi de que a norma não era compatível com a Constituição de 1988, especialmente com as garantias de liberdade de expressão, informação e imprensa.

O ministro Dino reforçou que respeita a decisão, mas afirmou que a não obrigatoriedade do diploma faz com que qualquer pessoa nas redes sociais se passem por “jornalistas”. Na sequência Alexandre de Moraes, concordou com a necessidade de rever essa decisão e defendeu a possibilidade de uma regulamentação da atividade. “Talvez seja realmente o momento de refletirmos, com uma regra de transição para aqueles que já exercem seriamente a profissão, mas, como qualquer outra profissão no Brasil, sobre uma regulamentação”, disse.

As declarações foram realizadas durante o julgamento na Primeira Turma, relacionado ao direito de resposta concedido a uma clínica médica em razão de reportagem veiculada pela TV Globo sobre denúncias de abusos sexuais.

Com os pronunciamentos, a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), promove nessa quarta-feira, 26 de agosto o Dia D de Diploma. O intuito é de que, nesta data, alunos, professores e jornalistas se manifestem nas mídias sociais exigindo a volta do Diploma, incentivando a importância dos ministros e deputados de reavaliar essa decisão.

O curso de Jornalismo da Universidade Franciscana apoia totalmente a decisão de rever essa exigência. O jornalista e cordenador do curso Iuri Lammel, destacou a relevância da valorização do diploma de Jornalimo. “A exigência do diploma é uma representação da importância da profissão para a sociedade. É uma forma de dizer que o jornalismo é tão importante para a democracia e para a sociedade que o país demanda que a pessoa responsável por este tipo de trabalho tem que estar minimamente preparada por um curso de graduação. Além de valorizar a formação e o tempo que os estudantes investem nos estudos.” afirma o professor.

Alunos que entraram para o curso recentemente se sentem mais motivados com a revisão da obrigatoriedade do diploma. Desde os primeiros semestres da faculdade, professores da UFN destacam a importância de ter responsabilidade ao transmitir informações. A graduanda do segundo semestre de Jornalismo Amanda Ripe reafirmou essa ideia: “Durante a graduação é muito comentado sobre a ética, chegagem, apuração dos fatos, essas são coisas indispensáveis que um diploma traz para um jornalista”.

A possível retomada da exigência do diploma reacende o debate sobre a importância da formação profissional no jornalismo. Para professores e estudantes, a graduação vai além da preparação para o mercado de trabalho: envolve ética, responsabilidade, apuração e compromisso com a informação. Enquanto o STF avalia a possibilidade de rever a decisão de 2009, a discussão reforça a busca pela valorização da profissão e pela qualidade do jornalismo produzido no país.

Acadêmicos e professores de Jornalismo participaram do bate-papo. Imagem: Luiza Silveira/Labfem

Na última semana, os jornalistas da RBS TV Rogério Giaretta, Nick Santos e Guilherme Jacques apresentaram para os acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) o projeto Primeira Pauta.

O projeto permite que estudantes de Jornalismo de todo o Rio Grande do Sul, com 18 anos ou mais, se inscrevam e concorram a uma semana de imersão nas redações do Grupo RBS. Além disso, Rogério, Nick e Guilherme compartilharam experiências profissionais, desafios da rotina de trabalho na empresa e competências necessárias para atuar no mercado jornalístico.

O jornalista Rogério Giaretta Junior destacou a persistência como uma característica fundamental para quem busca alcançar objetivos profissionais. “Vamos encontrar pessoas que podem nos ajudar e impulsionar, outras que não nos ajudarão e colocarão defeitos no nosso trabalho. Mas acredito que seja fundamental ter persistência. Quando gostamos de alguma coisa, procuramos ser felizes e buscamos a nossa felicidade. Se a felicidade é trabalhar no Grupo RBS ou em um veículo do grupo, é preciso trabalhar para isso, buscar alternativas e fazer contato com pessoas do grupo”, pontua Rogério.

Já Nick Santos relatou que a escolha pelo Jornalismo ocorreu a partir da identificação com a comunicação, a escrita e o contato com as pessoas. “Acho que, na realidade, o Jornalismo me escolheu. Sempre gostei muito do microfone por causa da música e vi uma proximidade entre a arte e o Jornalismo. Quando estava escolhendo qual profissão seguir, eu escrevia para o blog da minha mãe e gostava de escrever, montar notas e textos, mesmo sem saber que aquilo era Jornalismo. Então pensei em experimentar a televisão, porque gosto de escrever, falar, me expressar e do microfone. Foi uma decisão muito acertada”, afirma Nick.

Entenda como funciona o processo de inscrição

Fase 1: Os estudantes interessados devem preencher o formulário de inscrição e enviar um vídeo respondendo à pergunta “Por que eu quero participar do projeto jornalístico Primeira Pauta RBS?”. As inscrições ficam abertas até 30 de setembro. Ao final do período de inscrições, serão selecionados os 15 melhores vídeos, que avançarão para a segunda fase. A divulgação dos 15 finalistas ocorrerá em 16 de outubro. A RBS também realizará uma live aberta aos inscritos, com profissionais de Recursos Humanos, abordando temas como currículo, LinkedIn, oportunidades de trabalho e processos seletivos.

Fase 2: Os 15 estudantes classificados deverão produzir um conteúdo jornalístico de apuração própria, com tema livre, em formato de vídeo para redes sociais. O material deverá ser enviado entre 16 e 28 de outubro, estar publicado em uma plataforma online, como YouTube ou Vimeo, e ser acompanhado de uma sugestão de título e legenda. Os trabalhos serão avaliados por uma comissão formada por profissionais de diferentes veículos do Grupo RBS, considerando critérios como objetividade, clareza, criatividade, qualidade jornalística, conexão com o público, correção e ética. Ao final dessa etapa, serão escolhidos os cinco participantes do Primeira Pauta RBS 2026, com resultado divulgado em 18 de novembro.

Fase 3: Os cinco selecionados participarão, entre 30 de novembro e 4 de dezembro, de uma etapa de mentoria e acompanhamento remoto com profissionais das redações do Grupo RBS. Depois, entre 7 e 11 de dezembro, participarão presencialmente da Semana Primeira Pauta, uma imersão nas redações da RBS TV, Gaúcha, GZH, Zero Hora e Diário Gaúcho. Durante a experiência, os estudantes acompanharão a rotina jornalística e produzirão uma reportagem em vídeo e áudio, que será publicada em GZH e veiculada na Rádio Gaúcha. Além da experiência nas redações, os cinco selecionados também terão acesso a um workshop imersivo do Planeta Atlântida 2027, em data a ser definida.

Imagens: Luiza Silveira/Labfem

Texto com colaboração de Maria Eduarda Castro, acadêmica do 2° semestre do curso de Jornalismo.

Quem faz Jornalismo sonha grande. No dia 11 de agosto os acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Francisacana (UFN), realizaram uma viagem a Porto Alegre para conhecer de perto diferentes veículos de comunicação e espaços culturais. A experiência reuniu aprendizado e novas perspectivas para o futuro profissional.

Nos estúdios da RBS TV os universitários conheceram os bastidores dos principais programas de televisão do estado e acompanham a preparação de um piloto com o repórter Bruno Marsilli. O momento funcionou como um teste para uma possível participação do jornalista no programa Globo Esporte, permitindo que a equipe avaliasse sua performace diante de situações inesperadas que podem acontecer durante a programação. A visita também contou com a presença da apresentadora Alice Bastos Neves, que conversou com os acadêmicos e compartilhou uma breve fala da sua trajetória profissional.

Em seguida, o grupo seguiu para a GZH Digital, onde conheceu a estrutura das redações da Gaúcha e da Atlântida. Durante o tour, os estudantes puderam observar como funciona a produção de conteúdo e conhecer um ambiente em que diferentes formatos de comunicação convivem no mesmo espaço. A visita também teve um momento de descontração com os participantes do programa Bola nas Costas.

Além das redações, os acadêmicos também conheceram um pouco mais da cultura do Rio Grande do Sul. A visita ao Mercado Público fez parte do tour, assim como a passagem pelo Farol Santander, pelo Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) e pelo Espaço de Cultura Mário Quintana.

Para finalizar a programação, os universitários participaram de uma visita técnica e de uma aula de produção de conteúdo na Agência de Conteúdo e Assessoria Padrinho, conduzida pelo jornalista André Roca. Durante o encontro, além de André, os jornalistas Gabriela Perufo, egressa do curso de Jornalismo da UFN, e Ken Kerr Dahcew apresentaram a atuação da agência e compartilharam com os acadêmicos os processos envolvidos na produção de conteúdo.

Para finalizar a programação, os universitários participaram de uma visita técnica e de uma aula de produção de conteúdo na Agência de Conteúdo e Assessoria Padrinho, conduzida pelo jornalista André Roca. Durante o encontro, os jornalistas Gabriela Perufo, egressa do curso de Jornalismo da UFN, e Ken Kerr Dahcew apresentaram a atuação da agência e compartilharam com os acadêmicos os processos de pranejamento e produção.

A viagem foi mais do que conhecer diferentes espaços da comunicação, foi uma oportunidade de entender melhor como é o dia a dia de quem trabalha na área. Em cada lugar, os acadêmicos puderam conhecer um pouco da rotina dos profissionais, ouvir suas experiências e enxergar diferentes caminhos dentro do Jornalismo. Estar nesses ambientes e conversar com quem já atua no mercado aproxima da prática. No fim, a viagem deixou aprendizados, novas referências e a certeza de que cada experiência ao longo da faculdade também faz parte da construção do futuro profissional.

Fotos: Thine Feistauer/ Labfem