Tecnologia e games marcam presença na Feisma


Por Guilherme Superti

 

Entre as novidades apresentadas na Feisma estavam os games. Foto: Guilherme Superti

Com destaque a exposição de robôs, games e produtos tecnológicos e inovadores, a 30ª Feisma encerrou suas atividades no dia 19 de novembro. A feira teve quase 100 mil visitantes em nove dias.

Gustavo de Freitas, funcionário da Sfhera Software, empresa com mais de 15 anos de experiência no desenvolvimento de sistemas para gestão empresarial e com mais de 700 clientes na região, afirma que estar na feira oportuniza divulgação da empresa e dos serviços. Entre os interessados estão restaurantes e empresas que emitem o documento auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica (DANFE).

Também presente na feira, a Qiron Robotics, empresa ligada à robótica e à educação, incubada na UFSM, e foi a única startup de Santa Maria aprovada na segunda etapa do Programa InovAtiva, programa gratuito de aceleração em larga escala para negócios inovadores. Expondo o robô Beo, que tem câmera, microfone, autofalantes, sensores e computador interno, Nicolas de Carvalho e o CEO Rafael Miranda, contam que o objetivo da empresa é aliar a robótica e a programação na questão da educação. A Qiron planeja utilizar robôs na salas de aula, de forma atrativa para alunos e crianças. Atualmente com oito colaboradores, entre sócios e estagiários, a empresa oferece, em parceria com o Yázigi, cursos de programação para adolescentes e crianças a partir de três anos.

Outra empresa incubada na UFSM e que participou da FEISMA foi a Warp Technologies, voltada para o mercado de games em realidade virtual e entretenimento. Expondo o jogo Soriel, Isaias Machado e Bruno Fialho contam que, inicialmente, o jogo foi planejado para ser utilizado com óculos de realidade virtual. Porém, o jogo foi adaptado para uma plataforma em que o programa interpreta as posições e movimentos do jogador sem o uso de controle. Com cinco sócios no projeto, o desenvolvimento teve início neste ano. Atualmente o foco da empresa é em vendas e aluguéis da plataforma para casas de festas e playcenters. Não é necessário um operador para que ela funcione. Isaias diz que houve bastante interesse pelas crianças e adolescentes na feira e que a empresa está buscando investimentos e parceiros para cada vez mais melhorar o jogo e a condição de logística.

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