Relações entre controle de gestão e governança corporativa


Por João Pedro Foletto

 

Oficina discute governança corporativa. Foto: Lucas H. Linck/LABFEM

O Fórum Integrado de Negócios ocorre de segunda a quarta-feira, 10 e 12 de setembro, no conjunto III da Universidade Franciscana. O objetivo do evento é apresentar um panorama geral das principais pautas relacionadas a carreira e o profissional de Administração, Economia e Ciências Contábeis.

A manhã de  hoje, terça-feira, 11,  iniciou com a oficina sobre relações entre controle de gestão e governança corporativa, ministrada pelo professor Luiz Henrique Figueira Marquezan, do departamento de Ciências Contábeis da Universidade Federal de Santa Maria. Marquezan é especialista em Controladoria e Finanças e doutor em Ciências Contábeis pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos(Unisinos), com atuação profissional como consultor nas áreas de Controladoria e Planejamento, 

Segundo ele, “governança corporativa são atividades desenvolvidas dentro de uma empresa, visando atingir seus objetivos e alcançar os resultados desejados. Para que estas ações obtenham sucesso, é necessário que sejam planejadas e controladas. A governança envolve os proprietários da empresa e o conselho de administração, que é um órgão colegiado que apoia a gestão e possui dois principais papéis: o de aconselhar e o de monitorar o que ocorre com a empresa”.

Marquezan realizou uma atividade que explicava em quem podemos confiar. “Pensem  que no lado direito desta folha está as pessoas, empresas e regras sociais que você confia, e do lado direito as coisas que você  desconfia. Vocês acham que a linha divisória está no meio? ou estaria mais para esquerda ou  para a direita? Vocês conseguem denominar as empresas e pessoas que você confia?”.

O professor exibiu um vídeo sobre como as pessoas realizam pequenos atos de corrupções e não se dão conta disso, pensando apenas em como podem beneficiar-se da trapaça  e, ao mesmo tempo, tornar-se uma pessoa correta. “Estamos apenas pensando nos atos de corrupção de governantes ou de pessoas que conhecemos, mas não nos damos conta das pequenas corrupções que realizamos, sendo elas furando a fila de um banco, infringindo as regras de trânsito e outras coisas”, conclui ele.

A coordenadora da oficina e professora do curso de ciências contábeis da Universidade Franciscana, Jaqueline Carla Guse, comenta que a palestra foi muito produtiva, pois abordou conhecimentos que não são possíveis de  serem realizados em sala de aula, mas que os alunos irão vivenciá-los no momento em que saírem para o mercado de trabalho.

 

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