XXIII SEPE trouxe as prospecções e tendências na área de tecnologia de informação


Por Emanuely Guterres

 

A última tarde do XXIII Simpósio de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Franciscana, trouxe como tema para debate as prospecções e tendências na área de tecnologia de informação. O painel que tratou desse assunto fazia parte do eixo “Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Sustentável III – TIDS” e ocorreu no prédio 16 do Conjunto III – UFN.

Foram convidados três especialistas para falarem sobre o tema. A mesa foi composta pelo Prof. Dr. Alexandre de Oliveira Zamberlan, Prof. Dr. Mirkos Ortiz Martins e Prof. Dr. Sylvio André Garcia Vieira – UFN, todos da instituição.

Prof. Dr. Mirkos em momento de fala. Foto: Denzel Valiente/LABFEM

O primeiro foi o professor Mirkos que realizou uma breve apresentação relatando sua caminhada profissional. O professor possui graduação em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e mestrado e doutorado em Nanociências pela UFN. Mirkos tem experiência na área de modelagem e simulação, com ênfase em Nanociências, atuando principalmente no desenvolvimento, simulação ab initio, computação científica e interdisciplinariedade. Atua como professor dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação nas disciplinas de compiladores, modelagem e simulação e complexidade de algoritmos.

Mirkos conta o quanto o tema engrandeceu sua carreira profissional e ainda fala em como a área científica possibilita parcerias e contatos importantes, como foi o caso de quando realizou uma parceria com outro professor, o que gerou autoria em livros. “Não pode desistir da pesquisa”, enfatiza Mirkos quando relembra das dificuldades que teve durante seus estudos e que sempre viu motivos para não os abandonar. Para encerrar ele ainda mostrou os projetos em andamento de seus alunos.

Professor Dr. Sylvio relatando sua trajetória profissional no SEPE. Foto: Denzel Valiente/LABFEM

O próximo foi o professor Sylvio, que também trouxe um pouco da sua jornada profissional para os presentes no evento. Sylvio explicou todo seu estudo baseado em Nanociência, que foi tema da sua pós-graduação. A pesquisa permitiu que o professor experimentasse a informática aplicada às ciências da vida, assim contribuindo com pesquisas em áreas diferentes da computação. Por conta disso, ele pode desenvolver pesquisas relacionadas a bioinformática,  que uniram a velocidade e a precisão dos computadores, resolvendo relações biológicas em grandes quantidades de dados. Ou seja, a verificação de possíveis atividades no corpo que cada ser humano tem chances de vir a ter.

O professor Sylvio explicou todo o processo especializado que foi  realizado durante a investigação, que gerou tempo e muito estudo. O professor também orienta jovens dentro da Universidade e acompanha pesquisas na área.

Prof. Dr. Alexandre encerrou a mesa de debates sobre as tendências na área de tecnologias de informação. Foto: Beatriz Ardenghi/LABFEM

Por fim, foi o momento do professor Alexandre que é graduado em Informática pela Unijuí, tem especialização em Sistemas de Informação e Telemática pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestrado em Ciência da Computação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e doutorado em Nanociências pela UFN com ênfase em modelagem e simulação de biossistemas e nanomateriais pela abordagem de Sistemas Multiagentes.

Alexandre é  professor assistente IV dos cursos de Ciência da Computação, Jogos Digitais e Sistemas de Informação da instituição e possui experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Inteligência Artificial, atuando principalmente em teoria e modelagem de agentes e sistemas multiagentes, simulação multiagente em ambientes nanoparticulados, engenharia do conhecimento e sistemas de conhecimento.

Durante seu momento de fala ele relatou todo o percurso de sua trajetória profissional, explicando cada etapa da sua pesquisa. Ainda apresentou os trabalhos e os projetos que produziu e os que estão em andamento.

O painel ainda oportunizou um momento de questionamento feito pelos alunos e interessados no assunto. A mesa serviu como um enriquecimento de conteúdo e como uma forma de motivação para a necessidade de persistir na pesquisa, enfatizando que, embora aja dificuldades, é sempre preciso estimular a pesquisa nas universidades do país.

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