
O medo de estar sempre atrasado: como Lando Norris representa nossa geração atual
Uma análise sobre expectativas e sucesso na juventude.

Uma análise sobre expectativas e sucesso na juventude.

O programa De Papo Com, do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), está de volta com episódios inéditos. Um programa sobre jornalismo e jornalistas, que vai ao ar nesta terça-feira, 31/03, às 19h.

Na terça-feira, dia 17 de março, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) em parceria com o Diretório Acadêmico do curso (DAJOR), realizou um bate-papo com o jornalista alegretense Juliano Castro, que trabalha na RBS

Na última quinta-feira, dia 26 de fevereiro, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) realizou uma acolhida aos novos acadêmicos. O evento foi organizado pelo Diretório Acadêmico do curso de Jornalismo (DAJOR) e professores do

Juliana e Lorenzo compartilharam suas práticas no ramo jornalístico, os desafios da rotina de trabalho na empresa e a gama de competências que o jornalista deve ter a fim de conseguir atuar no mercado

O encontro teve o intuito de acolher os novos alunos por meio de diversas atividades de confraternização, oportunizando a inserção dos acadêmicos em um novo espaço de estudos.

A nova temporada do Reverbe estreia nesta terça-feira, 15 de abril, às 19h, na UFN TV, pelo canal 15 da NET.

O programa De Papo com está de volta com episódios inéditos. Um programa sobre jornalismo a partir de jornalistas.

Flora Botin Quinhones é movimento. A jornalista, formada em 2021 na Universidade Franciscana, encaminha áudios enérgicos, cheios de expressividade e muita ousadia. Hoje está na Austrália. Entre trabalho, estudos e diversão, dedicou um tempinho para participar

Como parte da programação comemorativa referente aos 18 anos do Curso de Jornalismo da UFN, a série Celeiro de Talentos apresenta o perfil da jornalista Jaiana Garcia, formada há 13 anos. Sua trajetória no jornalismo iniciou
A Agência CentralSul de Notícias faz parte do Laboratório de Jornalismo Impresso e Online do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) em Santa Maria/RS (Brasil).

Quem acompanha minimamente a Fórmula 1, com certeza já ouviu falar de Lando Norris, o jovem piloto da McLaren que se tornou campeão mundial em 2025. Lando entrou na F1 aos 19 anos, sendo um dos pilotos mais jovem do grid naquela época. Norris sempre teve um estilo autêntico que ia além das roupas modernas. Sempre chamou atenção por sua personalidade espontânea e cheia de humor, conhecido por ser o mais “baladeiro” entre todos.
Na Fórmula 1, tudo acontece muito rápido e a pressão é extrema. Os pilotos têm desde cedo suas vidas expostas, os erros que cometem são capturados por câmeras e vistos por todo o mundo. Não é só um esporte comum. As equipes têm contratos milionários e muita expectativa em quem vai pilotar. Além disso, as comparações entre colegas de equipe acontecem o tempo todo.
Lando demonstrava vulnerabilidade de forma humana. O “problema” é que essa forma de ser contrasta muito com o jeito sério e frio que muitos pilotos aprenderam a ter, tanto dentro quanto fora das pistas. Ele fugia do esperado. O atleta sempre comentava publicamente sobre a pressão que sentia, e demorou até conquistar seu lugar e seus títulos. Mas esse é um esporte de resultados, se você não traz bons resultados não pode continuar.
Lando via seus adversários e companheiros vencendo, pontuando, subindo ao pódio… e ele? Sendo esmagado por críticas e cobranças. Ele não era um piloto ruim, mas tinha seu próprio tempo. Só que o ambiente do automobilismo é altamente competitivo, cheio de questionamentos por parte da mídia e dos fãs. Norris se viu submerso em estresse constante, medo e ansiedade.
Soa familiar?

Essa situação aconteceu com Norris, mas não está tão longe quanto a gente imagina. Esse cenário conversa com a realidade de muitos jovens brasileiros de 17 a 30 anos, que sofrem com a famosa sensação de estarem sempre atrasados. O receio de não ser bom o suficiente, de ter que entregar resultados perfeitos de forma constante, de não poder errar em hipótese alguma, e ao mesmo tempo, ser o que todos esperam que você seja.
Esse tema virou assunto nas redes sociais, por tantos jovens descreverem o mesmo sentimento recorrente. As pesquisas feitas por uma empresa bancária canadense mostram que 53% da geração Z se sentem atrasados em suas próprias vidas.
Para Lando, assim como para muitas pessoas, a pressão passou a não vir apenas do adversário, mas de si mesmo. Podemos não ser pilotos de Fórmula 1, mas temos responsabilidades que para nós podem ser pesadas. Escola, vestibular, faculdade, estágio, trabalho, família, vida social… tudo pesa, tudo nos faz sentir atrasados. Como se a vida tivesse um timing exato para cada coisa: aos 19 começar a faculdade – aos 24 se formar – aos 25 ter um bom emprego – comprar uma casa e um carro – se casar aos 26 – ter filhos aos 28 e aos 30 estar com tudo estável, resolvido e perfeito.
Quando isso não sai exatamente como planejamos, a sensação de fracasso chega imediatamente. Lando via seus colegas conquistando títulos enquanto ele se dedicava e falhava. Em comparação, no cotidiano, vemos nosso primo da mesma idade se formando, outro amigo próximo se casando, a nossa amiga de infância tendo um filho… enquanto sentimos que estamos ficando para trás.
Mas…ficando para trás do que? Como podemos estar atrasados em nossa própria trajetória? Nosso jovem astro da McLaren nos mostra que vida não é linear e não segue um padrão. Assim como a carreira de Lando não foi perfeita. Houve derrotas, incertezas, erros… O desenvolvimento leva tempo.
No fim, depois de tantos altos e baixos, quem foi o Campeão Mundial da Fórmula 1 de 2025? Isso mesmo, Lando Norris! Mostrando a todos que a vitória não chega quando nós queremos, mas sim quando estamos prontos. A vitória vem no nosso próprio tempo, vem com dedicação. Não desistir já garante 50% das nossas chances.

Lando comentou diversas vezes sobre como lidou com a pressão, ansiedade e medo de que o afligiam: “Entrando na Fórmula 1 aos 19 anos há muitos olhos voltados para você. Lidar com todo esse tipo de coisa me afetou bastante: ‘Se isso der errado, se eu sair na próxima sessão e não tiver um bom desempenho, o que vai acontecer? Qual será o resultado de tudo isso? Estarei na Fórmula 1 no ano que vem? O que farei, já que não sou muito bom em muitas outras coisas na vida?'”
Segundo uma pesquisa feita pelo Estadão, 90% dos jovens da geração Z se sentem inseguros e ansiosos em relação ao seu futuro profissional. Aqui vemos que o que sentimos e pensamos não são experiências individuais, mas sim coletivas, e que ninguém está a frente ou atrás em sua própria vida. Sobre o assunto, Lando ainda complementou dizendo: “Além disso, me sentia deprimido a maior parte do tempo achando que, se tivesse um fim de semana ruim, não era bom o suficiente”.
No final das contas, seja um piloto na maior categoria do mundo, um estudante de medicina, um lojista, um vestibulando… todos enfrentamos desafios emocionais em nossa carreira e vida pessoal. Mas assim como Lando nos ensinou, não há nada errado em ser vulnerável, isso só nos torna humanos. Aliás, buscar ajuda psicológica auxilia nessa jornada e ajuda a carregar o peso invisível de nos sentirmos sempre atrasados.

O programa De Papo Com, do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), está de volta com episódios inéditos. Um programa sobre jornalismo e jornalistas, que vai ao ar nesta terça-feira, 31 de março, às 19h, na UFN TV, canal 15 da Net e no YouTube do LabSeis. A convidada da vez é Marielle Flôres, representante da Pastoral da UFN. Ela ingressou na faculdade em 2004 e, ao longo da sua carreira, se especializou em assessoria de comunicação.
Durante o programa, Marielle fala sobre sua trajetória profissional, os desafios e aprendizados da maternidade e sua forte atuação nas áreas de relações institucionais e gerenciamento de crise. O episódio faz parte de uma nova temporada gravada por alunos da disciplina de Jornalismo Audiovisual do 5º semestre do curso de Jornalismo. A condução da entrevista é feita por Náthaly Penna, com produção de Andressa Rodrigues.
Em 2025, foram 16 programas que trouxeram nomes como Lizie Antonello, Mauricio Rebellato, Ticiana Fontana e Claudemir Pereira. Você pode ver esses e outros episódios do De Papo Com no YouTube do LabSeis e acompanhar cortes das entrevistas no Instagram do programa e no Instagram do LabSeis. Por lá, você confere em primeira mão os próximos convidados e temas das futuras edições.
De Papo Com é uma produção laboratorial do Curso de Jornalismo da UFN, produzido na cadeira de Jornalismo Audiovisual sob a supervisão e direção geral da professora Neli Mombelli, apresentado pelos alunos Náthaly Penna, Luiza Fantinel, Gabriel Deõn, Felipe Perosa e Emilly Pillar, com produção de Rian Lacerda, Andressa Rodrigues, Laura Pedroso, Enzo Martins e Miguel Cardoso, acadêmicos do 5º semestre; Alexsandro Pedrollo na direção de fotografia e Marcio Santos na operação de câmera; Jonathan de Souza no switcher e finalização; e Emanuelle Rosa na identidade visual.

Na terça-feira, dia 17 de março, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) em parceria com o Diretório Acadêmico do curso (DAJOR), realizou um bate-papo com o jornalista alegretense Juliano Castro, que trabalha na RBS TV em Porto Alegre.
O jornalista compartilhou as práticas da rotina profissional, que incluem o trabalho de produção e apuração dentro da redação jornalística, bem como o funcionamento dos bastidores e das entradas ao vivo no telejornal. Juliano também falou sobre as competências que o repórter precisa ter para atender às exigências do mercado de trabalho contemporâneo, especialmente em relação às novas tecnologias, seus desafios e vantagens no dia a dia, além de tendências e possibilidades de atuação na área.
O momento teve o propósito de aproximar os acadêmicos do contexto profissional do jornalismo, oportunizando o diálogo com quem já tem experiência e atua no ramo jornalístico em uma empresa de comunicação de grande notoriedade no estado do Rio Grande do Sul.
O professor Iuri Lammel, coordenador dos cursos de Jornalismo e Comunicação Digital da UFN, destacou que a iniciativa do DAJOR em organizar palestras com profissioanis da área é muito positiva, pois demonstra autonomia e protagonismo dos estudantes na construção de atividades e eventos. “Nós, como responsáveis pelo curso de Jornalismo, tentamos apoiar e dar o máximo de autonomia para os alunos, porque é uma forma também de desenvolver a habilidade, de correr atrás e de fazer as coisas acontecerem. Eu acho que essas palestras são muito importantes para os alunos, porque o nosso curso, embora seja de ótima qualidade, tenha formado grandes profissionais e tenha bons professores, por outro lado é um curso relativamente pequeno e longe do grande centro do estado, que é Porto Alegre. Então a gente precisa dessas palestras para atender a demanda dos nossos alunos, para eles entenderem como funcionam as grandes empresas, como os grandes profissionais trabalham e atuam. Essas palestras são uma forma de complementar a formação acadêmica e o aprendizado das aulas” afirma o professor Iuri.
“Nosso objetivo é se fazer útil dentro do curso e promover as palestras são uma forma de demonstrar isso. A ideia da palestra surgiu justamente pelo palestrante apresentar a previsão do tempo, uma área diferente do que normalmente falamos no dia a dia, e também por ser um trabalho muito versátil, já que conta com público e seus lugares, além de ser de uma utilidade pra todos os gaúchos. Trazer alguém da RBS sempre fica nos nossos planos, pela empresa ser uma referência na comunicação”, explica Andressa Rodrigues, acadêmica do 5° semestre e presidente do DAJOR.
Esse foi o sexto encontro com profissionais organizado pelo Diretório. Além dos bate-papos com profissionais, o DAJOR já desenvolveu outras iniciativas, dentre elas, o auxílio na organização da exposição “Olhares Fragmentados” em conjunto com o Laboratório de Fotografia e Memória (LABFEM), acolhimentos aos calouros, churrascos de socialização entre professores e acadêmicos, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e uma Festa Junina a fim de reunir os estudantes do curso.






Imagens: Maria Valenthine Feistauer/LABFEM

Na última quinta-feira, dia 26 de fevereiro, o curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) realizou uma acolhida aos novos acadêmicos. O evento foi organizado pelo Diretório Acadêmico do curso de Jornalismo (DAJOR) e professores do curso.
Na ocasião, o professor e coordenador do curso, Iuri Lammel, apresentou aos estudantes ingressantes algumas produções e trabalhos desenvolvidos pelos acadêmicos em diferentes áreas do jornalismo ao longo do tempo, bem como iniciativas e atividades já promovidas pelo curso. Os calouros também tiveram a oportunidade de interagir com os alunos veteranos e conhecer os professores e técnicos. Na sequência, ocorreu a famosa pintura de rostos, momento muito aguardado pelos calouros que simboliza a entrada no meio acadêmico, além de um lanche coletivo.
A noite ainda reservou mais atrativos. Os estudantes recém chegados foram conduzidos até os laboratórios do curso, que incluem Produção Audiovisual (LABSEIS), Fotografia e Memória (LABFEM), Mídias Sonora (Rádio Web UFN) e Mídia impressa e digital (Agência Central Sul de Notícias), onde puderam observar o aparato técnico utilizado para atividades e suas características.
Andressa Rodrigues, acadêmica do 5°semestre de jornalismo e presidente do DAJOR, destaca que momentos como esse são de suma importância, pois permitem que os calouros dialoguem com quem já está no curso e, ao mesmo tempo, tirem as dúvidas sobre assuntos diversos tanto com o Diretório quanto com os professores. “O jornalismo é muito vasto, então é importante conhecermos as áreas para saber qual rumo teremos como profissionais. O DAJOR foca muito em palestras e momentos de integração, que são essenciais para nos conhecermos, estudarmos e vivermos em harmonia”, afirma Andressa.
Esse foi o terceiro acolhimento aos calouros organizado pelo Diretório. Além das recepções aos novos alunos, o DAJOR já protagonizou outras iniciativas, dentre elas, o apoio na organização da exposição “Olhares Fragmentados” em conjunto com o LABFEM, encontros com profissionais da área do jornalismo, churrascos de socialização entre professores e acadêmicos, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e uma Festa Junina a fim de reunir os estudantes do curso.










Imagens: Enzo Martins/LABFEM

Na última quinta-feira, dia 7 de agosto, os jornalistas Juliana Motta, que é editora e apresentadora do Jornal do Almoço Centro-Oeste, na RBS TV, e Lorenzo Franchi, repórter na emissora e egresso do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN), ministraram uma palestra aos acadêmicos do curso de Jornalismo. O encontro ocorreu no ComLab, prédio 14 do Conjunto III da UFN.
Os jornalistas trataram sobre o programa Primeira Pauta RBS, que possibilita aos estudantes de jornalismo de todas as localidades do Rio Grande do Sul que têm mais de 18 anos de idade se inscreverem e concorrerem a uma semana de imersão nas redações do Grupo RBS. Além disso, Juliana e Lorenzo compartilharam suas práticas no ramo jornalístico, os desafios da rotina de trabalho na empresa e a gama de competências que o jornalista deve ter a fim de conseguir atuar no mercado.
O bate-papo teve o propósito de motivar a interação entre os profissionais de jornalismo e os estudantes do curso, favorecendo a troca de experiências e a assimilação de saberes por parte dos estudantes, bem como informar aos futuros profissionais de jornalismo em relação às oportunidades de atuação que o mercado oferece, em especial no contexto do Grupo RBS.
Para Lorenzo, é extremamente valioso retornar à UFN para transmitir seu conhecimento aos estudantes. “Na minha formação participei de inúmeras palestras com diferentes profissionais e todos agregaram em pensamentos, visões e valores. O mercado é dinâmico e desafiador, mas está pronto para acolher quem trabalha de maneira séria, ética e comprometida”. Ele ainda ressalta que procurou incentivar os alunos a persistirem na caminhada da profissão.
Criado em 2009, o Primeira Pauta RBS surgiu no jornal Zero Hora, porém, a partir de 2021, o programa passou a compreender todos os veículos do Grupo RBS, trabalhando em benefício de um jornalismo integrado e multiplataforma que conecta pessoas e contribui para uma vida melhor.












Imagens: Enzo Martins/LABFEM

O Diretório Acadêmico (DAJOR) e os professores do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) organizaram uma recepção para os calouros recém chegados ao curso, na noite da última terça-feira, dia 29 de julho. O encontro teve o intuito de acolher os novos alunos por meio de diversas atividades de confraternização, oportunizando a inserção dos acadêmicos em um novo espaço de estudos, além de interações com professores, funcionários e demais alunos do curso.
Os docentes se apresentaram e compartilharam detalhes das suas trajetórias no exercício da profissão e vivências no ramo jornalístico. Além disso, foram comaprtilhadas as características do curso, como se dá o processo de ensino e aprendizagem e a gama de possibilidades de atuação do profissional da área. Calouros e veteranos também puderam se conhecer e falar sobre suas áreas de preferência. Como é de costume, outro atrativo da noite foi a famosa pintura de rostos, onde os novos estudantes participaram do tão conhecido momento que representa o ingresso na universidade.
A estudante Eduarda Amorim, que ingressa no curso neste semestre, não esconde a sua satisfação: “Estar no curso de jornalismo significa que atingi um marco na minha vida, um ponto inicial de muitos acontecimentos que vêm pela frente. É muito especial estudar algo que verdadeiramente gostamos”. Ela ainda ressalta que escolheu o jornalismo pois o curso proporciona muitas experiências, tanto na faculdade quanto fora dela e que gosta muito de trabalhar com pessoas. “Saber que futuramente eu vou ser capaz de contar as historias delas (pessoas) é algo que me emociona muito”, conclui ela.
Esse foi o segundo acolhimento aos calouros organizado pelo DAJOR, o primeiro havia ocorrido em fevereiro. Além dos acolhimentos aos novos alunos, o DAJOR já realizou outras iniciativas, dentre elas, o suporte na organização da exposição fotográfica “Olhares Fragmentados” em conjunto com o LABFEM, encontros com profissionais da área do jornalismo, churrascos de confraternização entre professores e alunos, a produção de um programa de rádio especial sobre o Dia dos Namorados no pátio da UFN e uma Festa Junina a fim de reunir os acadêmicos do curso.

A nova temporada do Reverbe recebe Veko. Imagem : Alexsandro Pedrollo
Desde 2008, Veko atua na cena cultural de Santa Maria, lugar onde promove arte por meio da música e da dança. Cantor e compositor, transforma vivências em letras que falam de amor, saudade e reconciliação. Já assinou contrato de cinco anos com a Sony Music e já se apresentou no palco do mesmo festival que trouxe artistas consagrados do rap nacional, como Felipe Ret e Racionais Mc’s.
Veko abre a nova temporada do Reverbe que estreia nesta terça-feira, 15 de abril, às 19h, na UFN TV, pelo canal 15 da NET, e no canal do YouTube do LabSeis. Também pode ser visto na TV Câmara, canal aberto 18.2, com reprises no sábado, às 15h e às 19h, e no domingo às 11h30min e 15h. E esta temporada também está com um novo roteirista e apresentador: é o acadêmico do 8º semestre do curso de Jornalismo, Rubens Miola Filho.
Reverbe é um programa dedicado à música autoral de Santa Maria e região. É produzido por acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) no laboratório de produção audiovisual – o LabSeis. Produção e redes sociais são por conta do acadêmico Nicolas Morales; Alexsandro Pedrollo, na direção de fotografia, e Jonathan de Souza, no switcher e finalização. A coordenação e direção é da professora Neli Mombelli.
Acompanhe os cortes do programa e os convidados de cada semana no Instagram do LabSeis. E fica a sugestão para seguir a playlist do Reverbe no Spotify da Rádio Web UFN e conferir algumas das músicas tocadas no programa. Salve na sua lista de favoritos.

O programa De Papo com está de volta com episódios inéditos. Um programa sobre jornalismo a partir de jornalistas. A convidada da vez é Thays Ceretta, jornalista e radialista da Rádio Verde Oliva, emissora da Fundação Cultural do Exército Brasileiro, e egressa do curso de Jornalismo da UFN.
Thays se formou em 2012 e tem uma trajetória marcada por passagens em diferentes veículos de comunicação, como RBS TV, TV Pampa e TV Diário. Durante o bate-papo, ela relembra momentos emocionantes da sua carreira e compartilha experiências que marcaram sua atuação como jornalista.

O programa vai ao ar nesta sexta-feira, 11 de abril, às 19h30, na UFN TV, canal 15 da Net, e também no YouTube do LabSeis. Você pode acompanhar cortes das entrevistas no Instragam do programa e no Instagram do LabSeis. Por lá, você confere em primeira mão os próximos convidados e temas das futuras edições.
Em 2024, foram 23 programas que trouxeram nomes como Marcelo Canellas, que foi repórter especial do Fantástico da TV Globo por décadas e atualmente trabalha com streaming; Silvana Silva, que atuou como editora-chefe do Diário de Santa Maria no Grupo RBS e hoje atua em assessoria de comunicação; Lucas Amorim, jornalista e radialista da Rádio Gaúcha Santa Maria; Fabiana Lemos, repórter da RBS TV de Porto Alegre; Rômulo D’Ávila, repórter da TV Globo São Paulo; entre outros nomes que reportam histórias e fazem história no jornalismo. Veja as entrevistas na playlist do programa no YouTube do LabSeis.
De Papo Com é uma produção laboratorial do Curso de Jornalismo da UFN, apresentado pelos acadêmicos do 5º semestre, Yasmin Zavareze e Nicolas Morales; com Ana Cecília Montedo, Isadora Rodrigues e Thine Feistauer na produção; Alexsandro Pedrollo na operação de câmera e direção de fotografia; Jonathan de Souza no switcher e finalização; Emanuelle Rosa na identidade visual; e direção geral da professora Neli Mombelli.
Texto e fotos: divulgação LabSeis

Flora Botin Quinhones é movimento. A jornalista, formada em 2021 na Universidade Franciscana, encaminha áudios enérgicos, cheios de expressividade e muita ousadia. Hoje está na Austrália. Entre trabalho, estudos e diversão, dedicou um tempinho para participar como perfilada dos 20 anos da Comunicação na UFN.
O perfil é de Flora , mas quem começa falando é o empresário Deiverson Abrantes, com quem ela atuou por quatro anos e é um nome que lhe traz muitos significados. Ele fala sobre a jornalista de forma poética: “Precisamos de mais ‘Floras’, por sua dedicação e empenho em tudo o que faz, desde uma simples pesquisa até uma apresentação detalhada e abrangente. Pessoa corajosa, que se entrega completamente, comprometida em melhorar constantemente, e disposta a deixar uma marca positiva por onde passa. É esse espírito de perseverança, dedicação e paixão que realmente transforma o mundo e nos faz progredir. Nesse contexto, sou grato por ter a Flora em nossa empresa, e espero que o mundo seja preenchido por mais pessoas como ela”.
Agora, Flora por Flora. Ela não se recorda de quando teve o prelúdio pelos estudos jornalísticos, mas ainda no ensino médio achava “muito legal”. A partir dessa simplificação, resolveu fazer o vestibular para o Jornalismo. Num primeiro momento, disse que ia experimentar. Mas se apaixonou pelo curso, pelos professores, e concluiu a graduação cheia de histórias para contar.

No decorrer da conversa, as memórias surgem com intensidade. E Flora traz: “antes de eu escolher o Jornalismo, eu gostaria de ser psicóloga. Ainda acho que deveria ter sido psicóloga”. Gargalhadas após o comentário, mas logo vem a afirmativa: “Escolhi o jornalismo. Eu gosto muito do que faço. Eu gosto dessa profissão”. Ainda no Colégio Estadual Manoel Ribas, o Maneco, participou de algumas oficinas de jornalismo. Gostava de ouvir rádio.
Ingressante do curso em 2015, a jornalista cita que não teve oportunidade de trabalhar em rádio. Ou melhor, salienta que “ainda não teve”. No período acadêmico, foi buscando identificações. Descobriu que não tinha “vocação” para a TV, comenta. “Assim, eu não tinha muito jeito para TV, então eu foquei mais na área de assessoria de imprensa para empresas, mas já com um olhar para a política. Embora não estivesse conseguindo”.
O último semestre coincidiu com o período eleitoral, foi quando a professora Sione Gomes a indicou para um político da cidade. Não teve dúvidas em estar ali. Trabalhou durante toda a campanha e passou a compor o gabinete do vereador Ricardo Blattes, eleito à época. Lá permaneceu por dois anos, e relata ter aprendido muito naquele ambiente, aplicando o conhecimento jornalístico em assessoria de imprensa na área política.
E os pensamentos voltam para os laboratórios da academia. Foi monitora do Laboratório de Multimídia em Jornalismo (Multijor), também atuou na Agência Central Sul, além de uma breve passagem pela assessoria de comunicação da UFN, como estagiária. Procurou estar sempre envolvida nas atividades e participou de um documentário que acendeu seu interesse pelo gênero. “Falava sobre meninos que tocavam na rua”, lembra.
O professor Maurício Dias faz parte das recordações acadêmicas. “Ele me acompanhou durante toda a graduação. Uma pessoa com quem eu dividia muitas coisas, minhas angústias. O início do meu entendimento sobre multimídia, sobre redes sociais, marketing… Foi ele quem me deu o start para querer aprender, e perceber como isso é importante na vida do jornalista”. O professor foi orientador do TCC da Flora, com o título: Como o jornal da Intercept faz reportagens para os stories.
Com a ida para estudar em Portugal, durante quatro meses aprofundou-se em cadeiras de Jornalismo, como a de Cinema, de Jornal e de Multimídia, que incluía rádio, TV e web, e uma de Publicidade. Cooperou com a produção do documentário chamado Solo, que tratava sobre o êxodo dos jovens de Portugal. Flora analisa que lá, na assessoria de imprensa, o foco era para empresas, “não era tão news como no Brasil. Foi bem interessante”.
A assessoria de imprensa, então, firma-se na carreira da jornalista. Ela refere-se à oportunidade junto ao vereador Blattes como um momento muito importante. “Ele me ensinou muito sobre o olhar que a gente tem que ter sobre as coisas, sobre os cenários, como relatar. E assessoria de imprensa, normalmente, tu vais ser parcial, porque tu precisas defender a empresa, ou o lugar, o projeto que tu trabalhas. Neste sentido, ele me ensinou muito sobre como defender um ponto, sabe?”.

Flora acrescenta que aprendeu a “analisar a política, de como a gente não pode esquecer dos aspectos históricos, daquilo que aconteceu e não aconteceu. Essas coisas são muito relevantes para o jornalismo político. E como a sociedade é um pouco de não lembrar mais do que aconteceu há três meses, é sempre importante ter esse olhar histórico, que faz parte do jornalismo”.
Hoje, Flora Quinhones está em intercâmbio na Austrália, e não exerce o jornalismo. O intuito é se aprimorar na língua inglesa para melhorar sua atuação e expandir suas possibilidades de trabalho quando retornar ao Brasil: “Eu pretendo voltar para o Brasil no ano que vem e, provavelmente, trabalharei com assessoria de imprensa”. Ela acredita que, para sua jornada, é necessário a persistência e o domínio multimídia. E conclui: “aprender de tudo um pouco, saber de tudo um pouco, porque o mercado de trabalho exige isso do jornalista. Mas não deixar de se apaixonar por alguma área. Eu acho que na assessoria de imprensa política, tu fazes parte de um projeto, da construção de algo que pode ser bom para o país, que vai ser bom não só para ti, naquele momento, mas vai ser bom para uma grande maioria”.
Perfil produzido no 1º semestre de 2023, na disciplina de Narrativa Jornalística , sob orientação da professora Sione Gomes.

Como parte da programação comemorativa referente aos 18 anos do Curso de Jornalismo da UFN, a série Celeiro de Talentos apresenta o perfil da jornalista Jaiana Garcia, formada há 13 anos.
Sua trajetória no jornalismo iniciou não exatamente como uma escolha, mas como uma oportunidade de cursar o ensino superior. Segundo ela, o jornalismo não era sua primeira escolha, mas sim Relações Púbicas. Ela conta que sua mãe teve uma participação especial nesse processo, pois na época que frequentava o cursinho ela sempre ressaltava que a filha deveria investir no aspecto comunicativo da sua personalidade e profetizou: uma carreira ligada a comunicação vai te trazer muito futuro.
A partir desse apoio, Jaiana conta que pensou em cursar Relações Públicas. Chegou a prestar vestibular na UFSM duas vezes, mas não passou. Na segunda vez fez vestibular para RP, o curso de Comunicação Social da UFN já existia, então resolveu fazer. Passou e foi cursar com a ideia de fazer vestibular no outro ano novamente para RP. Entretanto, Jaiana acabou se apaixonando pelo Curso e pela futura profissão.
A repórter relata que como veio de uma cidade pequena e conservadora, Caçapava do Sul, foi no Curso de Jornalismo que ela se abriu para diversas possibilidades. “Entendi que a minha vida poderia ser diferente daquilo já estipulado e previsto na minha cidade natal. Comecei a conviver com as diferenças, a respeitar a diversidade, conhecer novas realidades e ampliar a visão sobre a sociedade (desigual, hipócrita e preconceituosa). Literalmente, saí da bolha.” comenta Jaiana.
Além disso, conta que começou a gostar de arte, cinema e literatura, coisas que até então eram distantes para ela. “Muito mais do que a formação para exercer minha profissão, o curso me deu consciência social e olhar crítico, o que eu acho de extrema importância para qualquer jornalista.” complementa a jornalista.
Sobre seu período de formação no Curso, Jaiana conta que amava a disciplina de Estética com o professor Bebeto Badke e a disciplina de História, com a professora Roselaine Casanova. “Lembro até hoje, mesmo 13 anos depois de formada, das aulas deles. Dos filmes que assistimos, da sensação de indignação com as injustiças que apresentavam, das obras de arte apresentadas, dos trabalhos. Foram duas disciplinas muito marcantes. E, além disso, dois professores que eu amo e que são amigos até hoje.”, recorda.

Atualmente, Jaiana Garcia é repórter e apresentadora no Diário de Santa Maria e na TV Diário. Apresenta o Direto da Redação, programa diário com quatro edições ao vivo, faz reportagens para o Jornal do Diário, novo telejornal e ainda escreve para o site e o jornal impresso.

Para Jaiana, o momento atual do jornalismo é preocupante, pois estamos vivendo com a desinformação. “Vale mais o card enviado pelo WhatsApp dizendo que a vacina da covid-19 vai implantar um chip chinês nas pessoas do que as comprovações da ciência de que a única saída para o começo do fim da pandemia é a vacina.” afirma a jornalista. Segundo ela, o papel do jornalista é de extrema importância, “É nossa responsabilidade contrapor as notícias falsas, esclarecer os fatos e lutar contra as fake news. Ao mesmo tempo em que nosso trabalho de informar é tão precioso, principalmente nesse momento de pandemia, vejo a nossa profissão cada vez mais desvalorizada.” complementa a egressa da UFN.
O fato de poder mudar vidas por meio da informação, é o que Jaiana mais gosta no exercício da profissão. “Às vezes, parece algo tão simples para mim, mas para aquela pessoa é importante. A população é carente de ser ouvida e o jornalista está lá para ouvir, mostrar, cobrar, pedir e, por sorte, trazer soluções.” finaliza a jornalista.