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A fotografia está mudando o jornalismo

A fotógrafa do Diário Gaúcho ministra oficina para os acadêmicos. Foto: Karine Künzel. Laboratório Fotografia e Memória

A oficina de Fotojornalismo no 10° Fórum de Comunicação da UNIFRA aconteceu na tarde desta quinta-feira, 16, com 40 inscritos dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo. A oficineira Andrea Graiz, fotojornalista do jornal Diário Gaúcho, contou sua trajetória na profissão, exibiu fotos da sua carreira e de seus colegas no grupo RBS.

Por ser uma mídia cada vez mais popular, a fotografia tem mudado a produção jornalística. “Está acontecendo uma readaptação do jornalismo. A perspectiva é que o fotojornalismo não irá acabar e sim diminuir, os jornais vão optando por ter menos pessoas e mais qualificados, para realizar determinadas coisas que o cidadão comum ainda não consegue fazer”, argumentou Andrea. A popularização das câmeras e da fotografia exige também profissionais diferenciados. “Ainda mais pela exigência da necessidade de mais informação e estética nas fotos hoje em dia”, comenta.

Sobre sua rotina como fotojonalista de um jornal de circulação estadual relatou que tem em média três pautas por dia, mas pode sugerir pautas. Pelo fato de ser mulher tem pautas consideradas mais fáceis para realizar, mas que queria fazer operações policiais e que a mulher ainda é vista como “frágil”.

Um fato que marcou a carreira de Andrea e ela contou para os alunos na oficina, foi fotografar o casamento privado da irmã da modelo Gisele Bündchen como paparazzi. Ela e a repórter tiveram que driblar a segurança e ficar duas horas caminhando no meio do mato para conseguir capturar, depois tiveram que sair escoltadas do local. As fotos tiveram uma repercussão muito grande.

Durante a oficina os alunos saíram capturar fotos, que teve como motivo “o estudante’. Durante a captação, o participante da oficina e estudante do 3° semestre de Jornalismo, Renan Mattos, 20 anos, declarou: “Foto é uma área que eu gosto muito e pretendo trabalhar nesse ramo. To gostando da oficina, porque a oficineira tem bastante experiência e espero me dar bem na parte de atuação”.

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A fotógrafa do Diário Gaúcho ministra oficina para os acadêmicos. Foto: Karine Künzel. Laboratório Fotografia e Memória

A oficina de Fotojornalismo no 10° Fórum de Comunicação da UNIFRA aconteceu na tarde desta quinta-feira, 16, com 40 inscritos dos cursos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo. A oficineira Andrea Graiz, fotojornalista do jornal Diário Gaúcho, contou sua trajetória na profissão, exibiu fotos da sua carreira e de seus colegas no grupo RBS.

Por ser uma mídia cada vez mais popular, a fotografia tem mudado a produção jornalística. “Está acontecendo uma readaptação do jornalismo. A perspectiva é que o fotojornalismo não irá acabar e sim diminuir, os jornais vão optando por ter menos pessoas e mais qualificados, para realizar determinadas coisas que o cidadão comum ainda não consegue fazer”, argumentou Andrea. A popularização das câmeras e da fotografia exige também profissionais diferenciados. “Ainda mais pela exigência da necessidade de mais informação e estética nas fotos hoje em dia”, comenta.

Sobre sua rotina como fotojonalista de um jornal de circulação estadual relatou que tem em média três pautas por dia, mas pode sugerir pautas. Pelo fato de ser mulher tem pautas consideradas mais fáceis para realizar, mas que queria fazer operações policiais e que a mulher ainda é vista como “frágil”.

Um fato que marcou a carreira de Andrea e ela contou para os alunos na oficina, foi fotografar o casamento privado da irmã da modelo Gisele Bündchen como paparazzi. Ela e a repórter tiveram que driblar a segurança e ficar duas horas caminhando no meio do mato para conseguir capturar, depois tiveram que sair escoltadas do local. As fotos tiveram uma repercussão muito grande.

Durante a oficina os alunos saíram capturar fotos, que teve como motivo “o estudante’. Durante a captação, o participante da oficina e estudante do 3° semestre de Jornalismo, Renan Mattos, 20 anos, declarou: “Foto é uma área que eu gosto muito e pretendo trabalhar nesse ramo. To gostando da oficina, porque a oficineira tem bastante experiência e espero me dar bem na parte de atuação”.